As regras permitem-no e dói na mesma. Harry Thompson acertou condições com o Ipswich Town para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Aidan Elliott-Wheeler e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel07/04/2036
Erik Wind desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente no Burnley viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 34 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Elvin Mehičić, e o treinador deixou.
117 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Levante perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Levante vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Levante ofereceu $11.9M; o Celta disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Levante já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.89 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
124 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Levante perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Levante falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta seguiu esta semana para o Celta, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Real Sociedad fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Elisseche está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 72 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Levante perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Levante, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Barcelona, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta do Cartagena por Vito Rosané foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nordan Mukiele esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Levante perguntou e o Villarreal disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateo Elisseche estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Levante falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Girona aceitou o dinheiro. O que o Levante ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Barcelona ninguém diz, e no Levante ninguém gosta de estar a adivinhar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Levante, e não vai ser retirado.
O Levante perguntou e o Sevilla disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel16/07/2035
Ramiro Palomo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Levante vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Plantel25/06/2035
Néstor Boretto lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta seguiu esta semana para o Betis, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Villarreal fica com o seu homem, e o Levante volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ramiro Palomo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Costanzo Heredia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Levante vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Levante perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Levante já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Anagennisi Karditsa por Panagiotis Avgerinos foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Levante fez a parte difícil com o Ponferradina, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O Levante perguntou e o Sevilla disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
$240.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Andorra pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Santiago Lallana será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Levante as despedidas começaram em silêncio.
O Mallorca vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Tamimou Ouorou pré-acordou a mudança para o Levante, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Plantel21/05/2035
Santiago Santiago desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nordan Mukiele e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Em resumo
DireçãoOs salários levam 95% do que Levante recebem
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 16 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Levante ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel02/04/2035
Ramiro Palomo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nordan Mukiele esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Levante, mais uma semana sem a assinatura de Felix Schönegger.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Axel Norén lesiona os ligamentos do joelho — 75 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 75 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
0‑4 frente ao Sevilla, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Dois golos e um 8.05 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
As bancadas22/01/2035
O Levante é desmontado pelo Sevilla — e a cidade quer respostas
Acabou 0-4. Uma eliminação na taça é uma desilusão; isto foi um desmantelamento público, e a diferença mede-se em quantas pessoas ainda falarão nisso em agosto.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Levante ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gijón fica com o seu homem, e o Levante volta a uma lista com um nome riscado.
As regras permitem-no e dói na mesma. Bryan Destin acertou condições com o Mallorca para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Kevin Barcella esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Santiago Santiago está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Levante, mais uma semana sem a assinatura de Jon Ander Olasagasti.
O banco06/11/2034
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.