Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Manchester United ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Manchester United, e 0 jogos em 8 dizem que merece ser ouvido.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
A abordagem foi feita e a resposta pertence a Universidad Catolica. Estas coisas tratam-se em silêncio e contam-se aos gritos, e raramente por essa ordem.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fabio Baldé, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Manchester United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Harvey Elliott. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. o treinador treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Manchester United, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Manchester United fez a parte difícil com o Arsenal, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lazar Balević será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Manchester United as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Lazar Balević acertou condições com o Sheffield Wednesday para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Tottenham fica com o seu homem, e o Manchester United volta a uma lista com um nome riscado.
O Manchester United fez saber ao mercado que Harvey Elliott está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Em resumo
O bancoPau Cubarsí tornou-se um homem de confiança do treinador
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel30/07/2035
Will Grainger consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Will Grainger acabou de assinar pelo Manchester United e, por uma vez, a resposta importava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Manchester United ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Manchester United joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
O Manchester United já telefonou ao Bournemouth. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Manchester United, e não vai ser retirado.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
O banco23/07/2035
Dastan Sätpayev tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Manchester United dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Pau Cubarsí assinar alguma coisa — um contrato no Manchester United ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
5.º lugar com 67 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Em resumo
MercadoO agente de Steven Green volta a agitar as águas
O aperto de mão com o Manchester United está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Brighton já se começa a dizer o nome dele no passado.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Brighton vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
O Brighton perguntou e o Wolverhampton disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.2M — um clube que quer Jaydan Kamason ao ponto de perguntar duas vezes.
Shumaira Mheuka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
Plantel10 caras novas e o Brighton ainda se está a conhecer
A proposta do Portsmouth por Jurriën Timber foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Middlesbrough, e não vai ser retirado.
Jurriën Timber e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel16/07/2035
Palavras no treino do Middlesbrough sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Harvey Vale está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lyle Foster, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Middlesbrough
O bancoBalázs Bakti pede uma conversa com o treinador
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Middlesbrough podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Middlesbrough ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Middlesbrough fez a parte difícil com o Olympique de Marseille, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Matai Akinmboni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel25/06/2035
Palavras no treino do Middlesbrough sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Harvey Vale está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel25/06/2035
Uma transferência que Danijel Đurić teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Danijel Đurić está a viver essa versão no Middlesbrough, e costuma notar-se no primeiro mês.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Jurriën Timber não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Middlesbrough já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Middlesbrough, e não vai ser retirado.
O Middlesbrough perguntou e o Arsenal disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Rio Shipston e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Péter Baráth estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco18/06/2035
Jurriën Timber tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Middlesbrough dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
PlantelNo Middlesbrough ainda são estranhos uns para os outros
O bancoDilane Bakwa pede uma conversa com o treinador
Harrison Duncan lesiona os ligamentos do joelho — 64 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 64 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Direção02/04/2035
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Middlesbrough
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Jurriën Timber esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Middlesbrough ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Joe Bradshaw acertou condições com o Brentford para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Plantel02/04/2035
Palavras no treino do Middlesbrough sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fer López está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Middlesbrough, e não vai ser retirado.
Jurriën Timber e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Middlesbrough ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lukáš Horníček, e o treinador deixou.
Um ponto arrancado aos 89 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
Plantel01/01/2035
Palavras no treino do Middlesbrough sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dom Jefferies está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Brighton, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Brighton a ouviu como outra coisa.
Álex Jiménez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não há pior forma de perder um futebolista. Seb Revan pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Wesley Fofana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Pascal Struijk tem a sua resposta do Brighton; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
26 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Brighton perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Brighton ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Wesley Fofana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Shumaira Mheuka e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Brighton perguntou e o Iraklis disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Minuto 87, frente ao Liverpool, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e James Trafford treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
Plantel6 caras novas e o Brighton ainda se está a conhecer
Verba acordada, salário acordado, e o Burton Albion à espera com uma camisola. No Brighton ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Wesley Fofana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Brighton ofereceu $1.6M; o Tottenham disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Brighton fez a parte difícil com o Middlesbrough, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Manchester City fica com o seu homem, e o Brighton volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel19/06/2034
Álex Jiménez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Middlesbrough podem fingir não ter ouvido.
O Middlesbrough foi ao Tottenham com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Verba acordada, salário acordado, e o Hamrun Spartans à espera com uma camisola. No Middlesbrough ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Jurriën Timber e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Middlesbrough ofereceu $1.2M; o Brighton disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Middlesbrough sabem-no.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Liverpool fica com o seu homem, e o Middlesbrough volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Middlesbrough sobre quem trabalha
PlantelA paragem para as seleções esvazia o Middlesbrough
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Middlesbrough falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta seguiu esta semana para o Liverpool, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Middlesbrough podem fingir não ter ouvido.
O Middlesbrough ofereceu $3.5M; o Wrexham disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Middlesbrough ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
$420.0K em cima da mesa do Bolton Wanderers. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Matai Akinmboni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sam Curtis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Middlesbrough as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Middlesbrough podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Middlesbrough coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vitor Reis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kenny Quetant, e o treinador deixou.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Middlesbrough disse a Braiden Graham que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
O banco24/04/2034
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Keisuke Osako
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Middlesbrough perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Middlesbrough ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Middlesbrough, e não vai ser retirado.
O alvo é o treinador, a abordagem é real, e a cláusula de compensação é a conversa toda. Os clubes desmentem histórias destas até exatamente à fotografia.
Plantel27/03/2034
Vitor Reis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Riley McGree, e o treinador deixou.
Plantel27/03/2034
No Middlesbrough ainda são estranhos uns para os outros
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Middlesbrough ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Middlesbrough, e não vai ser retirado.
A proposta do Port Vale por Caylan Vickers foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Middlesbrough tem 3 vitórias seguidas dela.
Plantel20/02/2034
Vitor Reis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Middlesbrough ficou sem tempo com o Wolverhampton. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Middlesbrough não o segura a fingir o contrário.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Sonny Carey agarrou este contra o Sunderland. 4‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Middlesbrough.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Middlesbrough perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Sonny Carey produziu-o, e o 8.25 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Middlesbrough podem fingir não ter ouvido.
Jurriën Timber esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As regras permitem-no e dói na mesma. Caylan Vickers acertou condições com o Derby County para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
O Middlesbrough ofereceu $660.0K; o Wolverhampton disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Em resumo
Notas dos jogadoresJoe Bradshaw mete a mão nos dois — 7.71
PlantelVitor Reis desentende-se com um colega por causa das exigências