Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sepahan, e não vai ser retirado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.12 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
A proposta do Persepolis por Miguel Antonio foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Sepahan e o Persepolis, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sepahan, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hiroki Abe será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mohammad Reza Yousefi e o Sepahan acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 37 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sepahan, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Yohei Takaoka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Sepahan sobre quem trabalha
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/06/2033
Toya Myogan consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Toya Myogan acabou de assinar pelo Sepahan e, por uma vez, a resposta importava.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Esteghlal vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Shahab Zahedi pré-acordou a mudança para o Sepahan, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.84 para o resto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um toque que não queria, um ressalto impossível de ler e o seu nome na coluna errada. Depois disto não há consolo, e no Sepahan não o vão tentar esta noite.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enzo Espinoza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
280 jogos ao longo de 9 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mohammad Amin Hazbavi e o Sepahan acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O negócio que levaria Miguel Antonio para o Malavan caiu na fase final e ele reapresenta-se no Sepahan com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Mohammad Mehdi Mohebi não será o apontado, mas ninguém no Sepahan escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
7.83, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
A proposta do Padideh por Miguel Antonio foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Yohei Takaoka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammad Reza Bordbar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no Sepahan já sabem disso.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sepahan, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Enzo Espinoza quer futebol continental; se o Sepahan o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enzo Espinoza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Yohei Takaoka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A camisola ainda lhe serve. Saleh Hardani está de volta ao Sepahan, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Josip Mitrović e o Sepahan acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammad Reza Bordbar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
85 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Ficar 2 atrás faz algo a uma equipa, e normalmente o que faz é acabar com ela. Aqui não. O Sepahan reconstruiu a tarde golo a golo, e o Rah Ahan não teve resposta para nada disso.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sepahan, e não vai ser retirado.
Yohei Takaoka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammad Reza Bordbar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.