Lee-Yam Dan

Volante - Hapoel Acre
19 Abr 2036
Sábado
Processo

Marcado para Lee-Yam Dan

507 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

14/04/2036
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

Os adeptos organizam-se contra a direção do Hapoel Acre

Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.

Plantel

Almog Benayoun lesiona os ligamentos do joelho — 65 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 65 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Jogo

Hapoel Acre cai para o lugar 12

16 pontos e um calendário a esgotar-se. As contas ainda não são cruéis, mas já não são simpáticas.

Plantel

Aimar Sher em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Acre coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Não há esconderijo para Hayder Abdulkareem

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hayder Abdulkareem, e o treinador deixou.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Hapoel Acre

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lee-Yam Dan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Eitan Abada fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Eitan Abada e o Hapoel Acre acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Mercado

Hapoel Acre e Nitai Greis falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

O banco

Egor Tkachenko é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Egor Tkachenko está nela.

Em resumo

Edições anteriores
506 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

07/04/2036
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Almog Benayoun lesiona os ligamentos do joelho — 72 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 72 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Plantel

Os ânimos aquecem no Hapoel Acre

Hwang In-Beom esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Palavras no treino do Hapoel Acre sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lee-Yam Dan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Hapoel Acre e Hayder Abdulkareem

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Hapoel Acre, mais uma semana sem a assinatura de Hayder Abdulkareem.

O banco

Hayder Abdulkareem bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hayder Abdulkareem treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

O banco

Quando importa, Koji Kubo joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

504 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

24/03/2036
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Almog Benayoun

87 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hapoel Acre perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

O banco

Dan Natcho guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Hapoel Acre pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Troca de palavras no Hapoel Acre

Guy Dabbur e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Palavras no treino do Hapoel Acre sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lee-Yam Dan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Liad Levi

Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.

O banco

Eitan Weissman ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Hwang In-Beom já ficou grande para esta divisão

Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Hapoel Acre sabem-no, e também todos os que o veem.

O banco

Quando importa, Lior Cohen joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

Ange Messi apontado a uma saída

O nome de Ange Messi não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Hapoel Acre nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

503 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

17/03/2036
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

O ânimo no Hapoel Acre mudou de natureza

Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.

Plantel

Almog Benayoun lesiona os ligamentos do joelho — 94 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 94 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Jogo

Hapoel Acre cai para o lugar 12

16 pontos e um calendário a esgotar-se. As contas ainda não são cruéis, mas já não são simpáticas.

Plantel

Troca de palavras no Hapoel Acre

Egor Tkachenko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Palavras no treino do Hapoel Acre sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lee-Yam Dan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Liad Levi ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Quando importa, Egor Tkachenko joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A história de Nitai Greis recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nitai Greis assinar alguma coisa — um contrato no Hapoel Acre ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Mercado

Tal Dabbur deixa correr o contrato

Faltam 3 meses e não há acordo à vista. Cada semana sem assinatura custa dinheiro ao Hapoel Acre.

Em resumo

502 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

10/03/2036
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

O joelho: Almog Benayoun fora por 101 dias

101 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hapoel Acre perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Jogo

Tarde humilhante para o Hapoel Acre

Um 0‑6 imposto pelo Hapoel Beer Sheva é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.

Jogo

Fim de época: 12.º lugar para o Hapoel Acre

O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 16 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Hapoel Acre por uma vitória

Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hapoel Acre tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Troca de palavras no Hapoel Acre

Isa Musa e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

6 golos com o Hapoel Acre e o Hapoel Beer Sheva de cara aberta

Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Hapoel Acre e o Hapoel Beer Sheva, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.

Plantel

Batido 6 vezes: um dia mau para Nitai Greis

1 defesas não encerram a discussão sobre de quem foi a culpa, e a discussão vai durar a semana toda. Os guarda-redes carregam estes resultados, cause-os quem os causar.

O banco

Lee-Yam Dan ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Direção

Portas fechadas no Hapoel Acre

A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.

