28 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O BK Hacken perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Troelsen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ilyes Mekkaoui esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
11 balizas a zeros em 16 jogos no GIF Sundsvall. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Interim Coach podia dar-se ao luxo de ser generoso.
35 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O BK Hacken perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel15/10/2035
17 dias de fora para Isak Larsson depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O BK Hacken vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Edoardo Zanaga e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Troelsen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco15/10/2035
Kenzo Berisha tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no BK Hacken dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
42 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O BK Hacken perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 24 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No BK Hacken ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Troelsen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ilyes Mekkaoui e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 49 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 31 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no BK Hacken coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Troelsen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no BK Hacken, mais uma semana sem a assinatura de Kevin Krygård.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Interim Coach depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 56 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel24/09/2035
38 dias de fora para Isak Larsson depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O BK Hacken vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
7.64, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Edoardo Zanaga e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Troelsen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
45 dias de fora para Isak Larsson depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O BK Hacken vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do BK Hacken, e não vai ser retirado.
Jogo15/09/2035
Não se vê o fim da espera do BK Hacken por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no BK Hacken tem de arrancar um resultado de algum lado.
Edoardo Zanaga esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/09/2035
Andreas Troelsen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Patrik Volarević e o BK Hacken acertam mais 3 anos.
52 dias de fora para Isak Larsson depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O BK Hacken vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ilyes Mekkaoui será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no BK Hacken as despedidas começaram em silêncio.
Edoardo Zanaga e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel10/09/2035
Andreas Troelsen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no BK Hacken, mais uma semana sem a assinatura de Mikkel Løndal.
9 jogos sem sofrer em 14 partidas. O empréstimo de um guarda-redes julga-se pelas tardes em que não aconteceu nada, e Lucas Da Silva Rød tem tido muitas.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sixten Floric, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kenzo Berisha está nela.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do BK Hacken já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que BK Hacken podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no BK Hacken coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Brommapojkarna queria mais do que $170.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Plantel27/08/2035
Andreas Troelsen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O BK Hacken vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o GAIS pode já não estar a vender.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do BK Hacken, e não vai ser retirado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Edoardo Zanaga produziu-o, e o 8.25 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O aperto de mão com o GAIS está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O BK Hacken pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Direção20/08/2035
Fecha o mercado: 21 entradas, 19 saídas no BK Hacken
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 21, saíram 19, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
A proposta seguiu esta semana para o Brommapojkarna, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Troelsen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ilyes Mekkaoui e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Landskrona BoIS vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O BK Hacken foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
O AIK segue em frente e o BK Hacken vai para casa, com um 0‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O BK Hacken perdeu-o em tudo menos nos papéis.
As bancadas13/08/2035
A vergonha da taça no AIK segue o BK Hacken até casa
0-3. Ser eliminado de uma taça é uma tarde; ser eliminado assim é uma semana de programas de rádio, e o treinador vai ouvir todos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ilyes Mekkaoui será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no BK Hacken as despedidas começaram em silêncio.
O BK Hacken foi ao Djurgarden com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Em resumo
Alvos de mercadoUma proposta de $26.0K por Mathieu Fleury
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do BK Hacken, e não vai ser retirado.
Verba acordada, condições acordadas, e um exame que disse o contrário. Ele volta para o Hammarby; o BK Hacken volta ao mercado; e ambos vão insistir que aqui não há história nenhuma.
Edoardo Zanaga e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
$25.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Landskrona BoIS pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel06/08/2035
Palavras no treino do BK Hacken sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Troelsen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O BK Hacken perguntou e o Hammarby disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que BK Hacken podem fingir não ter ouvido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do BK Hacken já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta seguiu esta semana para o Degerfors, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O BK Hacken foi ao Djurgarden com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Troelsen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Troelsen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jere Kallinen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Minuto 88, frente ao Djurgarden, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
Um 1‑1 com o Djurgarden deixa o balneário entre o alívio e a frustração.
O banco09/07/2035
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do BK Hacken também ninguém o escondia.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Daniel Henareh: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o BK Hacken a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
O Degerfors vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O BK Hacken foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Patrik Volarević acabou de assinar pelo BK Hacken e, por uma vez, a resposta importava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ilyes Mekkaoui será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no BK Hacken as despedidas começaram em silêncio.
Edoardo Zanaga e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel21/05/2035
Palavras no treino do BK Hacken sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Troelsen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Xavier Odhiambo acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o BK Hacken substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o BK Hacken joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em BK Hacken já falam dele no passado.
Plantel14/05/2035
Palavras no treino do BK Hacken sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Troelsen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Jere Kallinen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O BK Hacken entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Interim Coach fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
O Falkenberg está fora e o BK Hacken segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Notas dos jogadores07/05/2035
Uma estreia que Oliver Pohl não vai esquecer — 7.54
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 0 no marcador, 7.54 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alexandr Orekhov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no BK Hacken as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no BK Hacken coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/05/2035
Palavras no treino do BK Hacken sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Troelsen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Oliver Pohl tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do BK Hacken, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ilyes Mekkaoui será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no BK Hacken as despedidas começaram em silêncio.
