Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Valentino Varbanov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Stefan Sarmov, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kacper Dyduch assinar alguma coisa — um contrato no Lokomotiv Gorna Oryahovitsa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Petar Despodov está nela.
Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase. O Lokomotiv Gorna Oryahovitsa gostava de o receber inteiro e sabe que não vai ser consultado.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Lokomotiv Gorna Oryahovitsa nada responderam, o que também é uma resposta.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Tommaso Vigilati e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Valentino Varbanov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Lokomotiv Gorna Oryahovitsa, mais uma semana sem a assinatura de Deyan Dyakov.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Lokomotiv Gorna Oryahovitsa nada responderam, o que também é uma resposta.
Stefan Stefanov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tommaso Vigilati está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Viktor Spasov, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lokomotiv Gorna Oryahovitsa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O Lokomotiv Gorna Oryahovitsa e o Slavia Sofia acertaram em $29.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Gorna Oryahovitsa podem fingir não ter ouvido.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 1, saíram 3, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ludogorets fica com o seu homem, e o Lokomotiv Gorna Oryahovitsa volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel04/02/2036
Tommaso Vigilati desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Gorna Oryahovitsa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 35 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Lokomotiv Gorna Oryahovitsa é como lidar com um homem a quem deve muito.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Hector Martin depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Um amarelo de que ninguém precisava, numa noite em que o jogo já estava ganho. Lokomotiv Gorna Oryahovitsa perdem um jogador pelo motivo mais evitável que existe.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Stilyan Bodurov: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Lokomotiv Gorna Oryahovitsa a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dabrilagha Oyinkepreye está nela.
Em resumo
Notas dos jogadoresKacper Dyduch passa por eles um de cada vez
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lokomotiv Gorna Oryahovitsa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Aldo Martano esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/12/2035
Tommaso Vigilati desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aldo Martano, e o treinador deixou.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Konstantin Pavlov: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Lokomotiv Gorna Oryahovitsa a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Lokomotiv Gorna Oryahovitsa sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Viktor Tsvetanov lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Plantel17/12/2035
Tommaso Vigilati desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Steliyan Stoyanov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Aldo Martano será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Gorna Oryahovitsa as despedidas começaram em silêncio.
Plantel12/11/2035
Tommaso Vigilati desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dario Kreiker esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Metade do calendário jogado, 6.º lugar, 21 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Dribles concretizados: 15. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
O banco12/11/2035
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Hector Martin foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Gorna Oryahovitsa, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tommaso Vigilati estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Alеsandro Nikolov: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Lokomotiv Gorna Oryahovitsa a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Dribles concretizados: 11. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Konstantin Pavlov acabou de assinar pelo Lokomotiv Gorna Oryahovitsa e, por uma vez, a resposta importava.
O Lokomotiv Gorna Oryahovitsa perguntou e o Ludogorets disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tommaso Vigilati estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Lokomotiv Gorna Oryahovitsa não o segura a fingir o contrário.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco10/09/2035
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Stefan Sarmov
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Segue-se o CSKA Sofia, e há um homem no balneário do Lokomotiv Gorna Oryahovitsa que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que CSKA Sofia podem fingir não ter ouvido.
Luke McNally e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel07/05/2035
Palavras no treino do CSKA Sofia sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maas Willemsen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O CSKA Sofia disse a Luke McNally que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
O treinador reorganizou as ideias e Federico Gatti saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pascal Mozie, e o treinador deixou.
O banco07/05/2035
Martim Almeida tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no CSKA Sofia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O CSKA Sofia não o segura a fingir o contrário.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 51 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ivaylo Nedelchev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Luigi D'Alessio e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Lokomotiv Gorna Oryahovitsa foi explícito quanto à situação de Petar Prindzhev, o que é mais do que muitos recebem.
O banco30/04/2035
Kacper Dyduch tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lokomotiv Gorna Oryahovitsa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Tommaso Vigilati treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mark Tomšič assinar alguma coisa — um contrato no Lokomotiv Gorna Oryahovitsa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Borislav Marinov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel09/04/2035
Palavras no treino do CSKA Sofia sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Manu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 19 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Michal Glik compromete-se com o CSKA Sofia por mais 4 anos.
O banco09/04/2035
Martim Almeida tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no CSKA Sofia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Lokomotiv Gorna Oryahovitsa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Ivaylo Nedelchev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdulmalik Sanusi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Lokomotiv Gorna Oryahovitsa, mais uma semana sem a assinatura de Mark Tomšič.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kacper Dyduch está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chavdar Krastev, e o treinador deixou.
Em resumo
MercadoA história de Mark Tomšič recusa-se a morrer
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que CSKA Sofia podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No CSKA Sofia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Borislav Marinov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Adam Herdonsson está a viver essa versão no CSKA Sofia, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maas Willemsen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No CSKA Sofia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco12/03/2035
Martim Almeida tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no CSKA Sofia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Lokomotiv Gorna Oryahovitsa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Aleksandar Tsenov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Gorna Oryahovitsa as despedidas começaram em silêncio.
Ivaylo Nedelchev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Luigi D'Alessio acabou de assinar pelo Lokomotiv Gorna Oryahovitsa e, por uma vez, a resposta importava.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Stefan Georgiev acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Lokomotiv Gorna Oryahovitsa substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tommaso Vigilati estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco05/03/2035
Kacper Dyduch tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lokomotiv Gorna Oryahovitsa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Lokomotiv Gorna Oryahovitsa foi explícito quanto à situação de Filip Borsos, o que é mais do que muitos recebem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Gorna Oryahovitsa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdulmalik Sanusi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Lokomotiv Gorna Oryahovitsa, mais uma semana sem a assinatura de Aldo Martano.
