Está feito o negócio no Siah Jamegan até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
A proposta seguiu esta semana para o Zob Ahan, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siah Jamegan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Siah Jamegan perguntou e o Esteghlal disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
12 golos e uma média de 7.33 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alireza Ramezani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alireza Shojaei, e o treinador deixou.
Minuto 92. Alireza Ramezani encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Naft Tehran passou do ponto ao nada num só movimento.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Alireza Ramezani produziu-o, e o 8.88 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Uma média de 7.45 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
$440.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Zob Ahan pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Mahan Bandani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Terminou 2‑1, e a tarde foi de Alireza Ramezani: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Siah Jamegan.
Plantel31/01/2033
Pejman Beiranvand desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma exibição de 8.02 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
O banco31/01/2033
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Interim Coach foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
53 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Siah Jamegan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Mahan Bandani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alireza Ramezani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Minuto 89, frente ao Rah Ahan, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
Metade do calendário jogado, 8.º lugar, 24 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
O banco15/11/2032
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
81 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Siah Jamegan perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Muhammadbobur Karimov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Siah Jamegan as despedidas começaram em silêncio.
Mahan Bandani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
12 golos e uma média de 7.27 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Alireza Taremi lesiona os ligamentos do joelho — 109 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 109 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Muhammadbobur Karimov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Siah Jamegan as despedidas começaram em silêncio.
Mahan Bandani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Siah Jamegan e do Saba por igual; os restantes divertiram-se imenso.
116 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Siah Jamegan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Siah Jamegan ficou sem tempo com o Esteghlal. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siah Jamegan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alireza Ramezani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Siah Jamegan fez a parte difícil com o Esteghlal, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Siah Jamegan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mahan Bandani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Palavras no treino do Siah Jamegan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alireza Ramezani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O fim chegou numa terça-feira, como costuma acontecer: uma reunião curta, um comunicado mais curto, e Ali Ghoddos a esvaziar o gabinete antes do meio-dia. O ritual mais cruel do futebol, cumprido a horas.
As bancadas02/08/2032
Os adeptos organizam-se contra a direção do Siah Jamegan
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Não sobra ninguém para promover nem ninguém para dirigir um treino. A direção trouxe um nome que os adeptos não conhecem, e a pergunta de como um clube chega aqui vai durar mais do que quem lhe responder.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Siah Jamegan perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Mahan Bandani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção02/08/2032
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Siah Jamegan
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alireza Ramezani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
53 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Siah Jamegan perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Mahan Bandani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Siah Jamegan, mais uma semana sem a assinatura de Saman Hajsafi.
O banco14/06/2032
Shahriar Vafaei tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Siah Jamegan dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Siah Jamegan. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Alireza Gholizadeh deixa o Siah Jamegan pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
76 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Siah Jamegan perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siah Jamegan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Muhammadbobur Karimov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Siah Jamegan não tem uma boa resposta.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Siah Jamegan. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
DireçãoA formação do Siah Jamegan vale o que custa
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Abdulaziz Al-Marzooqi e o Siah Jamegan acertam mais 4 anos.
Mahan Bandani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Muhammadbobur Karimov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siah Jamegan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alireza Ramezani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Siah Jamegan. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Vouria Ebrahimi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Muhammadbobur Karimov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Alireza Ramezani. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O banco12/04/2032
Saman Hajsafi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Siah Jamegan dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Siah Jamegan. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Mahan Bandani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A raiva no Siah Jamegan transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Mahan Bandani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alireza Ramezani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alireza Ramezani assinar alguma coisa — um contrato no Siah Jamegan ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco15/03/2032
Saman Hajsafi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Siah Jamegan dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mahan Bandani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/03/2032
Palavras no treino do Siah Jamegan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Muhammadbobur Karimov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Siah Jamegan do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Siah Jamegan sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Hossein Cheshmi apontou a data.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Pejman Beiranvand e o Siah Jamegan acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Artin Rostami tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
5 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Tractor. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.
Alvos de mercado09/02/2032
O mercado fecha em cima do negócio de Ahmad Savari
O Siah Jamegan ficou sem tempo com o Foolad. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Dribles concretizados: 35. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Siah Jamegan podem fingir não ter ouvido.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Siah Jamegan fez a parte difícil com o Persepolis, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Saba fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Mahan Bandani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.