Isaiah David

Meio-campista - Csákvár
16 Abr 2036
Quarta-feira
Processo

Marcado para Isaiah David

505 Edição

O Diário de Csákvár

31/03/2036
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

O banco

Ionuţ Rus diz que o Csákvár não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Um desentendimento no Csákvár

Miroslav Sovič e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Csákvár

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Patrik Kovács estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Direção

Os salários engolem 200% das receitas do Csákvár

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

O banco

Isaiah David ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Gergő Bodnár bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Gergő Bodnár treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

A conversa sobre Martin Dala não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Csákvár sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Csákvár e Noah Munkholm

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Csákvár, mais uma semana sem a assinatura de Noah Munkholm.

O banco

Prometeram minutos a Oleksandr Shopronku

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Oleksandr Shopronku apontou a data.

Em resumo

Edições anteriores
504 Edição

O Diário de Csákvár

24/03/2036
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

O Csákvár é líder

67 pontos e ninguém por cima. A palavra ainda não se diz à volta do estádio, e pensa-se em todas as cadeiras.

Direção

O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Csákvár

Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.

Plantel

Miroslav Sovič em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Csákvár coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Patrik Kovács desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Paul Meunier ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

A história de Boris Todev recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Boris Todev assinar alguma coisa — um contrato no Csákvár ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Plantel

Martin Dala parte com a seleção

Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase. O Csákvár gostava de o receber inteiro e sabe que não vai ser consultado.

Mercado

O relógio negoceia por Armandas Raudonis

Faltam 5 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Csákvár pode pedir e sobe o salário que Armandas Raudonis pode exigir.

O banco

Prometeram minutos a Máté Marosi

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Máté Marosi apontou a data.

Em resumo

503 Edição

O Diário de Csákvár

17/03/2036
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Isaiah David põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Csákvár, e não vai ser retirado.

Plantel

Um desentendimento no Csákvár

Armandas Raudonis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Trisztán Csorba de fora 50 dias

A enfermaria confirma 50 dias de paragem para Trisztán Csorba, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.

O banco

Ábel Győri ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Csákvár

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gergő Bolla estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Csákvár

5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

Mercado

A conversa sobre Miroslav Sovič não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Csákvár sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

O banco

Máté Marosi pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

Conversas entre Csákvár e Trisztán Csorba empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

Em resumo

499 Edição

O Diário de Csákvár

18/02/2036
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Szilárd Rostás lesiona os ligamentos do joelho — 41 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 41 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Plantel

Uma fratura deixa Patrik Kovács de fora 20 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Csákvár falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Mercado

Isaiah David pede para sair do Csákvár

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Szilárd Rostás chega ao clube com que cresceu

Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Szilárd Rostás agiu, no Csákvár, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.

Plantel

Um desentendimento no Csákvár

Patrik Kovács e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Notas dos jogadores

Yousuf Ali Haji jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.20. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Jogo

O Csákvár apanhado aos 89 minutos

O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Kozármisleny marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.

Jogo

Igualdade entre Csákvár e Kozármisleny

2‑2, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.

O banco

Uma promessa cumprida a Oleksandr Shopronku

Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Csákvár disse a Oleksandr Shopronku que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.

Em resumo

497 Edição

O Diário de Csákvár

04/02/2036
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Plantel

Uma fratura deixa Patrik Kovács de fora 34 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Csákvár falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Direção

O Csákvár coloca Interim Coach em cima do arame

A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.

Mercado

Oleksandr Shopronku põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Csákvár, e não vai ser retirado.

Direção

O prazo passa com 0 contratações e 4 saídas

Está feito o negócio no Csákvár até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.

Jogo

Ninguém ganha em casa do Csákvár

11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.

Plantel

Os ânimos aquecem no Csákvár

Patrik Kovács esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Martin Dala volta a fechar a porta

15 balizas a zeros e a contar. Os avançados saem deste estádio a resmungar o nome dele, que é exatamente como um guarda-redes mede uma boa época.

Direção

O dono mete $908.7K em Csákvár

É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.

Alvos de mercado

Porta fechada: Vladyslav Ostrovskyi fica onde está

O Csákvár perguntou e o ETO Győr disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Em resumo

495 Edição

O Diário de Csákvár

21/01/2036
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Plantel

Patrik Kovács parte um osso — 48 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 48 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Jogo

Ninguém acima do Csákvár

Primeiro, com 53 pontos. A tabela é um facto, e um facto pode ser apreciado, que é até onde alguém no clube está disposto a ir em público.

Mercado

Stefan Matic está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Csákvár ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Jogo

Csákvár não para de ganhar

Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.

Mercado

Isaiah David põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Csákvár, e não vai ser retirado.

Jogo

Ninguém ganha em casa do Csákvár

10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.

Plantel

Um desentendimento no Csákvár

Patrik Kovács e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Bater Martin Dala tornou-se o trabalho mais difícil da divisão

14 jogos sem sofrer, e a contar. Os avançados costumavam acreditar aqui; agora rematam cedo demais, rematam ao lado, e procuram alguém a quem atribuir a culpa.

