104 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sabadell perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marc Jurado será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sabadell as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sabadell coisas que levam mais de uma semana a retirar.
14 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
Plantel15/11/2032
Javi López-Pinto desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Christian Balestra tem a sua resposta do Sabadell; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Segue-se o Zaragoza, e há um homem no balneário do Sabadell que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Em resumo
O bancoSantiago Prieto tornou-se um homem de confiança do treinador
MercadoContinua sem haver assinatura de Marc Jurado
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Javi López-Pinto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/10/2032
Palavras no treino do Sabadell sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kensly Vázquez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Segue-se o Cádiz, e há um homem no balneário do Sabadell que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Em resumo
O bancoJason Ngouabi pede uma conversa com o treinador
O Atlético Madrid queria mais do que $10.7M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sabadell perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $392.1K do que o Sabadell pagou por Diego Gaitán é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sabadell nada responderam, o que também é uma resposta.
Direção06/09/2032
O Sabadell fecha o mercado com um plantel feito por si
24 entradas e 23 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sabadell ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proposta seguiu esta semana para o Granada, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não há pior forma de perder um futebolista. Kacper Żelazowski pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Javi López-Pinto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A proposta seguiu esta semana para o Málaga, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kensly Vázquez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gabriel Larnou e o Sabadell acertam mais 3 anos.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sabadell já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sabadell, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Levante, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As regras permitem-no e dói na mesma. Hernandes acertou condições com o Granada para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Javi López-Pinto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kensly Vázquez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sabadell já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Sabadell foi ao Valencia com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Jogo24/01/2032
Ninguém quer jogar contra o Sabadell neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Aleksa Purić marcou, foi avaliado com 7.75 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Léopold Joursky acabou de assinar pelo Sabadell e, por uma vez, a resposta importava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do RC Lens, e não vai ser retirado.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Joseph Kalulu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aron Dønnum está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Sékou Mara assinar alguma coisa — um contrato no RC Lens ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Sékou Mara: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o RC Lens a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Em resumo
Emprestados6 golos por empréstimo para Gabin Capuano