Em resumo

500 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

25/02/2036
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

O joelho: Manor Glazer fora por 15 dias

15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hapoel Acre perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

Os ânimos aquecem no Hapoel Acre

Aimar Sher esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Notas dos jogadores

Ange Messi encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 18. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Hapoel Acre

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lee-Yam Dan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

A ficha de jogo disse tudo sobre Lee-Yam Dan

Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Lee-Yam Dan.

O banco

O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Liad Levi

Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.

O banco

O treinador faz de Lior Cohen um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

A vista do banco

“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Ciro De Carli escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.

Plantel

Hwang In-Beom já ficou grande para esta divisão

Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Hapoel Acre sabem-no, e também todos os que o veem.

Em resumo

498 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

11/02/2036
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

O joelho: Manor Glazer fora por 29 dias

29 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hapoel Acre perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Jogo

Hapoel Acre atropela o Bnei Sakhnin

3‑0, e a margem não enganou ninguém — aguentava mais um golo ou dois sem protesto. É por tardes assim que as pessoas continuam a vir.

Notas dos jogadores

Ange Messi marca duas vezes — 8.53

Dois golos e um 8.53 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

As bancadas

Um dos seus: Guy Dabbur

Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

O banco

Ange Messi ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Jogo

Bnei Sakhnin varrido logo de início

Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Bnei Sakhnin tentou reorganizar-se, o Hapoel Acre não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.

Notas dos jogadores

Mustafa Abdullatif jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.22. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Plantel

Lee-Yam Dan desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Guy Dabbur

Nota 8.09 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Em resumo

497 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

04/02/2036
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

Fecha o mercado: 1 entradas, 2 saídas no Hapoel Acre

O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 1, saíram 2, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.

Jogo

4 jogos sem vencer para o Hapoel Acre

A série chega a 4 e as perguntas em torno do Hapoel Acre já não são delicadas.

Mercado

Sali Pahima volta a casa

A camisola ainda lhe serve. Sali Pahima está de volta ao Hapoel Acre, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.

Plantel

Os ânimos aquecem no Hapoel Acre

Guy Dabbur esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Alvos de mercado

O Hapoel Kfar Saba avisa o Hapoel Acre: Omer Dabbur não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Jogo

Tarde má para o Hapoel Acre diante do Hapoel Kiryat Shmona

0‑2 para o Hapoel Kiryat Shmona, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

O banco

Nitai Greis ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Hapoel Acre

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lee-Yam Dan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Hapoel Acre e Hayder Abdulkareem

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Hapoel Acre, mais uma semana sem a assinatura de Hayder Abdulkareem.

Em resumo

496 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

28/01/2036
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

7 defesas: Nitai Greis foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Mercado

Ori Levi põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hapoel Acre, e não vai ser retirado.

Alvos de mercado

O Hapoel Acre avança para Manor Revivo

$8.0K em cima da mesa do Maccabi Netanya. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.

Alvos de mercado

O Maccabi Petach Tikva avisa o Hapoel Acre: Shon Natcho não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Plantel

Um desentendimento no Hapoel Acre

Egor Tkachenko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Beitar Jerusalem leva os pontos ao Hapoel Acre

Derrota por 1‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Ange Messi

Nota 8.37 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

O banco

Ciro De Carli responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

Plantel

Palavras no treino do Hapoel Acre sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lior Cohen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Em resumo

495 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

21/01/2036
Do nosso correspondente de futebol Crise

As bancadas

Os adeptos organizam-se contra a direção do Hapoel Acre

Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Nitai Greis

Houve 7 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

Mercado

Só falta a fotografia para Ori Levi

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ori Levi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hapoel Acre as despedidas começaram em silêncio.

Alvos de mercado

Sagiv Glazer vai a exames médicos no Hapoel Acre

Tudo acordado com o Hapoel Haifa, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.

Plantel

Os ânimos aquecem no Hapoel Acre

Isa Musa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Alvos de mercado

Caro demais: o Hapoel Acre desiste de Manor Revivo

$8.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Maccabi Netanya pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.

Alvos de mercado

O Hapoel Acre leva uma nega por Ben Melikson

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Maccabi Petach Tikva fica com o seu homem, e o Hapoel Acre volta a uma lista com um nome riscado.

