Verba acordada, salário acordado, e o Real Santander à espera com uma camisola. No Patriotas ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Patriotas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Patriotas lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Andrés Dávila esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta seguiu esta semana para o Deportivo Cali, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel14/07/2036
Palavras no treino do Patriotas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fabián Suárez Chalares está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Junior fica com o seu homem, e o Patriotas volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Patriotas, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Patriotas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Thiago Balbuena esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Duvan Hernandez e o Patriotas acertam mais 4 anos.
Andrés Dávila lesiona os ligamentos do joelho — 33 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Atletico Bucaramanga está fora e o Patriotas segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Patriotas, e não vai ser retirado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Andrés Dávila esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fabián Suárez Chalares estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Andrés Dávila esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thiago Balbuena, e o treinador deixou.
Plantel14/04/2036
Palavras no treino do Patriotas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Federico de los Santos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Patriotas lida com um homem que quer outro país.
O banco14/04/2036
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
O banco14/04/2036
Andrés Dávila tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Patriotas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Houve 9 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
Jogo15/03/2036
Não se vê o fim da espera do Patriotas por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Patriotas tem de arrancar um resultado de algum lado.
Andrés Dávila esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tomás Hernández, e o treinador deixou.
Plantel17/03/2036
Joaquín Bonnin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco17/03/2036
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
Notas dos jogadoresGuilherme Smith passa por eles um de cada vez
Um golo de defesa dá a vitória ao Patriotas — 7.87
1 para Elías Ocampo, avaliado com 7.87, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gabriel Cadavid será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Patriotas as despedidas começaram em silêncio.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Andrés Dávila esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A enfermaria confirma 28 dias de paragem para Sergio Quintero, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
O banco18/02/2036
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 87, e o Fortaleza CEIF passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Joaquín Bonnin quer futebol continental; se o Patriotas o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Elías Ocampo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Carlos Cantillo, e o treinador deixou.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Em resumo
O bancoJesús Cuero volta a ter um treinador que o conhece
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gabriel Cadavid será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Patriotas as despedidas começaram em silêncio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Fabián Suárez Chalares quer futebol continental; se o Patriotas o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Andrés Dávila esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Direção21/01/2036
8 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Patriotas
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thiago Balbuena, e o treinador deixou.
O banco21/01/2036
Jesús Cuero volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Patriotas já trabalhou com Jesús Cuero e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Patriotas vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
26 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Patriotas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Patriotas, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gabriel Cadavid será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Patriotas as despedidas começaram em silêncio.
Andrés Dávila esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Jesús Chinchía acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Patriotas substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
O Patriotas perguntou e o Envigado disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O banco24/12/2035
Jesús Cuero volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Patriotas já trabalhou com Jesús Cuero e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
121 dias de fora para Bruno Méndez depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Patriotas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Álvaro Banquero e o Patriotas acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Andrés Dávila esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco26/11/2035
Jesús Cuero volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Patriotas já trabalhou com Jesús Cuero e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Plantel26/11/2035
Palavras no treino do Patriotas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Salerno está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 149 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
9.º lugar com 55 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Patriotas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alan Luongo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Pedro Lapadula tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco29/10/2035
Jesús Cuero volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Patriotas já trabalhou com Jesús Cuero e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Patriotas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Andrés Dávila. 2‑1 sobre o La Equidad, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jáder Quiñónes, e o treinador deixou.
Avaliado com 7.90. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
O banco17/09/2035
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Interim Coach foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrés Dávila está nela.
Nota 4.70, e sendo generosos. Não lhe saiu nada e, ao fim, a bancada já não esperava que saísse.
O banco17/09/2035
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Juninho
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Patriotas, e não vai ser retirado.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Patriotas nada responderam, o que também é uma resposta.
Jogo18/08/2035
Não se vê o fim da espera do Patriotas por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Patriotas tem de arrancar um resultado de algum lado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Álvaro Banquero quer futebol continental; se o Patriotas o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Patriotas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $30.5K do que o Patriotas pagou por Tomás Páez é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Patriotas, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Patriotas pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Direção23/07/2035
O Patriotas fecha o mercado com um plantel feito por si
0 entradas e 7 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gabriel Cadavid será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Patriotas as despedidas começaram em silêncio.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Verba acordada, salário acordado, e o Real Santander à espera com uma camisola. No Patriotas ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Mercado09/07/2035
Tão perto: a transferência de Thiago Pacheco morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Valledupar seguiu em frente, Thiago Pacheco apresenta-se de volta no Patriotas, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Matías Gastaldi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Patriotas lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O Patriotas perguntou e o Junior disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel09/07/2035
Palavras no treino do Patriotas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Álvaro Cortés está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de Guilherme Smith
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Patriotas podem fingir não ter ouvido.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Patriotas lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Patriotas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Álvaro Cortés estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco26/03/2035
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 33 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jorge Georgieff será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Patriotas as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Patriotas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/10/2034
Palavras no treino do Patriotas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dikeni Salifou está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
O banco23/10/2034
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de MT
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gabriel Cadavid, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Patriotas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.