Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slavia Prague B coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o Slavia Prague B será julgado por uma única coisa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Emmanuel Fully sai dessa comparação dentro da equipa, e o Slavia Prague B beneficiou de cada uma dessas tardes.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Slavia Prague B ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Oleksandr Petrenko treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Fez o treino inteiro, participou em tudo e acabou a sorrir. Slavia Prague B não o vão apressar, e ele vai passar as próximas duas semanas a apressá-los.
Não se vê o fim da espera do Slavia Prague B por uma vitória
Já são 12 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Slavia Prague B tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slavia Prague B coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Slavia Prague B fez saber ao mercado que Martin Kovář está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Slavia Prague B, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Vít Skokan, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.72
Um 7.72 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Jogo12/09/2026
Não se vê o fim da espera do Slavia Prague B por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Slavia Prague B tem de arrancar um resultado de algum lado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Slavia Prague B e o Artis Brno, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
2‑4 para o Artis Brno, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco14/09/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 2‑4 Pavel Coufal saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Se a responsabilidade foi do guarda-redes ou dos dez à frente dele é a discussão que vai encher as conversas da cidade esta semana. E 4 defesas não a resolvem para nenhum dos lados.
Uma nota de 4.85 conta a história sem precisar de enfeites. Preferia que a gravação deste jogo se perdesse discretamente.
O banco14/09/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Jan Drašnar
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Tem 17 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Izuchukwu Okonkwo. 2‑0 sobre o Chrudim, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Jan Sirotník e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.