Jogo

Tarde má para o Hapoel Acre diante do Hapoel Haifa

0‑1 para o Hapoel Haifa, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Ange Messi

Dribles concretizados: 18. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Em resumo

  • Plantel Uma zanga por causa do esforço no Hapoel Acre
  • O banco Hwang In-Beom ouve do treinador
  • O banco A vista do banco
494 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

14/01/2036
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Para o Hapoel Acre, cada ponto é agora uma discussão

Posição 12 e 12 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.

Plantel

8 defesas: Nitai Greis foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Mercado

Shoya Miyoshi entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hapoel Acre podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Um desentendimento no Hapoel Acre

Aimar Sher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

O Hapoel Acre avança para Manor Revivo

$8.0K em cima da mesa do Maccabi Netanya. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.

Jogo

Tarde má para o Hapoel Acre diante do Maccabi Haifa

1‑3 para o Maccabi Haifa, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Plantel

Palavras no treino do Hapoel Acre sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lee-Yam Dan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Não há esconderijo para Liad Levi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Liad Levi, e o treinador deixou.

Mercado

Hapoel Acre e Tal Dabbur falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Em resumo

492 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

31/12/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

13 jogos sem vencer para o Hapoel Acre

A série chega a 13 e as perguntas em torno do Hapoel Acre já não são delicadas.

O banco

Tal Dabbur diz que o Hapoel Acre não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Um desentendimento no Hapoel Acre

Hwang In-Beom e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Hapoel Acre fica aquém diante do Hapoel Kfar Saba

O Hapoel Kfar Saba levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

Não há esconderijo para Isa Musa

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Isa Musa, e o treinador deixou.

Plantel

Lee-Yam Dan desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Uma promessa cumprida no Hapoel Acre

Disseram uma coisa a Aimar Sher e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.

O banco

Ciro De Carli responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

Notas dos jogadores

Eitan Weissman passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 12. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Em resumo

491 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

24/12/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

O ânimo no Hapoel Acre mudou de natureza

Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.

Jogo

12 jogos sem vencer para o Hapoel Acre

A série chega a 12 e as perguntas em torno do Hapoel Acre já não são delicadas.

Mercado

Ori Levi põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hapoel Acre, e não vai ser retirado.

O banco

Nitai Greis ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Ange Messi

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.33, e nem uma objeção no estádio.

Plantel

Palavras no treino do Hapoel Acre sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lee-Yam Dan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Antevisão

Tudo se joga contra o Hapoel Kfar Saba

Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O Hapoel Acre sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.

Jogo

Dois pontos saem do estádio pelo próprio pé

Empate aos 88 minutos, depois de uma tarde que o Hapoel Acre tinha praticamente arrumada. O Hapoel Raanana vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.

Jogo

Itay Shechter salva um ponto para o Hapoel Acre

Foi preciso Itay Shechter marcar para trazer alguma coisa para casa: 2‑2 com o Hapoel Raanana, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.

Em resumo

489 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

10/12/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Sem esconderijo para o Hapoel Acre

2‑7 frente ao Hapoel Beer Sheva, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Hapoel Acre por uma vitória

Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hapoel Acre tem de arrancar um resultado de algum lado.

Notas dos jogadores

Aimar Sher sobe e resolve — 7.98

Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.98 para o resto.

Jogo

Ninguém conseguiu parar de marcar

9 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Hapoel Acre e do Hapoel Beer Sheva por igual; os restantes divertiram-se imenso.

Plantel

7 golos passaram por Nitai Greis

Se a responsabilidade foi do guarda-redes ou dos dez à frente dele é a discussão que vai encher as conversas da cidade esta semana. E 2 defesas não a resolvem para nenhum dos lados.

Plantel

Egor Tkachenko em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Acre coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Não há esconderijo para Tal Dabbur

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tal Dabbur, e o treinador deixou.

Plantel

Palavras no treino do Hapoel Acre sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lee-Yam Dan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Jogo

O boletim de meio de época do Hapoel Acre

11.º lugar, 8 pontos, e todos os resultados até aqui reduzidos a uma linha. A segunda volta começa com o mesmo plantel e outras expectativas.

