Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Sportivo Luqueno marcou aos 119, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sportivo Luqueno podem fingir não ter ouvido.
1 entradas e 6 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sportivo Luqueno lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Hugo Gaona regressa a Sportivo Luqueno com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
O Libertad vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Aarón Troche pré-acordou a mudança para o Sportivo Luqueno, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sportivo Luqueno já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Sportivo Luqueno pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sportivo Luqueno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Sportivo Luqueno e do Cerro Porteno por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Tomás O'Connor fica onde está
A proposta do Tacuary por Nicolás Campisi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Verba acordada, salário acordado, e o Resistencia à espera com uma camisola. No Sportivo Luqueno ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sportivo Luqueno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Boca Juniors fica com o seu homem, e o Sportivo Luqueno volta a uma lista com um nome riscado.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Sportivo Luqueno nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel11/06/2029
Ignacio Gutiérrez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Sportivo Luqueno foi explícito quanto à situação de Alexis Villalba, o que é mais do que muitos recebem.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sportivo Luqueno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolás Rojas estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Matías Flores apontou a data.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Román Colo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O Sportivo Luqueno fez saber ao mercado que Hugo Gaona está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sportivo Luqueno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sportivo Luqueno lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Flores está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco22/01/2029
Iván Maggi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sportivo Luqueno dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Sportivo Luqueno joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nicolás Campisi assinar alguma coisa — um contrato no Sportivo Luqueno ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sportivo Luqueno, e não vai ser retirado.
Santiago Briñone e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A proposta seguiu esta semana para o Resistencia, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Sportivo Luqueno foi ao Tembetary com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ignacio Gutiérrez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Román Colo, e o treinador deixou.
32 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Sportivo Luqueno perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Santiago Briñone e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
12 golos em 29 jogos no Pastoreo — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sportivo Luqueno alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ignacio Gutiérrez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fernando Benítez, e o treinador deixou.
39 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Sportivo Luqueno perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Santiago Briñone e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcos Gómez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
12 golos em 29 jogos no Pastoreo — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sportivo Luqueno alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
O banco25/09/2028
Iván Maggi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sportivo Luqueno dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
EmprestadosO empréstimo de Ángel Espínola mede-se pelo que não acontece
Marcelo Jiménez lesiona os ligamentos do joelho — 90 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 90 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sportivo Luqueno perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sportivo Luqueno ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sportivo Luqueno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcos Gómez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Olimpia fica com o seu homem, e o Sportivo Luqueno volta a uma lista com um nome riscado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Giuliano Burgos e o Sportivo Luqueno acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
30 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Sportivo Luqueno perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Gustavo Aguilar quer futebol continental; se o Sportivo Luqueno o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sportivo Luqueno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Sportivo Luqueno ofereceu $260.0K; o 2 de Mayo disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Plantel17/01/2028
Santiago Briñone desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Román Colo tem 19 anos, e o Sportivo Luqueno contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
O banco17/01/2028
Nicolás Campisi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sportivo Luqueno dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoMatías Medina colocado na lista de transferências
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Verba acordada, salário acordado, e o Lanús à espera com uma camisola. No All Boys ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do All Boys, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O All Boys fez a parte difícil com o Independiente, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Iván Zafarana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma sondagem ao Tigre para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em All Boys toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Iván Zafarana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 18 anos do All Boys que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Gustavo Turraca está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do All Boys está a esgotar-se.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do All Boys, e não vai ser retirado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o All Boys lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No All Boys ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Iván Zafarana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Isto não é rotação. Lionel Jara está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no All Boys finge o contrário.
Plantel25/10/2027
Nicolás Villagra desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
30 jogos no Mineros de Guayana e os golos deixaram de entrar. O All Boys emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nahuel Gimenez, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No All Boys ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Iván Zafarana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolás Villagra estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lucas Cano está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alejo Rodríguez assinar alguma coisa — um contrato no All Boys ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em All Boys toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do All Boys, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no All Boys coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yunior Ramírez, e o treinador deixou.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Mateo Ibáñez sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Yunior Ramírez foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do All Boys, e não vai ser retirado.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
17 jogos sem sofrer em 30 partidas. O empréstimo de um guarda-redes julga-se pelas tardes em que não aconteceu nada, e Lukas Ramil Sauer tem tido muitas.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
O Arsenal segurou a vantagem 4 minutos, que não chega para a desfrutar. O All Boys respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
“Vejo todos os jogos do All Boys daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Santiago Morning segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nehemías Zubiaurre estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.