Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Yegor Postrigan: 5 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Joao Barbosa agarrou este contra o Zvezda. 4‑4 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Chelyabinsk.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chelyabinsk podem fingir não ter ouvido.
Dawid Barnowski e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Chelyabinsk perguntou e o Lokomotiv Moscow disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel25/08/2036
Amadou Badiane desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Henrik Normann tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Dmitri Rybakov produziu-o, e o 8.65 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Orenburg perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Dimitrije Aćimović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
88 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dinamo Makhachkala perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel28/07/2036
42 dias de fora para Will Sutton depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dinamo Makhachkala vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O aperto de mão com o Krasnodar está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo Makhachkala ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mohammad Javad Hosseinnejad e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gadjimagomed Khalilulaev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Borna Proleta, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresArseny Popushoy passa por eles um de cada vez
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 22 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Chelyabinsk fez a parte difícil com o Orenburg, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Dawid Barnowski e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Jogo26/07/2036
O Chelyabinsk torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Dribles concretizados: 22. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel28/07/2036
Ivan Kotelnikov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lokomotiv Moscow fica com o seu homem, e o Chelyabinsk volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
Verba acordada, salário acordado, e o Dinamo Makhachkala à espera com uma camisola. No Orenburg ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orenburg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orenburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
13 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vladislav Kravtsov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Chelyabinsk falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Viktar Yablonski agiu, no Chelyabinsk, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 35 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Chelyabinsk é como lidar com um homem a quem deve muito.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Orenburg fica com o seu homem, e o Chelyabinsk volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel23/06/2036
Palavras no treino do Chelyabinsk sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergei Gromov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntou-se ao SKA Khabarovsk se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Uma sondagem ao Ural para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
José Calderón tem 36 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
41 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Orenburg perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel24/12/2035
Uma transferência que Jacob Hobson teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Jacob Hobson está a viver essa versão no Orenburg, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nikolay Koserik estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dinamo Makhachkala falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Dinamo Makhachkala pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Aziz Xolmurodov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Makhachkala as despedidas começaram em silêncio.
Mohammad Javad Hosseinnejad esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Dinamo Makhachkala sabem-no.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tomás Sives está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 11 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Jogo21/07/2035
O Orenburg torna a sua casa um sítio difícil de visitar
18 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Orenburg perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Orenburg, e não vai ser retirado.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orenburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Mikhail Slepov acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Orenburg substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dinamo Makhachkala 2 já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Makhachkala 2, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yegor Postrigan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Makhachkala 2 as despedidas começaram em silêncio.
Magomed Abdullabekov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nikolay Dergach está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Vladislav Karapuzov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dinamo Makhachkala 2 perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Makhachkala 2, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Magomed Abdullabekov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
5.º lugar, 26 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dinamo Makhachkala 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Dinamo Makhachkala 2 pode pedir e sobe o salário que Kirill Bozhenov pode exigir.
Magomed Abdullabekov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Yegor Postrigan treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Magomed Abdullabekov assinar alguma coisa — um contrato no Dinamo Makhachkala 2 ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Platon Romanov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Nikolay Dergach pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Yegor Postrigan treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Denis Makarov foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
German Martynov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Yegor Postrigan assinar alguma coisa — um contrato no Dinamo Makhachkala 2 ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo Makhachkala 2 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Magomed Abdullabekov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dinamo Makhachkala 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
German Martynov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Magomed Abdullabekov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kirill Bozhenov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Dinamo Makhachkala 2 pode pedir e sobe o salário que Radzhab Gusengadjiev pode exigir.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Makhachkala 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo Makhachkala 2 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Magomed Abdullabekov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O negócio que levaria Yegor Postrigan para o Rodina caiu na fase final e ele reapresenta-se no Dinamo Makhachkala 2 com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Magomed Abdullabekov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel05/03/2035
Kirill Bozhenov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Yegor Postrigan treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A proposta do Chaika por Yegor Postrigan foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Magomed Abdullabekov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Dinamo Makhachkala 2 pode pedir e sobe o salário que Daniil Antsiperov pode exigir.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Chelyabinsk está a esgotar-se.
