David Asayure ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 91. David Asayure encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Shukura passou do ponto ao nada num só movimento.
Jogo17/06/2034
Ninguém quer jogar contra o Samtredia neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. David Asayure marcou, foi avaliado com 7.98 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Samtredia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel19/06/2034
Giorgi Kveladze desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
7.86, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Samtredia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Otar Kakabadze tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Plantel05/06/2034
Asad Asadov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Samtredia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/05/2034
Giorgi Kveladze desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
2 atrás e sem rumo, até David Asayure decidir o contrário. O Tskhinvali tinha feito a parte difícil e depois viu-a desfazer-se, e o barulho no apito final foi daqueles que um estádio guarda.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Raul Baratelia produziu-o, e o 8.05 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Jogo29/04/2034
Ninguém quer jogar contra o Samtredia neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Julen Cordero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: David Asayure. 4‑3 sobre o Tskhinvali, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel01/05/2034
Palavras no treino do Samtredia sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giorgi Kveladze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Mamuka Kakabadze tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Samtredia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/04/2034
Giorgi Kveladze desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Notas dos jogadores17/04/2034
David Asayure jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.24. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel17/04/2034
Meshal Hamad tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Samtredia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
9 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Em resumo
DireçãoA formação do Samtredia continua a produzir
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Samtredia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.30, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Notas dos jogadores12/09/2033
Otar Mikautadze, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.05
Um 8.05 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Samtredia, e não vai ser retirado.
18 golos e uma média de 7.20 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» David Asayure e o Samtredia acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Julen Cordero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Julen Cordero produziu-o, e o 8.73 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Julen Cordero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel27/06/2033
Palavras no treino do Samtredia sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giorgi Kveladze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
0‑3 para o Dinamo Tbilisi, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Julen Cordero e o Samtredia acertam mais 3 anos.
38 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Samtredia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Chikhura segue em frente e o Samtredia vai para casa, com um 2‑4 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.99 para o resto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Samtredia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 golos num jogo, Sandro Kiteishvili na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Samtredia nem ao Chikhura.
Plantel11/04/2033
Giorgi Kveladze desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Otar Kakabadze tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
45 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Samtredia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Notas dos jogadores04/04/2033
Mamuka Kakabadze, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.95
Um 7.95 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Julen Cordero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel04/04/2033
Palavras no treino do Samtredia sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giorgi Kveladze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brian Lopez lesiona os ligamentos do joelho — 67 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 67 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Julen Cordero não será o apontado, mas ninguém no Samtredia escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Mamuka Kakabadze não precisou: 8.23, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Eric Barrios esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel14/03/2033
Giorgi Kveladze desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Mamuka Kakabadze tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.