«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que USL Dunkerque podem fingir não ter ouvido.
Matis Cordesse esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel31/03/2036
Palavras no treino do USL Dunkerque sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jonny Stuttle está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Baptiste Dijoux, e o treinador deixou.
Disseram uma coisa a Emmanuel Obuobi e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Ninguém no USL Dunkerque dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Faltam 6 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o USL Dunkerque pode pedir e sobe o salário que Gonzalo Pereyra pode exigir.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no USL Dunkerque, mais uma semana sem a assinatura de Emmanuel Obuobi.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em USL Dunkerque toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 38 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Matis Cordesse esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jonny Stuttle estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no USL Dunkerque falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Matis Cordesse e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel25/02/2036
Mathys Nedjari desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no USL Dunkerque falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do USL Dunkerque, e não vai ser retirado.
Direção04/02/2036
Fecha o mercado: 0 entradas, 3 saídas no USL Dunkerque
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 3, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no USL Dunkerque coisas que levam mais de uma semana a retirar.
200 jogos com estas cores. Uma entrega assim é cada vez mais rara, e as bancadas sabem-no.
Plantel04/02/2036
Palavras no treino do USL Dunkerque sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathys Nedjari está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Matis Cordesse esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel07/01/2036
Jonny Stuttle desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O USL Dunkerque perguntou e o FC Lorient disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Bernardo Pereira lesiona os ligamentos do joelho — 40 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 40 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Matis Cordesse esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/12/2035
Jonny Stuttle desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
DireçãoEm USL Dunkerque não entra ninguém enquanto não sair alguém
68 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O USL Dunkerque perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Matis Cordesse esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Duvan Rios agiu, no USL Dunkerque, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Bernardo Pereira lesiona os ligamentos do joelho — 110 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 110 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jonny Stuttle tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao EA Guingamp deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do USL Dunkerque, e não vai ser retirado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Gonzalo Pereyra acabou de assinar pelo USL Dunkerque e, por uma vez, a resposta importava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No USL Dunkerque ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O USL Dunkerque pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Matis Cordesse e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Baptiste Dijoux, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do USL Dunkerque, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O USL Dunkerque pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Nil Suárez agiu, no USL Dunkerque, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Plantel13/08/2035
Jonny Stuttle desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O LOSC Lille fica com o seu homem, e o USL Dunkerque volta a uma lista com um nome riscado.
Brad Leroy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Baptiste Dijoux agiu, no USL Dunkerque, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Matis Cordesse esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Baptiste Dijoux e o USL Dunkerque acertam mais 3 anos.
O USL Dunkerque perguntou e o AS Saint-Etienne disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O USL Dunkerque já telefonou ao Angers SCO. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Ninguém proibiu o clube de gastar; simplesmente não tem nada para gastar que não tenha primeiro arrecadado. Cada nome que entra vem com outro agarrado à saída.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Lavallois, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Stade Lavallois fez a parte difícil com o AJ Auxerre, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Manuel Mbollo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Stade Lavallois perguntou e o RC Strasbourg disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma sondagem ao Stade de Reims para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Stade Rennais para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rémi Garnier, e o treinador deixou.
Em resumo
MercadoA história de Manuel Mbollo recusa-se a morrer
O negócio com o Paris Saint-Germain está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
A proposta seguiu esta semana para o USL Dunkerque, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Quevilly-Rouen fica com o seu homem, e o Stade Lavallois volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lavallois coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Stade Lavallois já telefonou ao LOSC Lille. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Baptiste Dijoux treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Stade Lavallois foi explícito quanto à situação de Denis Guillot, o que é mais do que muitos recebem.
O Stade Lavallois foi ao Quevilly-Rouen com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Stade Lavallois foi ao AJ Auxerre com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Mohamed Cissé esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Stade Lavallois ofereceu $67.0K; o USL Dunkerque disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Baptiste Dijoux treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Stade Lavallois já se começa a dizer o nome dele no passado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lavallois coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mohamed Cissé treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Stade Lavallois sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O Stade Lavallois fez saber ao mercado que Baptiste Dijoux está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stade Lavallois podem fingir não ter ouvido.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no AJ Auxerre ninguém diz, e no Stade Lavallois ninguém gosta de estar a adivinhar.
O Stade Lavallois foi ao Stade Brestois com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Amadou Cissé esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma sondagem ao LOSC Lille para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Stade Lavallois, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco10/07/2034
Denis Guillot tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Stade Lavallois dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
$30.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Le Mans FC pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Noah Vidal Cartoux esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/06/2034
Denis Guillot sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Stade Lavallois, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vitaliy Stasevich, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Manuel Mbollo assinar alguma coisa — um contrato no Stade Lavallois ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Stade Lavallois perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Lavallois, e não vai ser retirado.
O aperto de mão com o AJ Auxerre está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Quevilly-Rouen fica com o seu homem, e o Stade Lavallois volta a uma lista com um nome riscado.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Stade Lavallois foi explícito quanto à situação de Mohamed Cissé, o que é mais do que muitos recebem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Baptiste Dijoux treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Lavallois, e não vai ser retirado.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Stade Lavallois está a esgotar-se.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Stade Lavallois fez a parte difícil com o Olympique Lyonnais, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mohamed Cissé e o Stade Lavallois acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Mohamed Cissé esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Luis Puleri tem a sua resposta do Stade Lavallois; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Stade Lavallois, mais uma semana sem a assinatura de Matthias Nouichi.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lavallois coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. German Fankam Tala agiu, no Stade Lavallois, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mohamed Cissé treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Stade Lavallois vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Stade Lavallois terá de responder com minutos ou com uma transferência.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Baptiste Dijoux pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Noah Vidal Cartoux apontou a data.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Stade Lavallois vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lavallois coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mamadou Diallo, e o treinador deixou.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mahdi Maghlout. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Stade Lavallois, mais uma semana sem a assinatura de Tarek Hamadi.