40 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O VfB Stuttgart perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o VfB Stuttgart lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Fredrik Sjøvold e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Antonio Nusa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Paris Saint-Germain fica com o seu homem, e o VfB Stuttgart volta a uma lista com um nome riscado.
Perguntou-se ao AS Roma se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Plantel18/08/2036
Demasiada mudança demasiado depressa no VfB Stuttgart
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Joane Gadou não desaparece
Mats Wieffer lesiona os ligamentos do joelho — 47 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 47 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Leon Grgić será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no VfB Stuttgart as despedidas começaram em silêncio.
Fredrik Sjøvold esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O telefone voltou a tocar por causa de Ian Ariza, e desta vez do outro lado está o Reggiana. No VfB Stuttgart ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel11/08/2036
Palavras no treino do VfB Stuttgart sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Antonio Nusa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O VfB Stuttgart perguntou e o Borussia Dortmund disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Vejo todos os jogos do VfB Stuttgart daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Bayern Munich segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Mio Backhaus está em marcha
Mats Wieffer lesiona os ligamentos do joelho — 166 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 166 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o VfB Stuttgart lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Jonathan Burkardt e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de VfB Stuttgart ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Mario Balan-Bitca está a viver essa versão no VfB Stuttgart, e costuma notar-se no primeiro mês.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Ignacio Santillán e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Kvartskhava está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
5.º lugar com 28 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Dinamo Tbilisi-2 não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Ignacio Santillán esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dinamo Tbilisi-2 já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Tbilisi-2, e não vai ser retirado.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Dinamo Tbilisi-2 sobre quem trabalha
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Ignacio Santillán e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Kvartskhava estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
5.º lugar com 28 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Tbilisi-2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christian D'Errico estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dinamo Tbilisi-2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dinamo Tbilisi-2 já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 10 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
5.º lugar com 28 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Dinamo Tbilisi-2 tem de arrancar um resultado de algum lado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 12 golos entre o Dinamo Tbilisi-2 e o Iberia 1999-2, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Felipe Esquivel será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Tbilisi as despedidas começaram em silêncio.
Verba acordada, salário acordado, e o Gagra à espera com uma camisola. No Dinamo Tbilisi ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
1 para Bogdan Bogdanovic, avaliado com 7.87, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Dinamo Tbilisi lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Mathew Gbomadu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.