17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Chelyabinsk perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Chelyabinsk vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Chelyabinsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo17/02/2035
Não se vê o fim da espera do Chelyabinsk por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chelyabinsk tem de arrancar um resultado de algum lado.
Zoárd Nagy e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel19/02/2035
Palavras no treino do Chelyabinsk sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ivan Kotelnikov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Verba acordada, salário acordado, e o Dinamo Stavropol à espera com uma camisola. No Dinamo Makhachkala 2 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniil Antsiperov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Makhachkala 2 as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Makhachkala 2 podem fingir não ter ouvido.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
German Martynov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Daniil Antsiperov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
“Não peço a ninguém que seja melhor do que é. Peço a todos que sejam tão bons como são, todas as semanas.” Dito em voz alta, à frente de todos, e o balneário do Dinamo Makhachkala 2 ficou diferente depois.
Em resumo
PlantelMohamed Zaki passou a ter companhia no lugar
A proposta do Rodina por Yegor Postrigan foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Makhachkala 2, e não vai ser retirado.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Daniil Antsiperov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
5.º lugar com 26 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
«Saberei quando chegar a altura. Ainda não chegou.» Kirill Bozhenov tem 35 anos e 85 jogos nas pernas, e o Dinamo Makhachkala 2 terá de planear para qualquer das respostas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Makhachkala 2 podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohamed Zaki será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Makhachkala 2 as despedidas começaram em silêncio.
Aos 34 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Magomed Abdullabekov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pavel Baranov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Makhachkala 2 as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Magomed Abdullabekov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Dmitry Lapin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Razhab Magomedov assinar alguma coisa — um contrato no Dinamo Makhachkala 2 ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Dinamo Makhachkala 2 pode pedir e sobe o salário que Daniil Antsiperov pode exigir.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo Makhachkala 2 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Makhachkala 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Radzhab Gusengadjiev, e o treinador deixou.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dinamo Makhachkala 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Dinamo Makhachkala 2 terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Dinamo Makhachkala 2 ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Makhachkala 2 podem fingir não ter ouvido.
German Martynov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel25/12/2034
Dmitry Lapin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Daniil Antsiperov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Razhab Magomedov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Faltam 5 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Dinamo Makhachkala 2 pode pedir e sobe o salário que Daniil Antsiperov pode exigir.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pavel Baranov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Makhachkala 2 as despedidas começaram em silêncio.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Dinamo Makhachkala 2 sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Yegor Postrigan pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 26 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.62 para o resto.
Magomed Abdullabekov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Kamil Lewandowski está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohamed Zaki será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Makhachkala 2 as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Magomed Abdullabekov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
German Martynov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 14 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Mohamed Zaki.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Razhab Magomedov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pavel Baranov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Makhachkala 2 as despedidas começaram em silêncio.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Daniil Antsiperov tem de reconquistar o que julgava seu. O Dinamo Makhachkala 2 não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
2‑5 para o Akron 2, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Dinamo Makhachkala 2 e o Akron 2, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Makhachkala 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Batido 5 vezes, com 1 defesas por companhia. Os guarda-redes carregam estes resultados no currículo seja de quem for a culpa, e essa é a injustiça silenciosa do ofício.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Dinamo Makhachkala 2 terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
German Martynov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohamed Zaki será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Makhachkala 2 as despedidas começaram em silêncio.
Um amarelo de que ninguém precisava, numa noite em que o jogo já estava ganho. Dinamo Makhachkala 2 perdem um jogador pelo motivo mais evitável que existe.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Mohamed Zaki ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Razhab Magomedov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Cada estreia é uma pequena história sobre o futuro: Kamil Lewandowski, 20 anos, saído dos campos da formação para a equipa principal. Os pais, na bancada, vão guardar o programa do jogo.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e German Martynov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Leonid Savrasov pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
A primeira derrota em 13 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o KAMAZ; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo Makhachkala 2 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Magomed Abdullabekov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Dinamo Makhachkala 2 pode pedir e sobe o salário que Razhab Magomedov pode exigir.