Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do New Edubiase United está a esgotar-se.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New Edubiase United falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no New Edubiase United tem de arrancar um resultado de algum lado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Randy Dwumfour estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 12 ações combinadas e uma nota de 6.95, e nenhuma delas entrará num resumo.
Pablo Matavele esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em New Edubiase United toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
0‑3 para o Hasaacas, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O New Edubiase United vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Enock Afram e o New Edubiase United acertam mais 3 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Randy Dwumfour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» New Edubiase United nada responderam, o que também é uma resposta.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Liberty Professionals ninguém diz, e no New Edubiase United ninguém gosta de estar a adivinhar.
Frank Appiah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
5 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Berekum Chelsea. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Albert Kudus podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Já são 24 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no New Edubiase United tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New Edubiase United falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Frank Appiah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Frank Appiah, e o treinador deixou.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco22/10/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑4, ditas por Albert Kudus a uma sala que já as tinha ouvido.
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no New Edubiase United tem de arrancar um resultado de algum lado.
Verba acordada, salário acordado, e o Hasaacas à espera com uma camisola. No New Edubiase United ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O New Edubiase United pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A proposta do Great Olympics por Nana Ofori foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O negócio que levaria Godswill Chinwendu para o Bechem United caiu na fase final e ele reapresenta-se no New Edubiase United com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Frank Appiah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ali Ouattara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
Notas dos jogadoresMichael Yeboah passa por eles um de cada vez
35 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O New Edubiase United perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New Edubiase United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Daniel Agara. 1‑0 sobre o BA All Stars, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nota 7.94 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao New Edubiase United, o melhor em campo era deles.
O banco18/12/2028
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Albert Kudus, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Segue-se o Aduana Stars, e há um homem no balneário do New Edubiase United que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
88 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O New Edubiase United perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no New Edubiase United tem de arrancar um resultado de algum lado.
Frank Appiah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammed Galadima, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Albert Kudus depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Já são 17 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no New Edubiase United tem de arrancar um resultado de algum lado.
125 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O New Edubiase United perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Ospina Egbe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco25/09/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Albert Kudus saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.