Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 159 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jogo13/08/2033
Não se vê o fim da espera do Widzew Łódź por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Widzew Łódź tem de arrancar um resultado de algum lado.
0‑3 para o Legia, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Widzew Łódź ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Widzew Łódź coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel15/08/2033
Palavras no treino do Widzew Łódź sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Šmiga está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Widzew Łódź toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Widzew Łódź, e não vai ser retirado.
Christopher Cheng e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Šmiga estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
6 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Przemysław Wiśniewski: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Widzew Łódź está a esgotar-se.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Widzew Łódź, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Widzew Łódź já se começa a dizer o nome dele no passado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Hajduk Split ninguém diz, e no Widzew Łódź ninguém gosta de estar a adivinhar.
Michalis Kosidis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel27/06/2033
Palavras no treino do Widzew Łódź sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Šmiga está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sparta Prague fica com o seu homem, e o Widzew Łódź volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nohan Kenneh, e o treinador deixou.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Widzew Łódź lida com um homem que quer outro país.
71 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Widzew Łódź perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Michalis Kosidis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel25/04/2033
Lorent Talla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel25/04/2033
No Widzew Łódź ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tadjou Alidou, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Szymon Weirauch está nela.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 85 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
41 pontos, e a época já tem um número. Seja o que for que se sentiu por dentro, é assim que vai ficar num livro.
Jogo09/04/2033
Não se vê o fim da espera do Widzew Łódź por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Widzew Łódź tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Widzew Łódź ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Christopher Cheng e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel11/04/2033
Koki Hinokio desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Widzew Łódź lida com um homem que quer outro país.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Szymon Weirauch tem a sua resposta do Widzew Łódź; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Widzew Łódź disse a Denys Marchenko que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Kamil Linetty lesiona os ligamentos do joelho — 54 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 54 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Szymon Weirauch regressa a Widzew Łódź com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Direção07/02/2033
O Widzew Łódź fecha o mercado com um plantel feito por si
6 entradas e 10 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Partizan ninguém diz, e no Widzew Łódź ninguém gosta de estar a adivinhar.
As regras permitem-no e dói na mesma. Ange Bailly acertou condições com o Gornik Zabrze para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Christopher Cheng e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel07/02/2033
Palavras no treino do Widzew Łódź sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlos Isaac está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
103 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Widzew Łódź perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Widzew Łódź ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo18/12/2032
Não se vê o fim da espera do Widzew Łódź por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Widzew Łódź tem de arrancar um resultado de algum lado.
Michalis Kosidis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Korona vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Matthias Gragger pré-acordou a mudança para o Widzew Łódź, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Widzew Łódź sabem-no.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco20/12/2032
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
124 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Widzew Łódź perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Widzew Łódź, e não vai ser retirado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 26 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Widzew Łódź coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Widzew Łódź falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Widzew Łódź ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Michalis Kosidis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Toda a gente no Widzew Łódź viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 34 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Widzew Łódź lida com um homem que quer outro país.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tadjou Alidou, e o treinador deixou.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Widzew Łódź
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 93 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Widzew Łódź, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Widzew Łódź ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Christopher Cheng e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Arka Gdynia queria mais do que $97.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Verba acordada, salário acordado, e o Gornik Zabrze à espera com uma camisola. No Widzew Łódź ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nicolas Richter será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Widzew Łódź as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Nicolas Richter acertou condições com o Jagiellonia para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Christopher Cheng e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Widzew Łódź foi ao Jagiellonia com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Legia fica com o seu homem, e o Widzew Łódź volta a uma lista com um nome riscado.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Widzew Łódź toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
O aperto de mão com o GKS Katowice está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Tadjou Alidou agiu, no Widzew Łódź, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Carlos Isaac e o Widzew Łódź acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Widzew Łódź coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Widzew Łódź foi ao Zaglebie com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.