Plantel23/04/2035
Andreas Troelsen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no BK Hacken coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o BK Hacken lida com um homem que quer outro país.
O banco23/04/2035
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Verba acordada, condições acordadas, e um exame que disse o contrário. Ele volta para o IFK Norrkoping; o BK Hacken volta ao mercado; e ambos vão insistir que aqui não há história nenhuma.
Plantel09/04/2035
Leo Hedenberg consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Leo Hedenberg acabou de assinar pelo BK Hacken e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kevin Krygård estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O BK Hacken perguntou e o Malmo FF disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Toda a gente no BK Hacken viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 36 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 36 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Doudou Ndiaye será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no BK Hacken as despedidas começaram em silêncio.
Plantel06/11/2034
Palavras no treino do BK Hacken sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Troelsen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Jere Kallinen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Edoardo Zanaga, e o treinador deixou.
O treinador reorganizou as ideias e Benoit Olivier saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no BK Hacken, mais uma semana sem a assinatura de Mamadou Sané.
O banco06/11/2034
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do BK Hacken também ninguém o escondia.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do BK Hacken, e não vai ser retirado.
7.67, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ziad Ayoub e o BK Hacken acertam mais 4 anos.
Plantel02/10/2034
Kevin Krygård desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no BK Hacken coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Kevin Krygård pôs o BK Hacken de novo em igualdade em 3 minutos, e o Malmo FF nunca chegou a jogar com vantagem.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
PlantelNo BK Hacken ainda são estranhos uns para os outros
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em BK Hacken já falam dele no passado.
Plantel11/09/2034
Palavras no treino do BK Hacken sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kevin Krygård está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Jere Kallinen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jacopo Di Pierdomenico, e o treinador deixou.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Andreas Troelsen: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o BK Hacken a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do BK Hacken já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Doudou Ndiaye será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no BK Hacken as despedidas começaram em silêncio.
$44.0K era o máximo que o clube pagaria, e o IF Elfsborg pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel14/08/2034
Andreas Troelsen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O BK Hacken perguntou e o Hammarby disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Edoardo Zanaga e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mick Tiel, e o treinador deixou.
Aos 34 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O BK Hacken marcou aos 91, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O BK Hacken perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O BK Hacken fez a parte difícil com o Degerfors, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Brann ninguém diz, e no BK Hacken ninguém gosta de estar a adivinhar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kevin Krygård estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no BK Hacken coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que BK Hacken podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No BK Hacken ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel10/07/2034
Kevin Krygård desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Edoardo Zanaga e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 88, e o Djurgarden passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Frederik Bunten será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no BK Hacken as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Troelsen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Edoardo Zanaga esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Arnór Sigurðsson. 1‑0 sobre o Djurgarden, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em BK Hacken já falam dele no passado.
Plantel26/06/2034
Kevin Krygård desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no BK Hacken coisas que levam mais de uma semana a retirar.
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Miguel Rebelo lesiona os ligamentos do joelho — 17 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do Primorje por Jaka Cencelj foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No BK Hacken ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kevin Krygård estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Notas dos jogadores19/06/2034
Dion Gashi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.19. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No BK Hacken ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O BK Hacken perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No BK Hacken ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo10/06/2034
Não se vê o fim da espera do BK Hacken por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no BK Hacken tem de arrancar um resultado de algum lado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Mads Westergren agiu, no BK Hacken, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Troelsen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Petros Kaloutsikidis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no BK Hacken, mais uma semana sem a assinatura de Mamadou Sané.
O banco12/06/2034
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Em resumo
MercadoExperiência a entrar pela porta do BK Hacken
MercadoExperiência a entrar pela porta do BK Hacken
JogoPonto ganho ou dois perdidos para o BK Hacken?
31 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O BK Hacken perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Frederik Bunten será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no BK Hacken as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mick Tiel e o BK Hacken acertam mais 3 anos.
Plantel05/06/2034
Kevin Krygård desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mamadou Sané, e o treinador deixou.
Empate aos 89 minutos, depois de uma tarde que o BK Hacken tinha praticamente arrumada. O Västerås SK vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Foi preciso Ziad Ayoub marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Västerås SK, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O banco05/06/2034
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do BK Hacken também ninguém o escondia.
38 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O BK Hacken perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No BK Hacken ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel29/05/2034
Uma transferência que Nikita Bokov teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Nikita Bokov está a viver essa versão no BK Hacken, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kevin Krygård estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Petros Kaloutsikidis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sebastian Jarl, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 14. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco29/05/2034
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Dribles concretizados: 26. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luka Radić será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no BK Hacken as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kevin Krygård estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Edoardo Zanaga e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O BK Hacken vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Vitória por 3‑0 sobre o IK Brage, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
0‑4 para o Hammarby, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 1 no marcador, 7.81 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Edoardo Zanaga acabou de assinar pelo BK Hacken e, por uma vez, a resposta importava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No BK Hacken ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kevin Krygård estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Edoardo Zanaga esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 17 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.