O Ismaily e o Zamalek acertaram em $430.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ismaily coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/08/2027
Majeed Ashimeru desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Hassan Aboul-Maati e o Ismaily acertam mais 4 anos.
O Ismaily perguntou e o Al Wasl disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Perguntou-se ao Al-Ittihad se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O Ismaily já telefonou ao Danubio. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ismaily falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Ismaily já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ismaily, e não vai ser retirado.
Éric Traoré esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel02/08/2027
Majeed Ashimeru desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Hassan Aboul-Maati e o Ismaily acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Pedro Rebocho fica onde está
Alvos de mercadoUm empréstimo de Saša Ivković está em marcha
Abdallah Mohamed lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 44 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta ficou muito aquém e em Ismaily não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Alvos de mercado12/07/2027
$430.0K põem os clubes de acordo sobre Mohamed Sobhi
O Zamalek aceitou o dinheiro. O que o Ismaily ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Al Ahly ninguém diz, e no Ismaily ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ismaily coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Perguntou-se ao Lokomotiva Zagreb se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
87 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ismaily perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ismaily ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Ahmed Adel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Majeed Ashimeru está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anwar Abdelsalam está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
118 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ismaily perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Ahmed Adel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Majeed Ashimeru está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anwar Abdelsalam está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Ismaily. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Abdallah Mohamed lesiona os ligamentos do joelho — 126 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 126 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ismaily ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Éric Traoré e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Majeed Ashimeru estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco19/04/2027
Marwan Hamdy tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ismaily dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
134 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ismaily perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Mercado12/04/2027
Tão perto: a transferência de Majeed Ashimeru morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O IFK Norrkoping seguiu em frente, Majeed Ashimeru apresenta-se de volta no Ismaily, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ismaily ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ismaily coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Majeed Ashimeru está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed Abdelsamia, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mohamed Abdelsamia está nela.
Em resumo
MercadoA história de Stephen Odey recusa-se a morrer
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ismaily coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 6 jogos sem derrota são uma base que o Ismaily não tinha no outono.
Plantel29/03/2027
Majeed Ashimeru desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Zamalek marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Mohamed Ammar chama-lhe outra coisa em privado.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco29/03/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Amr Salah escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Em resumo
Emprestados7 golos por empréstimo para Hassan Saber
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ibrahim El Nagaawy não precisou: 7.95, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
As regras permitem-no e dói na mesma. Abdelrahman Katkot acertou condições com o Masr El Makasa para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ismaily ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ahmed Adel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/03/2027
Majeed Ashimeru desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Um 1‑0 sobre o Haras El Hodoud, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Ismaily recebeu a chamada que todos os clubes bem geridos acabam por receber — alguém maior reparou em Amr Salah. Dizer que não é fácil; mantê-lo convencido é o verdadeiro trabalho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ismaily coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Majeed Ashimeru está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
9 golos e uma média de 7.20 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdallah Mohamed, e o treinador deixou.
Ahmed Adel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/02/2027
Majeed Ashimeru desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Notas dos jogadores22/02/2027
Majeed Ashimeru jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.14. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Abdallah Mohamed tem a sua resposta do Ismaily; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Amr Salah podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abdelrahman Mahrous será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ismaily as despedidas começaram em silêncio.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Al Ahli ninguém diz, e no Ismaily ninguém gosta de estar a adivinhar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Majeed Ashimeru estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Nassr fica com o seu homem, e o Ismaily volta a uma lista com um nome riscado.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ismaily coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Majeed Ashimeru está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Grêmio fica com o seu homem, e o Ismaily volta a uma lista com um nome riscado.
10 ações combinadas e 7.22. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Uma sondagem ao Racing para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Perguntou-se ao Defensor Sporting se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Éric Traoré esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel11/01/2027
Majeed Ashimeru desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Libertad fica com o seu homem, e o Ismaily volta a uma lista com um nome riscado.
Jogo09/01/2027
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Ismaily. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Dribles concretizados: 29. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Majeed Ashimeru e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel07/12/2026
Éric Traoré desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Konta sai dessa comparação dentro da equipa, e o Ismaily beneficiou de cada uma dessas tardes.
O banco07/12/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Amr Salah escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anwar Abdelsalam está nela.