«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Botafogo-SP podem fingir não ter ouvido.
Jordan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel31/07/2028
David Braga desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Botafogo-SP ficou sem tempo com o Paysandu. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Patrick Brey, e o treinador deixou.
Plantel31/07/2028
No Botafogo-SP ainda são estranhos uns para os outros
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Botafogo-SP, e 0 jogos em 30 dizem que merece ser ouvido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Miguel Angelo e o Botafogo-SP acertam mais 4 anos.
Em resumo
DireçãoEm Botafogo-SP, 87% das receitas vão para salários
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Paysandu perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 4, saíram 9, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $455.9K — um clube que quer Kauan Toledo ao ponto de perguntar duas vezes.
O Botafogo-SP pagou $1.1M e o Paysandu aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Maceió esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/07/2028
Palavras no treino do Paysandu sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Edílson Júnior está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Bragantino vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Chrystian pré-acordou a mudança para o Paysandu, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Hygor lesiona os ligamentos do joelho — 17 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $40.5K do que o Botafogo-SP pagou por Yago Santos é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
O aperto de mão com o Paysandu está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Já são 5 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Direção24/07/2028
O Botafogo-SP fecha o mercado com um plantel feito por si
7 entradas e 8 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
A perseguição a Miguel Angelo terminou com $1.1M a mudar de mãos e o Paysandu sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $150.2K — um clube que quer Enzo Boer ao ponto de perguntar duas vezes.
David Braga e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Santos queria mais do que $140.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Paysandu, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Paysandu coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Cuiabá pagou $620.0K e o Paysandu aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Plantel17/07/2028
Palavras no treino do Paysandu sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Edílson Júnior está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Paysandu perguntou e o Vasco da Gama disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Hygor lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel17/07/2028
16 dias de fora para Whalacy depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Botafogo-SP vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Botafogo-SP, e não vai ser retirado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $389.4K — um clube que quer Tomás Magnano ao ponto de perguntar duas vezes.
Jogo15/07/2028
Não se vê o fim da espera do Botafogo-SP por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Botafogo-SP tem de arrancar um resultado de algum lado.
Jordan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
PlantelDavid Braga desentende-se com um colega por causa das exigências
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Breno Herculano acabou de assinar pelo Paysandu e, por uma vez, a resposta importava.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $870.0K porque Breno Herculano é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
O aperto de mão com o Corinthians está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Paysandu, e não vai ser retirado.
O Athletico Paranaense queria mais do que $2.2M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Não há pior forma de perder um futebolista. Caio Mello pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
O Paysandu foi ao Fortaleza com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Paysandu, e não vai ser retirado.
Maceió e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 21. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel15/05/2028
Edílson Júnior desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Zé Ricardo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Paysandu as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Paysandu, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Paysandu coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/04/2028
Edílson Júnior desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Paysandu joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Edílson Júnior tem de reconquistar o que julgava seu. O Paysandu não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Paysandu está a esgotar-se.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Maceió e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yeferson Quintana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Paysandu foi explícito quanto à situação de Felipe Micael, o que é mais do que muitos recebem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Matheus Nogueira treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Arthur Monteiro, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bruno Henrique está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Paysandu. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e André estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel13/03/2028
No Paysandu ainda são estranhos uns para os outros
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Matheus Nogueira treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco13/03/2028
Miguel Angelo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Paysandu dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
30 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Paysandu perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Paysandu coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel14/02/2028
André desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Rodolfo foi informado de que não entra nos planos do treinador do Paysandu.
Plantel14/02/2028
No Paysandu ainda são estranhos uns para os outros
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Borys Barone lesiona os ligamentos do joelho — 45 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Miguel Angelo e o Paysandu acertam mais 4 anos.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Paysandu, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
60 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Paysandu perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Paysandu, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Paysandu coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$150.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Sampaio Corrêa pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel17/01/2028
Palavras no treino do Paysandu sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yeferson Quintana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel17/01/2028
9 caras novas e o Paysandu ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e André treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Paysandu. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Borys Barone lesiona os ligamentos do joelho — 85 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 85 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Paysandu, e não vai ser retirado.
Direção27/12/2027
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Paysandu
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Paysandu coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Paysandu perguntou e o Parnahyba disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel27/12/2027
Palavras no treino do Paysandu sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yeferson Quintana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Paysandu já telefonou ao Santos. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Maracanã toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Dadinha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel06/12/2027
Palavras no treino do Maracanã sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Lopes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 21 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Maracanã vai tentar não fazer disso um caso.
