93 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Queretaro perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Direção03/02/2031
Fecha o mercado: 1 entradas, 1 saídas no Queretaro
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 1, saíram 1, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Carlo Adriano e o Queretaro acertam mais 4 anos.
Bernardo Parra e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Carlo Adriano. 2‑1 sobre o Puebla, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel03/02/2031
Palavras no treino do Queretaro sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paulo Victor está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Bernardo Parra.
58 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Queretaro perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Michael Carcelén esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Santiago Suárez, e o treinador deixou.
Uma sondagem ao Red Bull Salzburg para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Carlo Adriano assinar alguma coisa — um contrato no Queretaro ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
66 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Queretaro perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Queretaro ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queretaro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Napoli fica com o seu homem, e o Queretaro volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leonardo Vargas, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” César Martínez e o Queretaro acertam mais 3 anos.
O Queretaro já telefonou ao Borussia Dortmund. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
Em resumo
O bancoEnzo Giménez tornou-se um homem de confiança do treinador