43 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
24 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Lenny Pirringuel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel06/12/2032
Prince Martor desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Djoliba ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Lenny Pirringuel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel15/11/2032
Prince Martor desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
11 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Djoliba, mais uma semana sem a assinatura de Djé.
Direção15/11/2032
Em Djoliba não entra ninguém enquanto não sair alguém
O clube não está proibido de gastar; simplesmente não tem nada que não tenha encaixado primeiro. Cada nome associado a Djoliba neste mercado vem com um nome a sair na mesma frase.
O Djoliba torna a sua casa um sítio difícil de visitar
41 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Lenny Pirringuel produziu-o, e o 8.15 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Djoliba, e não vai ser retirado.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Djoliba ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Lenny Pirringuel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o Djoliba e o Etoiles du Mande, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
81 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Genclerbirligi perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.15 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Dribles concretizados: 25. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Direção01/09/2031
O Genclerbirligi fecha o mercado com um plantel feito por si
30 entradas e 5 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Genclerbirligi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Kenneth Mamah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
2‑3 para o Hatayspor, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel01/09/2031
Erick Monteiro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Atakan Çankaya lesiona os ligamentos do joelho — 102 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 102 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Genclerbirligi podem fingir não ter ouvido.
Não há pior forma de perder um futebolista. Jan de Boer pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Pedro Pereira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel11/08/2031
Erick Monteiro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Genclerbirligi perguntou e o Galatasaray disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
116 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Genclerbirligi perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Direção28/07/2031
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Genclerbirligi
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Genclerbirligi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel28/07/2031
Palavras no treino do Genclerbirligi sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pedro Pereira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Genclerbirligi perguntou e o Fenerbahce disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Genclerbirligi sabem-no.
Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no Genclerbirligi já sabem disso.
O Genclerbirligi já telefonou ao Kayserispor. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
130 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Genclerbirligi perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Isto não é rotação. Mouhamed Gueye está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Genclerbirligi finge o contrário.
Plantel14/07/2031
Pedro Pereira desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Kayserispor fica com o seu homem, e o Genclerbirligi volta a uma lista com um nome riscado.
Thomas Kok esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Genclerbirligi daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Sakaryaspor segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
144 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Genclerbirligi perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Genclerbirligi, e não vai ser retirado.
Direção30/06/2031
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Genclerbirligi
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
O aperto de mão com o Adana Demirspor está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O Genclerbirligi perguntou e o Besiktas disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Genclerbirligi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $430.0K porque Engin Can Biterge é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Kenneth Mamah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Engin Can Biterge agiu, no Genclerbirligi, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Em resumo
PlantelErick Monteiro desentende-se com um colega por causa das exigências
O aperto de mão com o Sariyer está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Prince Martor será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Genclerbirligi as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Genclerbirligi podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Genclerbirligi pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $300.0K — um clube que quer Bedirhan Yıldız ao ponto de perguntar duas vezes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Genclerbirligi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
As bancadasA cidade pediu, e o Genclerbirligi pagou $4.6M
Os adeptos organizam-se contra a direção do Genclerbirligi
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Genclerbirligi, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Genclerbirligi pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Pedro Pereira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mouhamed Gueye estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Kenneth Mamah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/05/2031
Palavras no treino do Genclerbirligi sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Erick Monteiro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Samuel Ballet está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Genclerbirligi sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Genclerbirligi
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
7.95, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Isto não é rotação. Erick Gabriel está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Genclerbirligi finge o contrário.
Plantel28/04/2031
Palavras no treino do Genclerbirligi sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Erick Monteiro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Genclerbirligi sabem-no.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Genclerbirligi, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Prince Martor será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Genclerbirligi as despedidas começaram em silêncio.
Ronei e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel21/04/2031
Palavras no treino do Genclerbirligi sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Erick Monteiro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Prince Martor, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Em resumo
PlantelNo Genclerbirligi ainda são estranhos uns para os outros
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Genclerbirligi podem fingir não ter ouvido.
Kenneth Mamah e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel31/03/2031
Erick Monteiro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Genclerbirligi lida com um homem que quer outro país.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Genclerbirligi disse a Bertu Özyürek que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Genclerbirligi sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Genclerbirligi, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Genclerbirligi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Palavras no treino do Genclerbirligi sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mouhamed Gueye está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Genclerbirligi ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 5 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Dribles concretizados: 18. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel03/03/2031
Mouhamed Gueye desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
0‑4 frente ao RB Leipzig. A leitura honesta não é que os jogadores estiveram mal: é que a distância entre este clube e aquele se mede hoje em coisas que o dinheiro leva anos a comprar.
Isto não é rotação. Mouhamed Gueye está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Genclerbirligi finge o contrário.
Jogo23/02/2031
Não se vê o fim da espera do Genclerbirligi por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Genclerbirligi tem de arrancar um resultado de algum lado.
Kenneth Mamah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Plantel24/02/2031
Palavras no treino do Genclerbirligi sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Erick Monteiro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pedro Pereira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel17/02/2031
Palavras no treino do Genclerbirligi sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Erick Monteiro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Genclerbirligi foi explícito quanto à situação de Prince Martor, o que é mais do que muitos recebem.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Plantel17/02/2031
No Genclerbirligi ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Em resumo
O bancoSamuel Ballet tornou-se um homem de confiança do treinador
Derrota por 1‑4 com o Trabzonspor, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.
Jogo25/01/2031
Não se vê o fim da espera do Genclerbirligi por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Genclerbirligi tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Genclerbirligi podem fingir não ter ouvido.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Genclerbirligi fez a parte difícil com o Bodrum FK, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Genclerbirligi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel27/01/2031
Erick Monteiro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Genclerbirligi perguntou e o Kocaelispor disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Pendikspor ninguém diz, e no Genclerbirligi ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Genclerbirligi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Erzurumspor fica com o seu homem, e o Genclerbirligi volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Diogo Bezerra, e o treinador deixou.
O telefone voltou a tocar por causa de Tyler Doğan, e desta vez do outro lado está o Bandirmaspor. No Genclerbirligi ouvem com educação e não prometem nada.
O Goztepe levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel20/01/2031
Mouhamed Gueye desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.