19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O SKA Khabarovsk 2 perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 14 e 9 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
26 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O SKA Khabarovsk 2 perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o SKA Khabarovsk 2 vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
40 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O SKA Khabarovsk 2 perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Nota de 6.63 em 11 ações nas duas áreas. Médios assim são descritos como pouco vistosos por quem nunca tentou jogar contra um.
Mercado19/03/2035
Artur Sivolapov regressa de um empréstimo que não lhe ensinou nada
2 jogos e 1 balizas a zeros. Um guarda-redes só aprende o ofício a jogá-lo, e uma época que não lhe deu nem os jogos nem as balizas a zeros é um ano arrancado ao início de uma carreira.
61 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O SKA Khabarovsk 2 perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
0‑12 para o Rodina 2, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Jogo24/02/2035
Ninguém conseguiu parar de marcar
12 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do SKA Khabarovsk 2 e do Rodina 2 por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Avaliado com 5.49. Nada do que tentou resultou e a partir da hora deixou de tentar grande coisa, que é a parte em que um treinador repara, mais do que nos erros.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Alvey Thygesen pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
68 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O SKA Khabarovsk 2 perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 15 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o SKA Khabarovsk 2 e o Rodina M, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
1 erro, um golo e uma noite à frente dos mesmos três segundos. Vai vê-lo hoje, amanhã e provavelmente em fevereiro, e quem já jogou sabe em que fotograma ele para.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Bulat Abdulzhalilov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
PlantelO melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do SKA Khabarovsk 2
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Alvey Thygesen
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 18 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Plantel29/01/2035
Kamran Aliev lesiona os ligamentos do joelho — 89 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 89 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 12 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
9 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do SKA Khabarovsk 2, e não vai ser retirado.
David Murphy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
96 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O SKA Khabarovsk 2 perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
0‑7 para o Zenit Penza, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
8 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no SKA Khabarovsk 2 sabe dizer em que semana.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o SKA Khabarovsk 2 e o Zenit Penza, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
103 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O SKA Khabarovsk 2 perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Posição 13 e 6 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do SKA Khabarovsk 2, e não vai ser retirado.
7 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o SKA Khabarovsk 2 e o Znamya Truda, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
110 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O SKA Khabarovsk 2 perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
0‑7 para o Strogino, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
6 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no SKA Khabarovsk 2 sabe dizer em que semana.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o SKA Khabarovsk 2 e o Strogino, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o SKA Khabarovsk 2 terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 20 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Plantel01/01/2035
Kamran Aliev lesiona os ligamentos do joelho — 117 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 117 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o SKA Khabarovsk 2 e o Leningradets, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
124 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O SKA Khabarovsk 2 perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em SKA Khabarovsk 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
0‑9 para o Metallurg, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 9 golos entre o SKA Khabarovsk 2 e o Metallurg, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 10 golos entre o SKA Khabarovsk 2 e o Irtysh, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no SKA Khabarovsk 2 sabe dizer em que semana.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 14 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
0‑11 para o Mashuk, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 11 golos entre o SKA Khabarovsk 2 e o Mashuk, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
1 erro, um golo e uma noite à frente dos mesmos três segundos. Vai vê-lo hoje, amanhã e provavelmente em fevereiro, e quem já jogou sabe em que fotograma ele para.
0‑10 frente ao Salyut, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.
As bancadas27/11/2034
As bancadas já chegaram ao limite
«Andamos atrás de vocês por todo o lado e recebemos isto.» 4 dos 7 jogadores do plantel principal ouviram-no ao sair, e quem não ouviu é porque não jogou.
Dribles concretizados: 22. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Jogo25/11/2034
Ninguém conseguiu parar de marcar
10 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do SKA Khabarovsk 2 e do Salyut por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 22 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
1‑12 para o Kvant, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
13 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do SKA Khabarovsk 2 e do Kvant por igual; os restantes divertiram-se imenso.
500 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o SKA Khabarovsk 2 vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
1‑5 para o Rodina 2, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abubakar Nasir será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no SKA Khabarovsk 2 as despedidas começaram em silêncio.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do SKA Khabarovsk 2 e do Rodina 2 por igual; os restantes divertiram-se imenso.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Alvey Thygesen pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 21 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Um 0‑7 imposto pelo Rodina M é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.
As bancadas30/10/2034
Os assobios descem de três lados
«Pagamos isto de quinze em quinze dias. O mínimo é alguém a quem se note que lhe importa.» 3 dos 8 do plantel principal saíram para aquilo; os outros não jogaram.
Jogo28/10/2034
Ninguém conseguiu parar de marcar
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do SKA Khabarovsk 2 e do Rodina M por igual; os restantes divertiram-se imenso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bulat Abdulzhalilov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Rostov aceitou o dinheiro. O que o SKA Khabarovsk ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Valentin Guillaume e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Armen Barseghyan está a viver essa versão no SKA Khabarovsk, e costuma notar-se no primeiro mês.
O Rostov vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Danil Kapustyanskiy pré-acordou a mudança para o SKA Khabarovsk, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Akron fica com o seu homem, e o SKA Khabarovsk volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel26/06/2034
Ruslan Kukushbaev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Tyler Forsyth e o SKA Khabarovsk acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O SKA Khabarovsk sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
24 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O SKA Khabarovsk perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No SKA Khabarovsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Timur Sharapov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O SKA Khabarovsk sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O SKA Khabarovsk pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valentin Guillaume esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ruslan Kukushbaev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Evgeny Lukinykh treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O SKA Khabarovsk sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No SKA Khabarovsk ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Alvey Thygesen apontou a data.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No SKA Khabarovsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Evgeny Lukinykh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel01/05/2034
Palavras no treino do SKA Khabarovsk sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Valentin Guillaume está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no SKA Khabarovsk, mais uma semana sem a assinatura de Evgeny Lukinykh.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No SKA Khabarovsk ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Daniil Yeremin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O SKA Khabarovsk sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Evgeny Lukinykh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Valentin Guillaume estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no SKA Khabarovsk dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Evgeny Lukinykh assinar alguma coisa — um contrato no SKA Khabarovsk ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no SKA Khabarovsk, mais uma semana sem a assinatura de Noah Larsen.
6.º lugar, 49 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Jogo18/03/2034
Não se vê o fim da espera do SKA Khabarovsk por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no SKA Khabarovsk tem de arrancar um resultado de algum lado.
Evgeny Lukinykh e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Valentin Guillaume estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O SKA Khabarovsk disse a Kamran Aliev que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Valentin Guillaume e o SKA Khabarovsk acertam mais 2 anos.
Evgeny Lukinykh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Valentin Guillaume estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Bulat Abdulzhalilov. 1‑0 sobre o Spartak Kostroma, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 9 ações, 6.89, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no SKA Khabarovsk, mais uma semana sem a assinatura de Evgeny Lukinykh.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O SKA Khabarovsk disse a Artur Sivolapov que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.86 ao lado do nome.
Timur Sharapov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yakhja Magomedov, e o treinador deixou.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Denis Nikonorov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Dinamo Makhachkala defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
As estreias sobrevivem-se, não se desfrutam. Esta desfrutou-se: 8.57, 2 golos, e um treinador a quem já perguntam se ele é titular outra vez para a semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no SKA Khabarovsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Alexander Jorgensen tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Timur Sharapov. 1‑0 sobre o Torpedo Moscow, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.