Em resumo

  • O banco A vista do banco
  • O banco Mustafa Abdullatif tornou-se um homem de confiança do treinador
  • As bancadas Os holofotes estão em cima de Nitai Greis
488 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

03/12/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Nitai Greis

Houve 12 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

Jogo

Tarde humilhante para o Hapoel Acre

Um 0‑3 imposto pelo Hapoel Tel Aviv é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.

Jogo

A espera do Hapoel Acre continua

Já são 8 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

O banco

Shoya Miyoshi: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Hapoel Acre nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Isa Musa em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Acre coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Os golos abandonaram o Hapoel Acre

3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Hapoel Acre sabe dizer em que semana.

O banco

O treinador faz de Itay Shechter um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Hapoel Acre

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lee-Yam Dan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Direção

Ninguém saiu depressa do balneário de Hapoel Acre

A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.

Em resumo

  • O banco O veredicto do treinador
  • Notas dos jogadores Guy Dabbur encarou-os todo o jogo
  • Plantel Isa Musa perde a braçadeira
486 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

19/11/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Ori Levi tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Hapoel Acre já falam dele no passado.

Plantel

Um desentendimento no Hapoel Acre

Aimar Sher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Hapoel Acre

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lee-Yam Dan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

No Hapoel Acre ainda são estranhos uns para os outros

11 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

O banco

Lior Cohen ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Quando importa, Egor Tkachenko joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Antevisão

Lee-Yam Dan defronta o antigo clube

Segue-se o Maccabi Netanya, e há um homem no balneário do Hapoel Acre que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.

Mercado

A pergunta sobre Ange Messi persegue o Hapoel Acre

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ange Messi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Mercado

Conversas entre Hapoel Acre e Roy Stolero empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

Em resumo

485 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

12/11/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Tarde humilhante para o Hapoel Acre

Um 0‑3 imposto pelo Maccabi Tel Aviv é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.

Jogo

6 jogos sem vencer para o Hapoel Acre

A série chega a 6 e as perguntas em torno do Hapoel Acre já não são delicadas.

Plantel

Nitai Greis segura o Hapoel Acre sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

O banco

Avi Refaelov diz que o Hapoel Acre não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

O banco

Não há esconderijo para Nitai Greis

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nitai Greis, e o treinador deixou.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Hapoel Acre

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lee-Yam Dan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Hwang In-Beom assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Hwang In-Beom e o Hapoel Acre acertam mais 2 anos.

Direção

Ninguém saiu depressa do balneário de Hapoel Acre

A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.

Plantel

Hwang In-Beom em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Acre coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Em resumo

483 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

29/10/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

Os adeptos organizam-se contra a direção do Hapoel Acre

Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.

Notas dos jogadores

Egor Tkachenko aparece na área certa — 7.93

7.93, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.

Jogo

A espera do Hapoel Acre continua

Já são 4 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Plantel

Um desentendimento no Hapoel Acre

Guy Dabbur e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Palavras no treino do Hapoel Acre sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lee-Yam Dan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Hapoel Acre perde Tomer Hemed

18 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.

O banco

Eitan Weissman ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Jogo

Egor Tkachenko salva um ponto para o Hapoel Acre

Foi preciso Egor Tkachenko marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Hapoel Kiryat Shmona, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.

O banco

Ciro De Carli sobre o ponto

“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Ciro De Carli depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.

Em resumo

482 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

22/10/2035
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Um golo de defesa dá a vitória ao Hapoel Acre — 7.81

1 para Aimar Sher, avaliado com 7.81, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.

Mercado

Só falta a fotografia para Ori Levi

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ori Levi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hapoel Acre as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Os ânimos aquecem no Hapoel Acre

Egor Tkachenko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Jogo número 200 para Ange Messi

200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Ange Messi

Dribles concretizados: 18. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Plantel

Palavras no treino do Hapoel Acre sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lee-Yam Dan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Jogo

Hapoel Acre e Beitar Jerusalem levam um ponto cada

Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.

