Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $291.3K do que o Castellón pagou por Luis López é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
As regras permitem-no e dói na mesma. Andriano Lebib acertou condições com o Mallorca para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Reinier Honkoop lesiona os ligamentos do joelho — 124 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 124 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alexander Håpnes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/05/2032
Kevin Barcella desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Odd sabe em que fase está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bobby Moore, e o treinador deixou.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Interim Coach depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Odd está a esgotar-se.
Verba acordada, salário acordado, e o Aalesund à espera com uma camisola. No Odd ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Verba acordada, condições acordadas, e um exame que disse o contrário. Ele volta para o Lillestrom; o Odd volta ao mercado; e ambos vão insistir que aqui não há história nenhuma.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Odd fez a parte difícil com o Molde, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Tristan Grippon agiu, no Odd, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Victor Larsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Odd ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel09/02/2032
Victor Larsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Magnus Dalager e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O clube não está proibido de gastar; simplesmente não tem nada que não tenha encaixado primeiro. Cada nome associado a Odd neste mercado vem com um nome a sair na mesma frase.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kai Enslin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Odd as despedidas começaram em silêncio.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Odd sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Victor Larsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kai Enslin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco26/01/2032
Luka Veum tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Odd dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Remy Rees-Dottin. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de Tom Glisenti
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Odd perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Odd sabem-no.
Nick D'Agostino e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Matteo Vescovi acabou de assinar pelo Odd e, por uma vez, a resposta importava.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Marius Lemaître acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Odd substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Lucas Schoofs tem 35 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
39 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Odd perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Olanrewaju Molade está a viver essa versão no Odd, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Odd ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Remy Rees-Dottin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sondre Liseth, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Odd coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O treinador tem uma lista e a direção pôs-lhe uma condição. Não é uma crise — metade do futebol funciona assim — mas decide qual dos dois leva a sua avante em agosto.
Agora é aritmética, e a aritmética está feita. Um verão de perguntas difíceis começa mais cedo no Odd, e o calendário da próxima época lê-se de outra maneira.
46 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Odd perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Odd, e não vai ser retirado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
O Haugesund vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Marco Untergrabner pré-acordou a mudança para o Odd, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Bobby Moore e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As contas esgotaram-se e via-se de longe. O verão difícil começa já, e o calendário do próximo ano vai estar cheio de nomes desconhecidos.
Plantel01/12/2031
Rayan Kadima lesiona os ligamentos do joelho — 53 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 53 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Odd, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kai Enslin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Odd as despedidas começaram em silêncio.
O Haugesund vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Riccardo De Zen pré-acordou a mudança para o Odd, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Remy Rees-Dottin estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Odd, mais uma semana sem a assinatura de Kai Enslin.
67 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Odd perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 16 e 14 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Odd, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rasmus Sandberg será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Odd as despedidas começaram em silêncio.
Sondre Fosnæss Hanssen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kevin Barcella está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rasmus Sandberg, e o treinador deixou.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
88 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Odd perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Odd ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kevin Barcella estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Em resumo
O bancoNão há lugar para Bobby Moore no jogo grande
137 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Odd perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Odd, e não vai ser retirado.
Plantel08/09/2031
Kevin Barcella desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Odd terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Kevin Barcella está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Odd, e não vai ser retirado.
Sondre Fosnæss Hanssen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Bobby Moore agiu, no Odd, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Metade do calendário jogado, 16.º lugar, 5 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jannik Dehm estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.