Bae Jun-Ho lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stoke City podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Matteo Trombini será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stoke City as despedidas começaram em silêncio.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não há pior forma de perder um futebolista. Matteo Trombini pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Lorenzo Palmisani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Jogo19/02/2033
O Stoke City torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Stoke City lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Em resumo
PlantelLewi Richards desentende-se com um colega por causa das exigências
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Preston tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Stoke City já se começa a dizer o nome dele no passado.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.93 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stoke City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Stoke City a ouviu como outra coisa.
Direção07/02/2033
O Stoke City fecha o mercado com um plantel feito por si
7 entradas e 6 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Em resumo
Alvos de mercadoNão há negócio por Ar'jany Martha a esse preço
Notas dos jogadoresTimeo Whisker passa por eles um de cada vez
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Stoke City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
A perseguição a James Crole terminou com $500.0K a mudar de mãos e o Watford sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Lorenzo Palmisani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: George Hirst fica onde está
Verba acordada, salário acordado, e o Walsall à espera com uma camisola. No Stoke City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stoke City podem fingir não ter ouvido.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Stoke City lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O Blackburn Rovers queria mais do que $1.8M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Plantel17/01/2033
Palavras no treino do Stoke City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Seedy Jatta está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Liverpool pagou $24.5M e o Stoke City aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Stoke City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Eddie Fox não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A proposta seguiu esta semana para o Watford, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stoke City podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Bournemouth por Iván Cabrera foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Stoke City estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Joel Tabiner será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stoke City as despedidas começaram em silêncio.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Lorenzo Palmisani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stoke City podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stoke City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Stoke City a ouviu como outra coisa.
Lorenzo Palmisani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matteo Trombini quer futebol continental; se o Stoke City o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel06/12/2032
Palavras no treino do Stoke City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Seedy Jatta está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stoke City, e não vai ser retirado.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.83 para o resto.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Stoke City lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não há pior forma de perder um futebolista. Bright Godwin pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stoke City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Seedy Jatta estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Stoke City ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stoke City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stoke City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel01/11/2032
Palavras no treino do Stoke City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Seedy Jatta está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um 2‑0 sobre o Bolton Wanderers, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
As regras permitem-no e dói na mesma. Jure Mevlja acertou condições com o Luton Town para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Lorenzo Palmisani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Benedikt V. Warén acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Stoke City substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Iván Cabrera estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Stoke City entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Interim Coach fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Diego Gómez marcou, foi avaliado com 7.89 e voltou antes de alguém dar pela falta.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Stoke City ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Timeo Whisker e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Tin Polić acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Stoke City substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stoke City, e não vai ser retirado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Liam Cullen produziu-o, e o 8.45 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Diamantis Legisi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stoke City as despedidas começaram em silêncio.
Lorenzo Palmisani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Middlesbrough passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Stoke City
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Amadou Onana no seu melhor
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Bae Jun-Ho no seu melhor
Verba acordada, salário acordado, e o Kano Pillars à espera com uma camisola. No Stoke City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O negócio que levaria Iván Cabrera para o Plymouth Argyle caiu na fase final e ele reapresenta-se no Stoke City com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
A proposta do Bradford City por Eddie Fox foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stoke City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A primeira derrota em 9 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Sheffield United; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
O Stoke City ofereceu $580.0K; o Sunderland disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Stoke City sabem-no.
33 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stoke City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Stoke City já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stoke City podem fingir não ter ouvido.
$520.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Watford pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Stoke City foi ao Everton com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
40 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stoke City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stoke City podem fingir não ter ouvido.
Timeo Whisker e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matteo Trombini quer futebol continental; se o Stoke City o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
47 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stoke City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stoke City podem fingir não ter ouvido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Stoke City já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
$240.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Huddersfield Town pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stoke City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Monaco fica com o seu homem, e o Stoke City volta a uma lista com um nome riscado.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Amadou Onana está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Stoke City sobre quem trabalha
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Stoke City já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stoke City podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Joel Tabiner será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stoke City as despedidas começaram em silêncio.
Amadou Onana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Stoke City a ouviu como outra coisa.
O Stoke City perguntou e o West Ham United disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
24 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.
Plantel12/07/2032
Palavras no treino do Stoke City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Quincy Lede está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stoke City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Accrington Stanley à espera com uma camisola. No Stoke City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Huddersfield Town aceitou o dinheiro. O que o Stoke City ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Brad Mantsounga será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stoke City as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
A verba é $200.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Sunderland negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Verba acordada, salário acordado, e o Newport County à espera com uma camisola. No Manchester City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Stoke City pagou $8.4M e o Manchester City aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Abdukodir Khusanov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jérémy Doku, e o treinador deixou.
O Manchester City perguntou e o Liverpool disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 7 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Iván Cabrera lesiona os ligamentos do joelho — 41 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 41 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Stoke City fez a parte difícil com o Leyton Orient, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $8.4M porque Timeo Whisker é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
A proposta seguiu esta semana para o Sunderland, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Stoke City perguntou e o Crystal Palace disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel14/06/2032
Will Grainger desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
48 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stoke City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Stoke City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Will Grainger regressa a Stoke City com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
O Leeds United aceitou o dinheiro. O que o Stoke City ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O Stoke City perguntou e o Wycombe Wanderers disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.