O banco

O treinador faz de Lior Cohen um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Ciro De Carli sobre o ponto

“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Ciro De Carli depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.

Em resumo

480 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

08/10/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Notas dos jogadores

Aimar Sher aparece na área certa — 7.70

7.70, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.

Plantel

Os ânimos aquecem no Hapoel Acre

Aimar Sher esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Raphaël Merkies assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Raphaël Merkies e o Hapoel Acre acertam mais 2 anos.

Jogo

O golo de Aimar Sher não chega para o Hapoel Acre

Aimar Sher marcou, e pouco mais correu bem: 1‑2 para o Hapoel Haifa, e um caminho silencioso até ao balneário.

O banco

O treinador faz de Tal Dabbur um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Lee-Yam Dan desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Luis Filipe chega aos 100

100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.

Mercado

Hapoel Acre e Tal Dabbur falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

O banco

Ciro De Carli enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Ciro De Carli depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

Em resumo

479 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

01/10/2035
Do nosso correspondente de futebol Estável

As bancadas

A raiva no Hapoel Acre transborda para fora do estádio

Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.

Jogo

Hapoel Acre segue em frente na taça

Vitória por 0‑1 sobre o Maccabi Haifa, e pela primeira vez em muito tempo o sorteio da próxima ronda vê-se com algum interesse.

Jogo

Koji Kubo põe o Hapoel Acre na próxima eliminatória

Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Koji Kubo agarrou este contra o Maccabi Haifa. 2‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Hapoel Acre.

Jogo

Final cruel para o Maccabi Haifa com a estocada do Hapoel Acre

Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Hapoel Acre marcou aos 117, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.

Notas dos jogadores

Lior Cohen não podia pedir mais na estreia — 7.42

As estreias sobrevivem-se, não se desfrutam. Esta desfrutou-se: 7.42, 0 golos, e um treinador a quem já perguntam se ele é titular outra vez para a semana.

Plantel

Aimar Sher em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Acre coisas que levam mais de uma semana a retirar.

As bancadas

Um dos seus: Koji Kubo

Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Plantel

Palavras no treino do Hapoel Acre sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lee-Yam Dan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Hapoel Acre perde Tomer Hemed

47 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.

Em resumo

  • O banco O treinador faz de Itay Shechter um exemplo
  • Plantel Egor Tkachenko já não é a primeira escolha
  • O banco O veredicto do treinador
478 Edição

A Gazeta de Hapoel Acre

24/09/2035
Do nosso correspondente de futebol Estável

Direção

Ciro De Carli é o novo treinador do Hapoel Acre

«É um clube com história a sério, e não tive de pensar muito.» O novo treinador assume e todos recomeçam do zero.

Mercado

Ori Levi tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Hapoel Acre já falam dele no passado.

O banco

Não há esconderijo para Egor Tkachenko

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Egor Tkachenko, e o treinador deixou.

Plantel

Ofir Benbenisty desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Folha em branco para Ange Messi

Um treinador novo não escolheu a equipa da época passada e não quer saber como ela era. Ange Messi levou isso a peito, no melhor sentido, e o Hapoel Acre está a ver uma versão dele que o regime anterior tinha deixado de ver.

Jogo

Hapoel Acre divide pontos com o Maccabi Petach Tikva

Um 1‑1 com o Maccabi Petach Tikva deixa o balneário entre o alívio e a frustração.

O banco

A vista do banco

“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Ciro De Carli escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.

Plantel

Lee-Yam Dan não encaixa no Hapoel Acre

O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.

Antevisão

Nitai Greis regressa para defrontar o Maccabi Haifa

Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Nitai Greis: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Hapoel Acre a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.

Em resumo

434 Edição

O Arauto de Bnei Yehuda

20/11/2034
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

André Leipold lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

O banco

Doniyor Hasanov diz que o Bnei Yehuda não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Troca de palavras no Bnei Yehuda

Yaad Gonen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

No Bnei Yehuda ainda são estranhos uns para os outros

10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

O banco

Omri Gandelman bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Bnei Yehuda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Antevisão

Yaad Gonen defronta o antigo clube

Segue-se o Hapoel Haifa, e há um homem no balneário do Bnei Yehuda que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.

