Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rayan Taouil estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Cambuur já falam dele no passado.
Plantel15/11/2032
Maurice Malone desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Nolhan Assafoua e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daan Steur, e o treinador deixou.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Gor Lulukyan agarrou este contra o Willem II. 4‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Cambuur.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jacob Watson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cambuur as despedidas começaram em silêncio.
Maurice Malone e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.09, e nem uma objeção no estádio.
Plantel01/11/2032
Loek Postma desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Cambuur foi explícito quanto à situação de Gor Lulukyan, o que é mais do que muitos recebem.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Interim Coach depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cambuur ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Loek Postma acertou condições com o NEC para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Maurice Malone e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Toda a gente no Cambuur viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 33 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maurice Malone, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cambuur, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cambuur ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel04/10/2032
Maurice Malone desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kindo Suma, e o treinador deixou.
O banco04/10/2032
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Cambuur, mais uma semana sem a assinatura de Jamal Amofa.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cambuur ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel27/09/2032
Maurice Malone desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 37 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Interim Coach sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Jacob Watson tem a sua resposta do Cambuur; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Verba acordada, salário acordado, e o Willem II à espera com uma camisola. No Cambuur ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cambuur ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Direção06/09/2032
O prazo passa com 18 contratações e 33 saídas
Está feito o negócio no Cambuur até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Cambuur fez a parte difícil com o AZ, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Feyenoord fica com o seu homem, e o Cambuur volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel06/09/2032
Gift Sunday desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cambuur perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cambuur, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AZ fica com o seu homem, e o Cambuur volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maurice Malone está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Cambuur sabem-no.
Yme Bruinsma e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Julian Rijkhoff está em marcha
Alvos de mercadoUm empréstimo de Billy van Duijl está em marcha
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cambuur perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Cambuur toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Verba acordada, salário acordado, e o NEC à espera com uma camisola. No Cambuur ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cambuur ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aurelio Oehlers estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
36 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cambuur perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Fortuna Sittard à espera com uma camisola. No Cambuur ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
As regras permitem-no e dói na mesma. Jacob Watson acertou condições com o Fortuna Sittard para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Cambuur nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel28/06/2032
Maurice Malone desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Daley Dijks e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cambuur ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Kick Eerhart pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aurelio Oehlers estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Maurice Malone está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jamal Amofa treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Cambuur admitiria. Nota-se aos sábados.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cambuur falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Cambuur está a esgotar-se.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aurelio Oehlers está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cambuur coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ismaël Baouf está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ismaël Baouf assinar alguma coisa — um contrato no Cambuur ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.