“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Unirea Slobozia, e não vai ser retirado.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Thierno Bah marcou, foi avaliado com 7.67 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Unirea Slobozia fez a parte difícil com o Farul Constanța, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Simão Silva e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Direção24/07/2034
13 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Unirea Slobozia
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Farul Constanța fica com o seu homem, e o Unirea Slobozia volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thierno Bah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Unirea Slobozia podem fingir não ter ouvido.
Plantel17/07/2034
Olimpiu Moruţan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Souleymane Keïta e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Perguntou-se ao Hermannstadt se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Daniel Galitchi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 86 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Unirea Slobozia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.46 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
19 golos e uma média de 7.32 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unirea Slobozia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/05/2034
Leonardo Sosa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
DireçãoOs salários engolem 106% das receitas do Unirea Slobozia
Notas dos jogadoresDaniel Galitchi passa por eles um de cada vez
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Unirea Slobozia, e não vai ser retirado.
Olimpiu Moruţan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leonardo Sosa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.
O banco01/05/2034
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Unirea Slobozia também ninguém o escondia.
O banco01/05/2034
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Zac Hadi
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Neo Almqvist será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Unirea Slobozia as despedidas começaram em silêncio.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Unirea Slobozia pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unirea Slobozia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Olimpiu Moruţan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Óttar Uni Steinbjörnsson, e o treinador deixou.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Unirea Slobozia lida com um homem que quer outro país.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Dan Nechifor: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Unirea Slobozia a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Marc Tsoungui e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Olimpiu Moruţan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Daniel Galitchi. 1‑0 sobre o Câmpulung Muscel, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Segue-se o CS Dinamo Bucharest, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
O treinador reorganizou as ideias e Leonardo Sosa saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco06/03/2034
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Interim Coach foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Unirea Slobozia fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Em resumo
PlantelSimão Silva vive a melhor forma da carreira
Posição 2, 64 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Unirea Slobozia, e não vai ser retirado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Unirea Slobozia sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leonardo Sosa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Unirea Slobozia perguntou e o CFR Cluj disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ionut Coman lesiona os ligamentos do joelho — 34 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o UTA Arad à espera com uma camisola. No Unirea Slobozia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Unirea Slobozia fez a parte difícil com o Hermannstadt, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
26 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Unirea Slobozia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.24 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Unirea Slobozia aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Leonardo Sosa e o Unirea Slobozia acertam mais 4 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unirea Slobozia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O telefone voltou a tocar por causa de Jan Krzywański, e desta vez do outro lado está o Botosani. No Unirea Slobozia ouvem com educação e não prometem nada.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Daniel Galitchi tem a sua resposta do Unirea Slobozia; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fabian Zaleski será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Unirea Slobozia as despedidas começaram em silêncio.
Olimpiu Moruţan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marc Tsoungui está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Daniel Galitchi. 1‑0 sobre o CSC Dumbrăvița, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.59 na ficha, e os adeptos do Unirea Slobozia saíram a repetir um nome.
O banco28/11/2033
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Interim Coach foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gabriel Kulla será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Unirea Slobozia as despedidas começaram em silêncio.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Unirea Slobozia pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unirea Slobozia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gabriel Kulla, e o treinador deixou.
O banco21/11/2033
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Interim Coach foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.11 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Marc Tsoungui esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um 1‑0 sobre o FC Bihor Oradea, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel31/10/2033
Dan Nechifor desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Interim Coach sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
0‑3 frente ao FK Csíkszereda, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O CS Dinamo Bucharest continuou a vir porque nada o travou, e ao Unirea Slobozia vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
0-3, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Unirea Slobozia, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Itay Baruch será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Unirea Slobozia as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unirea Slobozia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelMarc Tsoungui desentende-se com um colega por causa das exigências
Bradley Mazikou lesiona os ligamentos do joelho — 20 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 20 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Unirea Slobozia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Olimpiu Moruţan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Bradley Mazikou lesiona os ligamentos do joelho — 48 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 48 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Unirea Slobozia, e não vai ser retirado.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 23, saíram 23, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Mercado05/09/2033
Tão perto: a transferência de Jan Krzywański morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O CS Afumați seguiu em frente, Jan Krzywański apresenta-se de volta no Unirea Slobozia, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Olimpiu Moruţan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A proposta seguiu esta semana para o Voluntari, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marc Tsoungui estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O FCSB fica com o seu homem, e o Unirea Slobozia volta a uma lista com um nome riscado.
69 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Unirea Slobozia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Unirea Slobozia pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Unirea Slobozia podem fingir não ter ouvido.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.05 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Olimpiu Moruţan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel15/08/2033
Marc Tsoungui desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Galitchi, e o treinador deixou.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Unirea Slobozia lida com um homem que quer outro país.
As contas esgotaram-se e via-se de longe. O verão difícil começa já, e o calendário do próximo ano vai estar cheio de nomes desconhecidos.
Plantel06/06/2033
Bradley Mazikou lesiona os ligamentos do joelho — 139 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 139 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O aperto de mão com o FC Argeș está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Marc Tsoungui e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Daniel Galitchi e o Unirea Slobozia acertam mais 4 anos.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Miguel Constantinescu acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Unirea Slobozia substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Giulio Carraro será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Unirea Slobozia as despedidas começaram em silêncio.
Olimpiu Moruţan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Galitchi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dragoş Tescan, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Unirea Slobozia, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Unirea Slobozia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Olimpiu Moruţan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dan Nechifor está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as carreiras longas chegam à semana em que se pensa na última. Ele gostava que fosse onde começou, e o Unirea Slobozia sabe agora que esse pensamento chegou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de João Paulo: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Unirea Slobozia a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Unirea Slobozia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoPaul Mitrita tornou-se um homem de confiança do treinador
0‑4 para o Petrolul Ploiești, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Daniel Galitchi está a viver essa versão no Unirea Slobozia, e costuma notar-se no primeiro mês.
Simão Silva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marc Tsoungui, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Galitchi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑4, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.