Mercado

A pergunta sobre Ofek Melika persegue o Bnei Yehuda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ofek Melika. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Mercado

O relógio negoceia por Lee-Yam Dan

Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Bnei Yehuda pode pedir e sobe o salário que Lee-Yam Dan pode exigir.

O banco

O treinador faz uma promessa a Roy Shedo

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Bnei Yehuda. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Em resumo

433 Edição

O Arauto de Bnei Yehuda

13/11/2034
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

O joelho: André Leipold fora por 31 dias

31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bnei Yehuda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

Ofek Melika segura o Bnei Yehuda sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Mercado

Só falta a fotografia para Itay Shechter

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Itay Shechter será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bnei Yehuda as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Um desentendimento no Bnei Yehuda

Yaad Gonen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Tarde má para o Bnei Yehuda diante do Hapoel Tel Aviv

0‑2 para o Hapoel Tel Aviv, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

O banco

Yaad Gonen ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Palavras no treino do Bnei Yehuda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Franko Siegler está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Bnei Yehuda e Itai Ben-Shabat

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Bnei Yehuda, mais uma semana sem a assinatura de Itai Ben-Shabat.

O banco

Interim Coach enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

Em resumo

430 Edição

O Arauto de Bnei Yehuda

23/10/2034
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

O joelho: Sulayman Ayuba fora por 65 dias

65 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bnei Yehuda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

Troca de palavras no Bnei Yehuda

Almog Shechter e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Bnei Yehuda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e André Leipold estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Bnei Yehuda e Omri Gandelman

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Bnei Yehuda, mais uma semana sem a assinatura de Omri Gandelman.

Plantel

Almog Shechter: “Não sou um suplente”

“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Bnei Yehuda terá de responder com minutos ou com uma transferência.

O banco

O veredicto do treinador

“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Bnei Yehuda também ninguém o escondia.

Jogo

Sem golos entre Bnei Yehuda e Maccabi Petach Tikva

Noventa minutos, dois guarda-redes de luvas limpas e nem um remate digno de arquivo. O Maccabi Petach Tikva será quem sai mais contente com o ponto.

Antevisão

Omri Gandelman defronta o antigo clube

Segue-se o Maccabi Netanya, e há um homem no balneário do Bnei Yehuda que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.

Notas dos jogadores

Jwan Halabi deixa-as todas atrás

Remates: 7. Golos: nenhum. As ocasiões existiram e eram boas: a bancada, os braços do guarda-redes e a rede lateral, mais ou menos por essa ordem.

Em resumo

428 Edição

O Arauto de Bnei Yehuda

09/10/2034
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Sulayman Ayuba

79 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bnei Yehuda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Plantel

Ofek Melika sozinho contra todos

11 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Jogo

Sem esconderijo para o Bnei Yehuda

0‑5 frente ao Maccabi Tel Aviv, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.

Plantel

Troca de palavras no Bnei Yehuda

Omri Gandelman e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Yaad Gonen assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Yaad Gonen e o Bnei Yehuda acertam mais 3 anos.

O banco

O treinador faz de Almog Shechter um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Direção

Conversa séria no Bnei Yehuda

O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.

O banco

Interim Coach responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑5, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

Mercado

Kemal Begić já olha para lá do Bnei Yehuda

Assinou à espera de um palco maior do que o que encontrou. Não demorou muito, e o balneário também não demorou muito a reparar.

Em resumo

426 Edição

O Arauto de Bnei Yehuda

25/09/2034
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

O joelho: Sulayman Ayuba fora por 93 dias

93 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bnei Yehuda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

Troca de palavras no Bnei Yehuda

Yaad Gonen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Uma transferência que Dan Galmor teria feito de graça

Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Dan Galmor está a viver essa versão no Bnei Yehuda, e costuma notar-se no primeiro mês.

Plantel

Palavras no treino do Bnei Yehuda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. André Leipold está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Jogo

Bnei Yehuda despacha o Bnei Sakhnin

Três pontos para o Bnei Yehuda: um 1‑0 diante do Bnei Sakhnin num duelo decidido por pormenores.

O banco

O treinador faz de Lee-Yam Dan um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Notas dos jogadores

Omer Senior passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 15. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

O banco

Um Interim Coach satisfeito

“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Interim Coach podia dar-se ao luxo de ser generoso.

O banco

Não há lugar no plano para Yaad Gonen

O treinador queria outro perfil para este adversário, o que é uma razão de futebol a sério e nenhuma consolação. Não fez nada de errado, e não jogou.

Em resumo

423 Edição

O Arauto de Bnei Yehuda

04/09/2034
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Sulayman Ayuba

114 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bnei Yehuda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Franko Siegler entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Bnei Yehuda podem fingir não ter ouvido.

Alvos de mercado

O Bnei Yehuda acerta $14.0K por Vinicius Barreta

O aperto de mão com o Maccabi Tel Aviv está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.

Direção

O prazo passa com 21 contratações e 22 saídas

Está feito o negócio no Bnei Yehuda até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.

Notas dos jogadores

O jogo passou por Lee-Yam Dan — 7.11

Nota de 7.11 em 16 ações nas duas áreas. Médios assim são descritos como pouco vistosos por quem nunca tentou jogar contra um.

Plantel

Um desentendimento no Bnei Yehuda

Sacha Deighton e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Direção

Bnei Yehuda a fazer contas

As contas são de leitura incómoda. Primeiro os salários, depois a ambição: é essa a ordem no Bnei Yehuda.

Plantel

André Leipold desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Direção

Wataru Kamijo vai juntar-se ao Bnei Yehuda a custo zero

A papelada fica pronta muito antes do jogador. Wataru Kamijo acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Bnei Yehuda substituiu um orçamento de verão por um telefonema.

Em resumo

417 Edição

O Arauto de Bnei Yehuda

24/07/2034
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Bnei Yehuda

Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.

Mercado

Omer Levy põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Bnei Yehuda, e não vai ser retirado.

Plantel

Itai Ben-Shabat em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bnei Yehuda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Bnei Yehuda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e André Leipold estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Adi Refaelov ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Bnei Yehuda

5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

Plantel

Adi Refaelov quer sair do banco

“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Bnei Yehuda vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.

Mercado

O Bnei Yehuda faz compras onde não custa nada

Zohar Zasano assina, e a coluna do valor fica vazia. Negócios destes parecem pequenos em julho e espertos em março — ou nunca mais se fala deles.

Mercado

Lee-Yam Dan deixa correr o contrato

Faltam 5 meses e não há acordo à vista. Cada semana sem assinatura custa dinheiro ao Bnei Yehuda.

Em resumo

416 Edição

O Arauto de Bnei Yehuda

17/07/2034
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

A raiva no Bnei Yehuda transborda para fora do estádio

Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.

Mercado

Lee-Yam Dan pede para sair do Bnei Yehuda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Os ânimos aquecem no Bnei Yehuda

André Leipold esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Palavras no treino do Bnei Yehuda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Franko Siegler está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

O treinador faz de Roy Shedo um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

O relógio negoceia por Corrie Ndaba

Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Bnei Yehuda pode pedir e sobe o salário que Corrie Ndaba pode exigir.

Em resumo

412 Edição

O Arauto de Bnei Yehuda

19/06/2034
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

A raiva no Bnei Yehuda transborda para fora do estádio

Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.

Plantel

Shon Cohen parte um osso — 15 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 15 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Lior Weissman entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Bnei Yehuda podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Troca de palavras no Bnei Yehuda

Sacha Deighton e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

André Leipold desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Alvos de mercado

O Maccabi Tel Aviv avisa o Bnei Yehuda: Guy Dabbur não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

O banco

Não há esconderijo para Lee-Yam Dan

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lee-Yam Dan, e o treinador deixou.

Mercado

Conversas entre Bnei Yehuda e Yaad Gonen empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

Alvos de mercado

O Bnei Yehuda pergunta por Aimar Sher

Uma sondagem ao Hapoel Tel Aviv para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Em resumo