Jonathan Meza

Atacante - Jogador Livre
24 Abr 2029
Terça-feira
Processo

Marcado para Jonathan Meza

117 Edição

A Gazeta de Vaduz

23/10/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Vaduz estão mesmo em apuros

9.º lugar, 11 pontos e um calendário com menos jogos do que desculpas. As contas ainda não são cruéis, mas deixaram de ser simpáticas.

Mercado

Jonathan Meza põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vaduz, e não vai ser retirado.

Jogo

O golo de Marco Meli não chega para o Vaduz

Marco Meli marcou, e pouco mais correu bem: 1‑2 para o Étoile Carouge, e um caminho silencioso até ao balneário.

O banco

O treinador faz de Tim Hottiger um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Marco Meli

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.06, e nem uma objeção no estádio.

O banco

Ruben Benito responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

Plantel

Lorenzo Ferrari desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

A falta de forma apanha Lennart Stoll

Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.

O banco

Lennart Stoll bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Vaduz, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo

Edições anteriores
112 Edição

A Gazeta de Vaduz

18/09/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

As bancadas

A raiva no Vaduz transborda para fora do estádio

Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.

Jogo

Sem esconderijo para o Vaduz

0‑3 frente ao Yverdon, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Vaduz por uma vitória

Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Vaduz tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Os ânimos aquecem no Vaduz

Gianluca Germinario esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Palavras no treino do Vaduz sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Liam Marheineke está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

O treinador faz de Liam Marheineke um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Não há lugar para Gianluca Germinario no desenho novo

Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Vaduz joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.

Direção

Portas fechadas no Vaduz

A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑3, ditas por Ruben Benito a uma sala que já as tinha ouvido.

Em resumo

110 Edição

A Gazeta de Vaduz

04/09/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Stephan Seiler pede para sair do Vaduz

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Notas dos jogadores

Loun Srdanovic passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 26. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Vaduz por uma vitória

Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Vaduz tem de arrancar um resultado de algum lado.

Direção

O Vaduz fecha o mercado com um plantel feito por si

28 entradas e 31 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.

Jogo

Stade Lausanne-Ouchy leva os pontos ao Vaduz

Derrota por 1‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

O banco

Não há esconderijo para Marco Meli

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marco Meli, e o treinador deixou.

Plantel

Denis Simani já não é o jogador que era

Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 36 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.

Plantel

Palavras no treino do Vaduz sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Liam Marheineke está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Jonathan Meza quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Vaduz ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Em resumo

  • Direção Os salários engolem 115% das receitas do Vaduz
  • Plantel Demasiada mudança demasiado depressa no Vaduz
  • O banco Ruben Benito enfrenta as perguntas
101 Edição

A Gazeta de Vaduz

03/07/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Vaduz estão mesmo em apuros

10.º lugar, 6 pontos e um calendário com menos jogos do que desculpas. As contas ainda não são cruéis, mas deixaram de ser simpáticas.

Mercado

Mamadou Meité pede para sair do Vaduz

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Luis Fernando desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Alvos de mercado

O Vaduz leva uma nega por Simon Caillet

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sion fica com o seu homem, e o Vaduz volta a uma lista com um nome riscado.

Plantel

Um desentendimento no Vaduz

Stephan Seiler e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Jonathan Meza quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Vaduz ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Mercado

Conversas entre Vaduz e Luis Fernando empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

Direção

Os salários engolem 98% das receitas do Vaduz

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

Alvos de mercado

O Vaduz pergunta por Gregory Wüthrich

Uma sondagem ao Young Boys para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Em resumo

96 Edição

A Gazeta de Vaduz

29/05/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

As bancadas

A raiva no Vaduz transborda para fora do estádio

Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.

Direção

O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Vaduz

Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.

Mercado

Niklas Lang pede para sair do Vaduz

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Troca de palavras no Vaduz

Leon Schaffran e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Luis Fernando desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

O treinador faz de Marco Meli um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Quando importa, Marcel Monsberger joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

Mischa Eberhard regressa de um empréstimo que não lhe deu nada

0 jogos e 0 golos não são uma época: são um ano que alguém perdeu. Se a culpa é dele, do clube que o acolheu ou de quem tratou do assunto é a discussão das próximas semanas.

Mercado

Vaduz colocam Marcel Monsberger no mercado

A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Marcel Monsberger pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.

Em resumo

95 Edição

A Gazeta de Vaduz

22/05/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Dejan Djokic põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vaduz, e não vai ser retirado.

Plantel

Palavras no treino do Vaduz sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nahuel Estévez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Um desentendimento no Vaduz

Serge Müller e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

No Vaduz ainda são estranhos uns para os outros

7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

O banco

Ângelo Campos é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ângelo Campos está nela.

O banco

Serge Müller pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

A pergunta sobre Dejan Djokic persegue o Vaduz

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Dejan Djokic. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

O banco

Abre-se uma porta a Marco Meli

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Plantel

Jonathan Meza continua a ser um estranho

Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Vaduz admitiria. Nota-se aos sábados.

Em resumo

94 Edição

A Gazeta de Vaduz

15/05/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Mischa Beeli põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vaduz, e não vai ser retirado.

Plantel

Os ânimos aquecem no Vaduz

Fabio Fehr esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Vaduz

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nahuel Estévez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Mattia Tirelli ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

«Quero jogar»: fala Mattia Tirelli

«Respeito o treinador e não vou ficar aqui a fingir que estou contente.» É a frase mais repetida do futebol e nunca foi o fim de uma história.

O banco

Malik Sawadogo é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Malik Sawadogo está nela.

O banco

Kemal Ademi pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Plantel

Nahuel Estévez continua a ser um estranho

Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Vaduz admitiria. Nota-se aos sábados.

Mercado

Vaduz e Jonathan Meza falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Em resumo

92 Edição

A Gazeta de Vaduz

01/05/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

As bancadas

Os adeptos organizam-se contra a direção do Vaduz

Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.

Direção

Cresce a pressão na direção do Vaduz

Os dirigentes deixaram de mostrar afeto público ao treinador. No futebol, isso costuma ser a fase anterior ao comunicado curto.

Plantel

Levin Lampert lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Mercado

Miloš Ćoćić pede para sair do Vaduz

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Troca de palavras no Vaduz

Leon Schaffran e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Vaduz

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nahuel Estévez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Fabio Fehr sem o homem que o contratou

Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Fabio Fehr foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.

Plantel

Jonathan Meza não encaixa no Vaduz

O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.

O banco

Mattia Tirelli bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Vaduz, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo