28 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Philadelphia Union podem fingir não ter ouvido.
O San Jose Earthquakes paga $1.5M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
Plantel14/03/2033
Quinn Sullivan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Philadelphia Union lida com um homem que quer outro país.
O Philadelphia Union perguntou e o LA Galaxy disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Philadelphia Union a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Philadelphia Union coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Quinn Sullivan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Quinn Sullivan está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jamie Jellis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Philadelphia Union as despedidas começaram em silêncio.
Plantel10/01/2033
Quinn Sullivan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Philadelphia Union sabem-no.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leon Flach está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mark McKenzie. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Posição 2, 62 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Cristian Lora será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Philadelphia Union as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Quinn Sullivan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Philadelphia Union lida com um homem que quer outro país.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Quinn Sullivan está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nicholas Simmonds treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
25 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
1‑0 na noite, e a eliminatória é deles. A época de outros acabou nos mesmos noventa minutos, o que os festejos no Philadelphia Union têm todo o direito de ignorar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Philadelphia Union, e não vai ser retirado.
O mais difícil de ter 17 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Adam Aaronson não precisou: 8.08, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Stephen Afrifa será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Philadelphia Union as despedidas começaram em silêncio.
29 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Philadelphia Union perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Philadelphia Union pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Santiago Cena e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Quinn Sullivan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
O Philadelphia Union perguntou e o San Diego Football Club disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Austin FC pagou $14.0K e o Philadelphia Union aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Philadelphia Union ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o San Diego Football Club fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Quinn Sullivan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Slade Starnes, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que CF Montreal podem fingir não ter ouvido.
Dagur Dan Þórhallsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O CF Montreal ofereceu $54.0K; o Seattle Sounders disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Plantel16/02/2032
Palavras no treino do CF Montreal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricky Louis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de CF Montreal foi explícito quanto à situação de Sebastian Soto, o que é mais do que muitos recebem.
O CF Montreal fez saber ao mercado que Christian Olivares está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jerónimo López será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no CF Montreal as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CF Montreal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Julian Hall, e o treinador deixou.
Plantel09/02/2032
Facundo Sánchez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em CF Montreal, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no CF Montreal, mais uma semana sem a assinatura de Jerónimo López.
Julian Hall esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/01/2032
Ricky Louis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dagur Dan Þórhallsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/01/2032
Palavras no treino do CF Montreal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Sánchez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o CF Montreal é como lidar com um homem a quem deve muito.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Christian Olivares treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alex Román, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O CF Montreal sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No CF Montreal ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Julian Hall e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dagur Dan Þórhallsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Julian Hall, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em CF Montreal, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Jerónimo López apontou a data.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CF Montreal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dagur Dan Þórhallsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em CF Montreal, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do CF Montreal do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Noah Streit. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o CF Montreal pode pedir e sobe o salário que Jerónimo López pode exigir.
Dagur Dan Þórhallsson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Sánchez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No CF Montreal ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
O CF Montreal fez saber ao mercado que Sebastian Soto está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em CF Montreal, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jerónimo López será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no CF Montreal as despedidas começaram em silêncio.
Tai Baribo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dagur Dan Þórhallsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 34 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em CF Montreal, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alex Román, e o treinador deixou.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No CF Montreal ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Ayden Romo apontou a data.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Marcos Echeverría e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel08/12/2031
Ricky Louis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Hunter Sulte foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Noah Streit. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no CF Montreal admitiria. Nota-se aos sábados.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o CF Montreal pode pedir e sobe o salário que Jerónimo López pode exigir.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no CF Montreal, mais uma semana sem a assinatura de Josh Acosta.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do CF Montreal está a esgotar-se.
Marcos Echeverría e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Christian Olivares, e o treinador deixou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Hunter Sulte está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jerónimo López será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no CF Montreal as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do CF Montreal, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CF Montreal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ricky Louis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em CF Montreal, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ayden Romo, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Julian Hall assinar alguma coisa — um contrato no CF Montreal ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Marcos Echeverría e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Noah Streit. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Jerónimo López apontou a data.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o CF Montreal pode pedir e sobe o salário que Jerónimo López pode exigir.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do CF Montreal, e não vai ser retirado.