O Maracanã já telefonou ao Guarani. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Maracanã já telefonou ao Vila Nova. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
25 dias de fora para Gabriel Pires depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Paysandu vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Mercado22/11/2027
O Paysandu pode não conseguir dar a Max o que ele quer
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Max quer futebol continental; se o Paysandu o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Benjamín Alegre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/11/2027
JP Chermont desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Uma nota de 7.59, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
O banco22/11/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Guilherme Mendes escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Miguel Angelo
6‑3, e Miguel Angelo ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Maracanã. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.
Direção22/11/2027
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Maracanã
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Notas dos jogadores22/11/2027
Miguel Angelo, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 9.35
Um 9.35 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.18 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Uma média de 7.35 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Maracanã sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Bruno Moura e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 32 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alvinho, e o treinador deixou.
Plantel15/11/2027
Palavras no treino do Paysandu sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leonan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco15/11/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Yeferson Quintana
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lucas Cardoso está nela.
Segue-se o Remo, e há um homem no balneário do Paysandu que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Paysandu falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
JP Chermont e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel11/10/2027
Palavras no treino do Paysandu sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Max está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ítalo está nela.
JP Galvão e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel30/08/2027
Palavras no treino do Paysandu sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Max está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gabriel Pires, e o treinador deixou.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Paysandu foi explícito quanto à situação de Felipe Micael, o que é mais do que muitos recebem.
O banco30/08/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Guilherme Mendes saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Benjamín Alegre treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.31, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Direção30/08/2027
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Maracanã
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Notas dos jogadores30/08/2027
Miguel Angelo, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.98
Um 7.98 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.84 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Uma média de 7.32 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Maracanã sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Djalma e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Djalma esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
O banco16/08/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Marcos Monteiro, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Jean Drosny e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel24/05/2027
Palavras no treino do Paysandu sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Max está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 9 ações combinadas e uma nota de 7.00, e nenhuma delas entrará num resumo.
JP Galvão esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Avaliado com 7.89. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Plantel26/04/2027
Leonan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Paysandu, e 2 jogos em 18 dizem que merece ser ouvido.
O banco26/04/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Guilherme Mendes saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Em resumo
Notas dos jogadoresEdílson Júnior encarou-os todo o jogo
JP Galvão e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/03/2027
Yeferson Quintana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Paysandu, e 0 jogos em 14 dizem que merece ser ouvido.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Paysandu terá de responder com minutos ou com uma transferência.
O banco29/03/2027
Delis Vargas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Paysandu dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Djalma esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 34 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yeferson Quintana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Paysandu, mais uma semana sem a assinatura de Zé Ricardo.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Paysandu ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Vejo todos os jogos do Paysandu daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Maracanã segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Paysandu, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco01/03/2027
Delis Vargas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Paysandu dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leonan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Paysandu, e 0 jogos em 6 dizem que merece ser ouvido.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Paysandu do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Paysandu terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel01/02/2027
Palavras no treino do Maracanã sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Lopes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Bruno Moura está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Botafogo fica com o seu homem, e o Maracanã volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel21/12/2026
Palavras no treino do Maracanã sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Lopes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel21/12/2026
13 caras novas e o Maracanã ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Arthur Baggio. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma época a olhar para o jogador de outro: Miguel Angelo chega do Paysandu com algo a provar e um bilhete de volta na gaveta. Os bons empréstimos enriquecem toda a gente; este começa no sábado.
62 dias de fora para Márcio Júnior depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Paysandu vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Paysandu já se começa a dizer o nome dele no passado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Wellington Manzoli agiu, no Paysandu, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $650.0K porque Wellington Manzoli é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
$670.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Guarani pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
JP Galvão e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yeferson Quintana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma sondagem ao Internacional para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
O bancoGabriel Mesquita tornou-se um homem de confiança do treinador
Bruno Moura e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Maracanã perguntou e o Botafogo-SP disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Arthur Pereira passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Plantel14/12/2026
David Lopes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntou-se ao Figueirense se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Rhuan treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Maracanã sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Maracanã sabem-no, e também todos os que o veem.
Em resumo
PlantelAlguém anda atrás da camisola de Arthur Baggio