Alvos de mercado

O Csákvár leva uma nega por Dominik Farkas

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O ETO Győr fica com o seu homem, e o Csákvár volta a uma lista com um nome riscado.

Em resumo

487 Edição

O Diário de Csákvár

26/11/2035
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Plantel

Martin Dala segura o Csákvár sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 13 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Notas dos jogadores

Boris Todev marca duas vezes — 8.37

Dois golos e um 8.37 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Mercado

Isaiah David pede para sair do Csákvár

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Jogo

Csákvár não para de ganhar

Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.

Notas dos jogadores

Gergő Bolla sobe e resolve — 5.60

Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 5.60 para o resto.

Plantel

Os ânimos aquecem no Csákvár

Miroslav Sovič esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Csákvár despacha o Kazincbarcika

Três pontos para o Csákvár: um 3‑2 diante do Kazincbarcika num duelo decidido por pormenores.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Csákvár

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Patrik Kovács estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Não há esconderijo para Stefan Matic

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Stefan Matic, e o treinador deixou.

Em resumo

  • Jogo O boletim de meio de época do Csákvár
  • Plantel No Csákvár ainda são estranhos uns para os outros
  • O banco O veredicto do treinador
482 Edição

O Diário de Csákvár

22/10/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Isaiah David entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Csákvár podem fingir não ter ouvido.

Plantel

6 defesas: Martin Dala foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Plantel

Armandas Raudonis em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Csákvár coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Patrik Kovács desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

O treinador faz de Gergő Bodnár um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Isaiah David quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Csákvár sabem-no.

Notas dos jogadores

Patrik Kovács estava imparável

Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Jogo

Miroslav Sovič salva um ponto para o Csákvár

Foi preciso Miroslav Sovič marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Szeged-Csanád GA, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.

Mercado

Csákvár e Alejandro Fidalgo falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Em resumo

476 Edição

O Diário de Csákvár

10/09/2035
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

44 dias de fora para Giovanni Panuccio depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Csákvár vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Plantel

Um desentendimento no Csákvár

Miroslav Sovič e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

Porta fechada: Kimi Adamič fica onde está

O Csákvár perguntou e o MTK Budapest disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Direção

Em Csákvár, 174% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

Emprestados

Benedek Erdélyi já viu o suficiente de Mezőkövesd

«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Csákvár, e 1 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.

Direção

Csákvár não podem contratar ninguém

A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.

Mercado

Csákvár e Martin Dala falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Plantel

Patrik Kovács desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

O treinador faz de Mate Gazdag um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

472 Edição

O Diário de Csákvár

13/08/2035
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Giovanni Panuccio parte um osso — 72 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 72 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Plantel

10 defesas: Martin Dala foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 10 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Plantel

Um desentendimento no Csákvár

Miroslav Sovič e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

Porta fechada: Téo Logghe fica onde está

O Csákvár perguntou e o ZTE disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Yousuf Ali Haji desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Direção

Os salários levam 146% do que Csákvár recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

O banco

Allen Rozum ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

Csákvár e Martin Dala falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Alvos de mercado

Um empréstimo de Oliver Sejer está em marcha

O Csákvár já telefonou ao MTK Budapest. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.

Em resumo

471 Edição

O Diário de Csákvár

06/08/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Giovanni Panuccio parte um osso — 79 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 79 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Botond Nyikos põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Csákvár, e não vai ser retirado.

O banco

Kiayon Moore guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Csákvár pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Troca de palavras no Csákvár

Miroslav Sovič e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Direção

Continua sem nome por cima da porta no Csákvár

Dia 11 da vaga. Candidatos foram avaliados, sondados e descartados em silêncio — e o registo do interino começa a ser um argumento por si só.

Direção

$822.0K do dono mantém o Csákvár à tona

O buraco nas contas voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm o direito de agradecer e de perguntar o que acontece no mês em que não for, e os dois sentimentos chegam juntos.

Alvos de mercado

Porta fechada: Albian Fassnacht fica onde está

O Csákvár perguntou e o Kecskeméti TE disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Yousuf Ali Haji desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Tarde má para o Csákvár diante do Kecskeméti TE

1‑2 para o Kecskeméti TE, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Em resumo

462 Edição

O Diário de Csákvár

04/06/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

Interim Coach tem até à próxima reunião da direção

O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Csákvár toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.

Direção

Reunião de crise no Csákvár

A versão oficial será que foi de rotina. Não foi, o momento diz isso, e toda a gente naquela sala sabe quanto custa o próximo mau resultado.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Roan Veenbrink

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Csákvár fez a parte difícil com o MTK Budapest, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Plantel

Os ânimos aquecem no Csákvár

Miroslav Sovič esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Mercado

Benedek Erdélyi atrai pretendentes

O nome de Benedek Erdélyi apareceu em conversas de que o Csákvár não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.

Direção

$836.2K do bolso do dono em Csákvár

O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.

Alvos de mercado

O Csákvár leva uma nega por Marton Fiola

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Puskas Akademia fica com o seu homem, e o Csákvár volta a uma lista com um nome riscado.

Plantel

Yousuf Ali Haji desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Mercado

Csákvár e Gergő Bodnár falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Em resumo