Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Aarau falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
40 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Aarau perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Aarau fez a parte difícil com o Zurich, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Aarau ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Leandro Martins esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Aarau perguntou e o Zurich disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.16, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Plantel28/07/2036
64 dias de fora para Facundo Muñóz depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Aarau vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Haris Gavranovic será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Aarau as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aarau coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Basel fica com o seu homem, e o Aarau volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O telefone voltou a tocar por causa de Hemsley Akpa-Chukwu, e desta vez do outro lado está o Neuchâtel Xamax. No Aarau ouvem com educação e não prometem nada.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marwan Aubert, e o treinador deixou.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Juan Cruz Rattalino acabou de assinar pelo Aarau e, por uma vez, a resposta importava.
A proposta seguiu esta semana para o Grasshopper, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As regras permitem-no e dói na mesma. Denis Seferovic acertou condições com o Stade Nyonnais para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Richard Wendel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marwan Aubert, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Corsin Konietzke está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Aarau, mais uma semana sem a assinatura de Marwan Aubert.
Em resumo
DireçãoOs salários engolem 89% das receitas do Aarau
As regras permitem-no e dói na mesma. Mohamed Atef acertou condições com o Thun para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Leandro Martins e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Albin Krasniqi e o Aarau acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Richard Lehmann acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Aarau substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O St. Gallen fica com o seu homem, e o Aarau volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dries Tielemans estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Aarau ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Corsin Konietzke estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fodé Doucouré, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Aarau, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jan Bürger será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Aarau as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Aarau, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Eser Gürbüz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aarau coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Aarau. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Aarau ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. David Dailoski pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Marwan Aubert esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Eser Gürbüz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Aarau lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Aarau vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Aarau admitiria. Nota-se aos sábados.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Aarau, mais uma semana sem a assinatura de Brayden Johnson.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Aarau. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Aarau ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Richard Wendel acabou de assinar pelo Aarau e, por uma vez, a resposta importava.
Marwan Aubert e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Eser Gürbüz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Trevor Benedict e o Aarau acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Aarau, mais uma semana sem a assinatura de Marwan Aubert.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marwan Aubert treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
89 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Universitario perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Universitario já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
Diego Romero e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luis Maturana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Tevis quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Universitario vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Santiago Flores será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Universitario as despedidas começaram em silêncio.
Plantel16/10/2034
Palavras no treino do Universitario sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Santiago Simón está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O novo treinador do Universitario já trabalhou com Jeremías Heidenreich e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Richard Wendel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ignacio Russo, e o treinador deixou.
Plantel16/10/2034
No Universitario ainda são estranhos uns para os outros
22 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco16/10/2034
Diego Romero tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Universitario dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.