Óscar Sánchez

Atacante - Heidenheim
2 Dez 2026
Quarta-feira
Processo

Marcado para Óscar Sánchez

18 Edição

A Crónica de Heidenheim

30/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Não se vê o fim da espera do Heidenheim por uma vitória

Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Heidenheim tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Um desentendimento no Heidenheim

Tyrell Malacia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Notas dos jogadores

Mathias Honsak encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 21. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

Óscar Sánchez chega ao clube com que cresceu

Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Óscar Sánchez agiu, no Heidenheim, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.

Plantel

Mathias Honsak desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

O Heidenheim não encontra a baliza

3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.

O banco

Não há esconderijo para Mikkel Kaufmann

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mikkel Kaufmann, e o treinador deixou.

Notas dos jogadores

Ninguém em campo chegou perto de Tyrell Malacia

7.26, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Heidenheim tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.

O banco

A vista do banco

“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Karl Meyer escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.

Em resumo