O Diário de Amora
Mercado28/02/2033
Matías Martínez está de saída
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Amora ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel28/02/2033
Os ânimos aquecem no Amora
Joaquim Horn esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/02/2033
Uma zanga por causa do esforço no Amora
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ed Carlos estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel28/02/2033
Michael Mensah Awuah quer voltar para casa
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Amora sabem-no.
O banco28/02/2033
Não há esconderijo para Bryan Dignef
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bryan Dignef, e o treinador deixou.
O banco28/02/2033
Quando importa, Max Hammond joga
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
- O banco Francisco Brás bate à porta do treinador
- O banco Prometeram minutos a Diego Capitanini