Direção03/11/2031
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em CF Montreal
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Marcos Echeverría e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jerónimo López, e o treinador deixou.
«Todos os verões é outro clube, outros colegas, mais um treinador para convencer. Já dei o que tinha a dar. Agora quero fazer a pré-época no CF Montreal e ser visto a sério.» Até ao fim do empréstimo continua a ser jogador do Atlanta United FC, mas a discussão é com o clube que o detém.
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Aidan Stokes está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No CF Montreal ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Tai Baribo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel27/10/2031
Palavras no treino do CF Montreal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricky Louis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o CF Montreal lida com um homem que quer outro país.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Aleksa Cvetković treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no CF Montreal, mais uma semana sem a assinatura de Jerónimo López.
O CF Montreal fez saber ao mercado que Henry Wingo está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jerónimo López será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no CF Montreal as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CF Montreal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/10/2031
Palavras no treino do CF Montreal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dagur Dan Þórhallsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bernardo Abruzzese, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Julian Hall assinar alguma coisa — um contrato no CF Montreal ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o CF Montreal terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Juan Quevedo apontou a data.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Sam Turner treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que CF Montreal podem fingir não ter ouvido.
Marcos Echeverría e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel13/10/2031
Palavras no treino do CF Montreal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dagur Dan Þórhallsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Plantel13/10/2031
No CF Montreal ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alex Román, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Noah Streit. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
7.73, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No CF Montreal ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Marcos Echeverría esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel29/09/2031
Palavras no treino do CF Montreal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dagur Dan Þórhallsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jerónimo López, e o treinador deixou.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑0, Interim Coach podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Em resumo
Notas dos jogadoresJulian Hall passa por eles um de cada vez
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O CF Montreal marcou aos 90, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No CF Montreal ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Jerónimo López acertou condições com o Philadelphia Union para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o CF Montreal lida com um homem que quer outro país.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CF Montreal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Julian Hall. 3‑2 sobre o Columbus Crew, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do CF Montreal sobre quem trabalha
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Philadelphia Union coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O CF Montreal vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Jerónimo López pré-acordou a mudança para o Philadelphia Union, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Adrian Şut chama-lhe outra coisa em privado.
O banco22/09/2031
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” John Reyna, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
O banco22/09/2031
Kevin Pierre tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Philadelphia Union dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Tai Baribo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kye Rowles e o CF Montreal acertam mais 2 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dagur Dan Þórhallsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Christian Olivares, e o treinador deixou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em CF Montreal, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CF Montreal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel25/08/2031
Ricky Louis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no CF Montreal sabem-no.
Segue-se o New York Red Bulls, e há um homem no balneário do CF Montreal que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $290.0K do que o CF Montreal pagou por Isaac Walker é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Não há pior forma de perder um futebolista. Frank Aziz pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
O CF Montreal foi ao New York City com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CF Montreal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dagur Dan Þórhallsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Isaac Walker será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no CF Montreal as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CF Montreal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Facundo Sánchez compromete-se com o CF Montreal por mais 4 anos.
Plantel23/06/2031
Ricky Louis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jerónimo López, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que CF Montreal podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No CF Montreal ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Christian Olivares e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel26/05/2031
Palavras no treino do CF Montreal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dagur Dan Þórhallsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aleksa Cvetković, e o treinador deixou.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O CF Montreal disse a Jerónimo López que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
O banco26/05/2031
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Dagur Dan Þórhallsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o CF Montreal lida com um homem que quer outro país.
Plantel21/04/2031
Ricky Louis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O CF Montreal perguntou e o Atlanta United FC disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O nome de Isaac Walker apareceu em conversas de que o CF Montreal não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel21/04/2031
Demasiada mudança demasiado depressa no CF Montreal
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Toda a gente deixou de fingir: o Toronto FC vai fazer a chamada por Christian Pulisic esta semana. O CF Montreal tem um número em mente, e o número não é tímido.