Marius Lemaître lesiona os ligamentos do joelho — 71 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 71 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Red Star, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Red Star coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$66.0K era o máximo que o clube pagaria, e o RC Lens pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matthieu Huard estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Red Star perguntou e o AS Nancy disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Red Star já telefonou ao Clermont Foot. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Noah Jauny está em marcha
O OGC Nice chegou com $5.0M e saiu com o melhor jogador da casa. A direção chamará negócio; a fila da bilheteira usará outras palavras.
Plantel12/06/2028
Marius Lemaître lesiona os ligamentos do joelho — 80 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 80 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Red Star e o SC Aubagne Air Bel acertaram em $760.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Gaëtan Poussin foi-se, as contas têm $5.0M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Samuel Renel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Mohamed Ezzarhouni está a viver essa versão no Red Star, e costuma notar-se no primeiro mês.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Stade Brestois fica com o seu homem, e o Red Star volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
O bancoLeonardo Buta tornou-se um homem de confiança do treinador
Agora é aritmética, e a aritmética está feita. Um verão de perguntas difíceis começa mais cedo no Red Star, e o calendário da próxima época lê-se de outra maneira.
Plantel05/06/2028
Marius Lemaître lesiona os ligamentos do joelho — 87 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 87 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As bancadas05/06/2028
Os adeptos organizam-se contra a direção do Red Star
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Red Star toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Red Star coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente deixou de fingir: o OGC Nice vai fazer a chamada por Gaëtan Poussin esta semana. O Red Star tem um número em mente, e o número não é tímido.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Red Star a ouviu como outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matthieu Huard estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Bradley Danger tem a sua resposta do Red Star; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
94 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Red Star perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Red Star está a esgotar-se.
Samuel Renel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel29/05/2028
Palavras no treino do Red Star sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matthieu Huard está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 34 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Posição 17 e 19 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
O negócio que levaria Leonardo Buta para o LOSC Lille caiu na fase final e ele reapresenta-se no Red Star com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Red Star coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Marius Lemaître está a viver essa versão no Red Star, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel14/02/2028
Jordan James desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Red Star perguntou e o US Orleans disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
29 dias de fora para Mamadou Diako depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O US Orleans vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Plantel10/05/2027
Palavras no treino do US Orleans sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Mokwa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Jimmy Giraudon e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em US Orleans, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O US Orleans fez saber ao mercado que Jordan Morel está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
David Mokwa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Mamadou Sylla: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o US Orleans a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Johann Obiang compromete-se com o US Orleans por mais 2 anos.
Plantel08/03/2027
David Mokwa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no US Orleans coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Rémy Richard depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Mamadou Doucouré chama-lhe outra coisa em privado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marius Lemaître, e o treinador deixou.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O US Orleans vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no US Orleans coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O US Orleans vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
David Mokwa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel12/10/2026
Palavras no treino do US Orleans sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdelhamid Ait Boudlal está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O US Orleans disse a David Mokwa que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Tem 20 anos e ninguém em US Orleans o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Robin Legendre: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o US Orleans a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Marius Lemaître apontou a data.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Steven Luyambula treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.