Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Mateo Bačić marcou ao minuto 88, o Dinamo Zagreb já pensava na viagem de regresso, e o Segesta levou tudo.
Luka Kožić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Segesta ofereceu $53.0K; o NK Osijek disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Bačić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lokomotiva Zagreb fica com o seu homem, e o Segesta volta a uma lista com um nome riscado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mateo Bačić. 1‑0 sobre o Dinamo Zagreb, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Perguntou-se ao HNK Rijeka se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O Segesta já telefonou ao Istra 1961. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
A proposta seguiu esta semana para o NK Osijek, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Aos 17 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel12/08/2030
Stipo Marković desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dinamo Zagreb fica com o seu homem, e o Segesta volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Segesta já se começa a dizer o nome dele no passado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Segesta fez a parte difícil com o NK Varazdin, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Luka Kožić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Plantel22/07/2030
Stipo Marković desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O HNK Rijeka fica com o seu homem, e o Segesta volta a uma lista com um nome riscado.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Duje Sutalo está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marko Brkić será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Segesta as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Segesta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stipo Marković está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Rudes fica com o seu homem, e o Segesta volta a uma lista com um nome riscado.
Perguntou-se ao Dinamo Zagreb se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O banco01/07/2030
Sekou Sanogo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Segesta dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Kožić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Uwem Alexander, e o treinador deixou.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
O banco10/12/2029
Vito Vuksan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Segesta dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Éric Chardey. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jaiden Celestine-Charles treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Dinamo Zagreb ninguém diz, e no Segesta ninguém gosta de estar a adivinhar.
Luka Kožić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Rodrigo Cordeiro está a viver essa versão no Segesta, e costuma notar-se no primeiro mês.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lokomotiva Zagreb fica com o seu homem, e o Segesta volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dino Špehar estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.