Uma nota de 7.69, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
O banco19/02/2035
Um o treinador satisfeito
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, o treinador podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
Notas dos jogadoresA única coisa que Daniil Kamlashev não conseguiu
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no CSKA Sofia ninguém diz, e no Lokomotiv Gorna Oryahovitsa ninguém gosta de estar a adivinhar.
Ivaylo Nedelchev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Slavia Sofia queria mais do que $28.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O Lokomotiv Gorna Oryahovitsa perguntou e o Lokomotiv Sofia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Abdulmalik Sanusi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O CSKA Sofia está fora e o Lokomotiv Gorna Oryahovitsa segue em frente, com um 0‑2 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Gorna Oryahovitsa, e não vai ser retirado.
Ivaylo Nedelchev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cherno More fica com o seu homem, e o Lokomotiv Gorna Oryahovitsa volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel08/01/2035
Abdulmalik Sanusi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Petar Prindzhev e o Lokomotiv Gorna Oryahovitsa acertam mais 3 anos.
Ivaylo Nedelchev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pereowei Magbisa, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tommaso Vigilati está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
7.86, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Lokomotiv Gorna Oryahovitsa tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.
O banco18/12/2034
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” o treinador, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
13 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Ivaylo Nedelchev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Avaliado com 7.66. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
O banco11/12/2034
o treinador: “É esta a fasquia”
“É isto que quero todas as semanas. Não o resultado, a maneira como o fizeram.” O treinador, depois do 1‑0, já a falar do próximo.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Martin Borisov tem a sua resposta do Lokomotiv Gorna Oryahovitsa; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Ninguém no Lokomotiv Gorna Oryahovitsa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todos os reforços esperam por ele e todas as conferências de imprensa perguntam por ele até chegar. Chegou, o Lokomotiv Gorna Oryahovitsa tem o seu homem a marcar, e o segundo é sempre mais fácil.
Ivaylo Nedelchev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tommaso Vigilati está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Kacper Dyduch está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Lokomotiv Gorna Oryahovitsa disse a Aleksandar Tsenov que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Gorna Oryahovitsa podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Gorna Oryahovitsa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 15, saíram 19, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Lokomotiv Gorna Oryahovitsa fez a parte difícil com o CSKA Sofia, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
As regras permitem-no e dói na mesma. Lasse Ikonen acertou condições com o Arda para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Gorna Oryahovitsa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdulmalik Sanusi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A proposta do Septemvri por Kacper Dyduch foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No CSKA Sofia II ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Verba acordada, salário acordado, e o Beroe à espera com uma camisola. No CSKA Sofia II ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Atanas Nikolov está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Kacper Dyduch subiu nela.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel28/08/2034
Jakub Bieroński desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Atanas Nikolov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Mais um nome na lista: o Spartak 1918 fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre David Dincă. A resposta do CSKA Sofia II não mudou — para já.
Avaliado com 7.75. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Vladimir Manolev não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Verba acordada, salário acordado, e o Pirin Blagoevgrad à espera com uma camisola. No CSKA Sofia II ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Plantel21/08/2034
Palavras no treino do CSKA Sofia II sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jakub Bieroński está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 12. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O CSKA Sofia II sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Ninguém no CSKA Sofia II sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Em resumo
MercadoMatteo Sorzi colocado na lista de transferências
O bancoMatteo Sorzi pede uma conversa com o treinador
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O CSKA Sofia II perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do CSKA Sofia II, e não vai ser retirado.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 35 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o CSKA Sofia II é como lidar com um homem a quem deve muito.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o CSKA Sofia II vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Atanas Nikolov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Verba acordada, salário acordado, e o Lokomotiv Plovdiv à espera com uma camisola. No CSKA Sofia II ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jakub Bieroński estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Mihail Marcelinho tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Vladimir Manolev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lachezar Mihaylov, e o treinador deixou.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Dobrudzha tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Verba acordada, salário acordado, e o Belasitsa à espera com uma camisola. No CSKA Sofia II ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No CSKA Sofia II ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em CSKA Sofia II, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O CSKA Sofia II sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O CSKA Sofia II não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no CSKA Sofia II a diferença vê-se da última fila.
10.º lugar para os anfitriões, uma viagem longa para a bancada visitante, e um jogo que vai parecer banal no papel até ao momento em que deixar de o ser.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O negócio que levaria József Balázs para o Levski caiu na fase final e ele reapresenta-se no CSKA Sofia II com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Plantel17/07/2034
Palavras no treino do CSKA Sofia II sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jakub Bieroński está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
17 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 16 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O CSKA Sofia II perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que CSKA Sofia II podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mihail Marcelinho será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no CSKA Sofia II as despedidas começaram em silêncio.
Uma decisão que não decide nada em campo e decide tudo no balneário. O treinador disse, sem o dizer, que voz quer que se ouça quando a dele não está lá.
Verba acordada, salário acordado, e o Septemvri à espera com uma camisola. No CSKA Sofia II ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Igor Shkolik será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no CSKA Sofia II as despedidas começaram em silêncio.
Plantel19/06/2034
Jakub Bieroński desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mohamed Brahimi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No CSKA Sofia II ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Haverá conversa esta semana. CSKA Sofia II vão pôr um número, e a partir daí deixa de ser futebol e passa a ser aritmética.
Plantel05/06/2034
Palavras no treino do CSKA Sofia II sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jakub Bieroński está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
David Dincă e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o CSKA Sofia II vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Em resumo
O bancoKacper Dyduch pede uma conversa com o treinador
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que CSKA Sofia II podem fingir não ter ouvido.
Tonislav Yordanov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jakub Bieroński estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O CSKA Sofia II fez saber ao mercado que Jakub Bieroński está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no CSKA Sofia II admitiria. Nota-se aos sábados.