O Betis aceitou o dinheiro. O que o Leganés ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Leganés ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Celta fica com o seu homem, e o Leganés volta a uma lista com um nome riscado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Leganés, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Leganés fez a parte difícil com o Villarreal, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Meven Loric esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Xavello Druiventak está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
Verba acordada, salário acordado, e o Talavera à espera com uma camisola. No Leganés ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fernando Soto será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Leganés as despedidas começaram em silêncio.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Barcelona fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Xavello Druiventak está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Villarreal fica com o seu homem, e o Leganés volta a uma lista com um nome riscado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Celta fica com o seu homem, e o Leganés volta a uma lista com um nome riscado.
Meven Loric esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/07/2035
Mateo Biondić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
8 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Perguntou-se ao VfL Wolfsburg se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Haverá conversa esta semana. Leganés vão pôr um número, e a partir daí deixa de ser futebol e passa a ser aritmética.
O banco30/07/2035
David Montes tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Leganés dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de Iker Muñoz
Gonzalo Vera lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Leganés, e não vai ser retirado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Atlético Madrid ninguém diz, e no Leganés ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Leganés coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Biondić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sevilla fica com o seu homem, e o Leganés volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Izan Merino está em marcha
Alvos de mercadoUm empréstimo de Edu Altozano está em marcha
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Leganés perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Leganés e o Betis acertaram em $5.6M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Leganés ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Meven Loric e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel09/07/2035
Mateo Biondić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Enzo Vidal e o Leganés acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sevilla fica com o seu homem, e o Leganés volta a uma lista com um nome riscado.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Leganés está a esgotar-se.
53 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Leganés perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não há pior forma de perder um futebolista. Xavello Druiventak pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
O Leganés perguntou e o Huesca disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateo Biondić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Meven Loric e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luca Reggiani será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Leganés as despedidas começaram em silêncio.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Real Sociedad fica com o seu homem, e o Leganés volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel11/06/2035
Uma transferência que Franco Barone teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Franco Barone está a viver essa versão no Leganés, e costuma notar-se no primeiro mês.
$780.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Barcelona pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateo Biondić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Leganés está a esgotar-se.
22 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Leganés perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Leganés ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Meven Loric e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.96 para o resto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Leganés coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para David Montes, e o treinador deixou.
O banco30/04/2035
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Luca Zidane
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Em resumo
PlantelLuca Zidane deixa escapar por entre as mãos
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Leganés ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Gabri De Vuyst pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Xavello Druiventak estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Leganés coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Leganés, mais uma semana sem a assinatura de Luca Zidane.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Luca Zidane foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
O treinador reorganizou as ideias e Tomás Altamirano saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Leganés, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luca Reggiani será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Leganés as despedidas começaram em silêncio.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Meven Loric esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Martín Prieto e o Leganés acertam mais 5 anos.
Martín Prieto tem 20 anos, e o Leganés contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
O banco12/03/2035
Luca Zidane tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Leganés dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O Leganés perguntou e o Valencia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Tiago Rodríguez acabou de assinar pelo Leganés e, por uma vez, a resposta importava.
O Osasuna vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Mathew Collins pré-acordou a mudança para o Leganés, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Meven Loric esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tomás Altamirano estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Leganés vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Leganés perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Leganés, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Leganés ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
$280.0K em cima da mesa do Atlético Madrid. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 104 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Agustín Anacaratti será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Leganés as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Iker Muñoz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Meven Loric e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Leganés foi explícito quanto à situação de Meven Loric, o que é mais do que muitos recebem.
O banco25/12/2034
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Leganés vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Leganés, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Leganés ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luca Zidane, e o treinador deixou.
Jayden Adams, 33 anos, faz recuar o relógio — 7.83
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.83 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jayden Adams e o Leganés acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Leganés, e 3 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Leganés, mais uma semana sem a assinatura de Luca Zidane.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tomás Altamirano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Leganés
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Xavello Druiventak está a viver essa versão no Leganés, e costuma notar-se no primeiro mês.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Leganés, e não vai ser retirado.
Meven Loric esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Leganés, mais uma semana sem a assinatura de Luca Reggiani.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Leganés ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Leganés, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tomás Altamirano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Jayden Adams, 33 anos, faz recuar o relógio — 7.82
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.82 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Leganés a ouviu como outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Leganés ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Agustín Anacaratti acertou condições com o Huesca para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Alex Teves esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um 2‑1 sobre o Deportivo La Coruña, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Jayden Adams pôs o Leganés de novo em igualdade em 1 minutos, e o Deportivo La Coruña nunca chegou a jogar com vantagem.
0‑3 para o Sevilla Atlético, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
A proposta seguiu esta semana para o Athletic Bilbao, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Leganés ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Athletic Bilbao ninguém diz, e no Leganés ninguém gosta de estar a adivinhar.
$340.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Atlético Madrid pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Meven Loric está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alex Teves será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Leganés as despedidas começaram em silêncio.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Real Sociedad fica com o seu homem, e o Leganés volta a uma lista com um nome riscado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Leganés fez a parte difícil com o Real Sociedad, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Leganés coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Costyn Gheorghe está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Leganés, mais uma semana sem a assinatura de Alex Teves.
O Leganés já telefonou ao Las Palmas. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Leganés perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Real Madrid queria mais do que $2.4M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Leganés, e não vai ser retirado.
O Leganés perguntou e o Real Sociedad disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Valladolid fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Jayden Adams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Meven Loric estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Leganés, mais uma semana sem a assinatura de Luca Zidane.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Leganés ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Leganés ofereceu $2.8M; o Almería disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Leganés perguntou e o Atlético Madrid disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Leganés coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Meven Loric está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Real Sociedad para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Leganés já se começa a dizer o nome dele no passado.
$4.8M era o máximo que o clube pagaria, e o Sevilla pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Leganés, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Betis fica com o seu homem, e o Leganés volta a uma lista com um nome riscado.
Alex Teves e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Meven Loric está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Leganés, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Leon Špoljarić será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Leganés as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Leganés coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel05/06/2034
Meven Loric desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.