Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pouso Alegre falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.11 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pouso Alegre, e não vai ser retirado.
7.92, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pouso Alegre coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
95 dias de fora para Luís Amaral depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Pouso Alegre vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Pouso Alegre vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Fabricio esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Plantel29/01/2035
Demasiada mudança demasiado depressa no Pouso Alegre
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Pouso Alegre, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Fernando Guimarães assina, e a coluna do valor fica vazia. Negócios destes parecem pequenos em julho e espertos em março — ou nunca mais se fala deles.
Gleidson Lima lesiona os ligamentos do joelho — 27 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 27 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Kaíque Maciel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel01/01/2035
Rafael Vaz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Paysandu fica com o seu homem, e o Pouso Alegre volta a uma lista com um nome riscado.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Jhonatan Silva foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gianluca Motta assinar alguma coisa — um contrato no Pouso Alegre ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
69 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pouso Alegre perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pouso Alegre coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/11/2034
Palavras no treino do Pouso Alegre sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rafael Vaz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Pouso Alegre, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Walbe Gomir tem a sua resposta do Pouso Alegre; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Pouso Alegre pode pedir e sobe o salário que Gleidson Lima pode exigir.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Pouso Alegre nada responderam, o que também é uma resposta.
Direção24/07/2034
O prazo passa com 3 contratações e 11 saídas
Está feito o negócio no Pouso Alegre até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Léo Silva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rafael Vaz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Pouso Alegre perguntou e o Palmeiras disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Direção24/07/2034
Os salários levam 149% do que Pouso Alegre recebem
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Acima do limite que o banco impôs, que é a linha entre um clube financiado e um clube em apuros. $14.3M é agora o número com que todas as conversas sobre este clube vão começar.
Em resumo
PlantelGleidson Lima vive a melhor forma da carreira
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rafael Vaz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Diego Porfirio. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Pouso Alegre, mais uma semana sem a assinatura de Vladimir Markovic.
O banco10/04/2034
Lucas Fernandes tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Pouso Alegre dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Vladimir Markovic treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Pouso Alegre pode pedir e sobe o salário que Aaron Moore pode exigir.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Pouso Alegre ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Paulo Moreira está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Cristiano Araujo é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Luís Machado está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Rafael Martins está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não pode pagar-se um valor por ninguém, precise o plantel do que precisar. Todos os rumores sobre este clube até o embargo ser levantado são rumores sobre um negócio que não se pode fazer.
Direção27/03/2034
Em Pouso Alegre, 99% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Plantel27/03/2034
Palavras no treino do Pouso Alegre sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gustavo Galil está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Walbe Gomir apontou a data.
Em resumo
O bancoJoão Fonseca pede uma conversa com o treinador
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pouso Alegre podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rafael Vaz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Pouso Alegre sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Pouso Alegre. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rafael Vaz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jhonatan Silva e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Diego Porfirio. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lucas Fernandes está nela.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Pouso Alegre lida com um homem que quer outro país.
Léo Silva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel27/02/2034
Palavras no treino do Pouso Alegre sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rafael Vaz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não pode pagar-se um valor por ninguém, precise o plantel do que precisar. Todos os rumores sobre este clube até o embargo ser levantado são rumores sobre um negócio que não se pode fazer.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 34 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Pouso Alegre é como lidar com um homem a quem deve muito.
Direção27/02/2034
Os salários engolem 112% das receitas do Pouso Alegre
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aaron Moore, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pouso Alegre podem fingir não ter ouvido.
Kaíque Maciel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/02/2034
Palavras no treino do Pouso Alegre sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rafael Vaz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Rafael Vaz assinar alguma coisa — um contrato no Pouso Alegre ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Thiago Queiroz deixa o Pouso Alegre pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pouso Alegre podem fingir não ter ouvido.
É sentimental, é completamente sincero e é o princípio de uma saída que ninguém anunciou. O clube pode ser elegante quanto a isso ou pode fingir que não ouviu.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gustavo Galil estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kaíque Maciel. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lucas Fernandes está nela.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Pouso Alegre não o segura a fingir o contrário.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Pouso Alegre, mais uma semana sem a assinatura de Gleidson Lima.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pouso Alegre, e não vai ser retirado.
Plantel30/01/2034
Rafael Vaz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Pouso Alegre lida com um homem que quer outro país.
Direção30/01/2034
Os salários levam 112% do que Pouso Alegre recebem
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gabriel Gomes e o Pouso Alegre acertam mais 3 anos.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Sekou Sonko pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pouso Alegre podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pouso Alegre coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Pouso Alegre lida com um homem que quer outro país.
Tem 20 anos e ninguém em Pouso Alegre o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Tem 18 anos e ninguém em Pouso Alegre o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Wesley Figueiredo compromete-se com o Pouso Alegre por mais 3 anos.
Plantel23/01/2034
Palavras no treino do Pouso Alegre sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gustavo Galil está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Rafael Vaz assinar alguma coisa — um contrato no Pouso Alegre ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Pouso Alegre lida com um homem que quer outro país.
Kaíque Maciel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/12/2033
Rafael Vaz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ryan Daniel está nela.