Mats Wieffer lesiona os ligamentos do joelho — 166 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 166 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o VfB Stuttgart lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Jonathan Burkardt e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de VfB Stuttgart ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Mario Balan-Bitca está a viver essa versão no VfB Stuttgart, e costuma notar-se no primeiro mês.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Ignacio Santillán e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Kvartskhava está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
5.º lugar com 28 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Dinamo Tbilisi-2 não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Ignacio Santillán esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dinamo Tbilisi-2 já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Tbilisi-2, e não vai ser retirado.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Dinamo Tbilisi-2 sobre quem trabalha
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Ignacio Santillán e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Kvartskhava estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
5.º lugar com 28 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Tbilisi-2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christian D'Errico estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dinamo Tbilisi-2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dinamo Tbilisi-2 já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 10 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
5.º lugar com 28 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Dinamo Tbilisi-2 tem de arrancar um resultado de algum lado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 12 golos entre o Dinamo Tbilisi-2 e o Iberia 1999-2, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Felipe Esquivel será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Tbilisi as despedidas começaram em silêncio.
Verba acordada, salário acordado, e o Gagra à espera com uma camisola. No Dinamo Tbilisi ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
1 para Bogdan Bogdanovic, avaliado com 7.87, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Dinamo Tbilisi lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Mathew Gbomadu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
48 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Tbilisi podem fingir não ter ouvido.
Verba acordada, salário acordado, e o Andranik à espera com uma camisola. No Dinamo Tbilisi ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
1.º lugar com 48 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Uma média de 7.35 na época, com 23 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Mathew Gbomadu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Mario Balan-Bitca está a viver essa versão no Dinamo Tbilisi, e costuma notar-se no primeiro mês.
Em resumo
JogoO Dinamo Tbilisi torna a sua casa um sítio difícil de visitar
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Cian Hayes no seu melhor
PlantelPalavras no treino do Dinamo Tbilisi sobre quem trabalha