Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Francesco Cattaneo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Virtus Entella as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Matteo Del Gaudio e o Virtus Entella acertam mais 4 anos.
Plantel31/03/2036
Uma transferência que Edoardo Reci teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Edoardo Reci está a viver essa versão no Virtus Entella, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Enzo Lopetegui esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luca Ferrara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Verba acordada, salário acordado, e o Botev Vratsa à espera com uma camisola. No Sportist Svoge ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
0‑3 frente ao Lokomotiv Plovdiv, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo18/08/2035
Não se vê o fim da espera do Sportist Svoge por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sportist Svoge tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sportist Svoge ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Verba acordada, salário acordado, e o Botev Vratsa à espera com uma camisola. No Sportist Svoge ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sportist Svoge coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O pedido está em cima da mesa do Dnepr Mogilev e a resposta é de outros. Estas coisas resolvem-se em privado e contam-se em público, normalmente por essa ordem.
22 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Sportist Svoge perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sportist Svoge podem fingir não ter ouvido.
Mateo Pajić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O CSKA Sofia fica com o seu homem, e o Sportist Svoge volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel25/06/2035
Palavras no treino do Sportist Svoge sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. João Boavida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Sportist Svoge já telefonou ao Ludogorets. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Sportist Svoge joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
133 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Sportist Svoge perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Sportist Svoge já falam dele no passado.
Plantel28/05/2035
Mateo Pajić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Todor Yankov está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
78 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sportist Svoge perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sportist Svoge falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Edoardo Reci será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sportist Svoge as despedidas começaram em silêncio.
Fabian Wojtal e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel30/04/2035
Palavras no treino do Sportist Svoge sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Pajić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Stiviyan Makaveev lesiona os ligamentos do joelho — 106 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 106 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sportist Svoge, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Sportist Svoge pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Edoardo Reci será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sportist Svoge as despedidas começaram em silêncio.
Pavlin Chilikov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O buraco nas contas voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm o direito de agradecer e de perguntar o que acontece no mês em que não for, e os dois sentimentos chegam juntos.
Plantel02/04/2035
Jonas Goldschadt desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sportist Svoge, mais uma semana sem a assinatura de Mateo Pajić.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sportist Svoge falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel26/03/2035
Marcus Johansen lesiona os ligamentos do joelho — 30 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sportist Svoge podem fingir não ter ouvido.
Pavlin Chilikov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/03/2035
Mateo Pajić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 28 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sportist Svoge, e não vai ser retirado.
Direção12/03/2035
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Sportist Svoge
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jonas Goldschadt estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sportist Svoge falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Sportist Svoge entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Interim Coach fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sportist Svoge podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sportist Svoge ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Pavlin Chilikov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
Plantel05/03/2035
Mateo Pajić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores05/03/2035
Mateo Pajić fez o trabalho que ninguém conta — 6.87
12 ações combinadas e 6.87. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Em resumo
PlantelLesão muscular e 14 dias de fora para Yasen Nedyalkov
O fim chegou numa terça-feira, como costuma acontecer: uma reunião curta, um comunicado mais curto, e Interim Coach a esvaziar o gabinete antes do meio-dia. O ritual mais cruel do futebol, cumprido a horas.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sportist Svoge vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não sobra ninguém para promover nem ninguém para dirigir um treino. A direção trouxe um nome que os adeptos não conhecem, e a pergunta de como um clube chega aqui vai durar mais do que quem lhe responder.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sportist Svoge, e não vai ser retirado.
“Não penso para lá de sábado, e não aconselharia ninguém a fazê-lo.” A primeira regra do interino é fingir que o trabalho é pequeno; Interim Coach recitou-a na perfeição.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Edoardo Reci será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sportist Svoge as despedidas começaram em silêncio.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 3, saíram 5, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Pavlin Chilikov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel05/02/2035
Uma transferência que Luis Pereira teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Luis Pereira está a viver essa versão no Sportist Svoge, e costuma notar-se no primeiro mês.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sportist Svoge vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Sportist Svoge toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sportist Svoge ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Pavlin Chilikov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: João Boavida. 2‑1 sobre o Slavia Sofia, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
PlantelJonas Goldschadt desentende-se com um colega por causa das exigências
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sportist Svoge falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sportist Svoge podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sportist Svoge ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Fabian Wojtal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel11/12/2034
Palavras no treino do Sportist Svoge sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Pajić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
Não se vê o fim da espera do Sportist Svoge por uma vitória
Já são 13 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sportist Svoge tem de arrancar um resultado de algum lado.
1‑4 para o CSKA Sofia II, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sportist Svoge, e não vai ser retirado.
Já vão 4 jogos com pelo menos dois sofridos. A defesa foi reorganizada, o guarda-redes foi apoiado publicamente, e os golos continuam a entrar.
Plantel13/11/2034
Palavras no treino do Sportist Svoge sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jonas Goldschadt está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sportist Svoge ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mateo Pajić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel16/10/2034
Nico Gorzel sofre uma lesão muscular — 16 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 16 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Plantel16/10/2034
Luther Singh desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Afonso Vieira tem a sua resposta do Sportist Svoge; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Plantel16/10/2034
7 caras novas e o Sportist Svoge ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Felipe Castro treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.