Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 29 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Shooting Stars pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Direção01/02/2027
O prazo passa com 5 contratações e 0 saídas
Está feito o negócio no Shooting Stars até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Mercado01/02/2027
Tão perto: a transferência de Ozovehe Adeiza morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Ikorodu City seguiu em frente, Ozovehe Adeiza apresenta-se de volta no Shooting Stars, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Qamar Adegoke e o Shooting Stars acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Qamar Adegoke e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não se vê o fim da espera do Shooting Stars por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Shooting Stars tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Shooting Stars pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A proposta do Kun Khalifat por Abiodun Adegoke foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Abubakar Taheer e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Qamar Adegoke estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Abubakar Taheer e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel28/12/2026
Qamar Adegoke desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Shooting Stars vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ganiyu Wasiu treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel19/10/2026
8 caras novas e o Shooting Stars ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kabiru Tijjani treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Plantel19/10/2026
Olumide Henry desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Shooting Stars perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 32 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jogo12/09/2026
Não se vê o fim da espera do Shooting Stars por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Shooting Stars tem de arrancar um resultado de algum lado.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Cruzeiro fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O Shooting Stars perguntou e o Botafogo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kabiru Tijjani, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Shooting Stars sobre quem trabalha
Notas dos jogadoresO jogo passou por Muyiwa Balogun — 6.56
Jamiu Amusat lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Shooting Stars já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Shooting Stars podem fingir não ter ouvido.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Mercado31/08/2026
Tão perto: a transferência de Abiodun Adegoke morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Barau seguiu em frente, Abiodun Adegoke apresenta-se de volta no Shooting Stars, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Qamar Adegoke esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Shooting Stars sobre quem trabalha
45 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Shooting Stars perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
2 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Shooting Stars perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Shooting Stars, e não vai ser retirado.
As regras permitem-no e dói na mesma. Gbolagade Adelowo acertou condições com o Rivers United para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Jimmy Evans fica onde está
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Stephen Amos marcou, foi avaliado com 7.79 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Stephen Amos será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shooting Stars as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Stephen Amos acertou condições com o El-Kanemi Warriors para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kabiru Tijjani e o Shooting Stars acertam mais 4 anos.
Abubakar Taheer e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Palavras no treino do Shooting Stars sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Muyiwa Balogun está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.