Daniel Cordero

Atacante - Tocantinópolis
23 Dez 2026
Quarta-feira
Processo

Marcado para Daniel Cordero

21 Edição

O Arauto de Tocantinópolis

21/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

André Moreira parte um osso — 53 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 53 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Plantel

Um desentendimento no Tocantinópolis

Gustavo Almeida e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Palavras no treino do Tocantinópolis sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Danielzinho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Alvos de mercado

O Tocantinópolis leva uma nega por Deuner

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Remo fica com o seu homem, e o Tocantinópolis volta a uma lista com um nome riscado.

O banco

Daniel Cordero ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Tássio já ficou grande para esta divisão

Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Tocantinópolis sabem-no, e também todos os que o veem.

Mercado

Tocantinópolis e Tássio falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

O banco

Danilo Saavedra bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Danilo Saavedra treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

A conversa sobre Nicolás Muñoz não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Tocantinópolis sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

Edições anteriores
19 Edição

O Arauto de Tocantinópolis

07/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

O banco

Daniel Cordero: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Tocantinópolis nada responderam, o que também é uma resposta.

Alvos de mercado

Echaporã vai a exames médicos no Tocantinópolis

Tudo acordado com o São Bernardo, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.

Plantel

Os ânimos aquecem no Tocantinópolis

Jackson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Tocantinópolis

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Danielzinho estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

O treinador faz de Ronald um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Alvos de mercado

O Tocantinópolis pergunta por Matheus Ferreira

Uma sondagem ao Sport Recife para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Plantel

Junior Alves no onze do mês

Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Junior Alves está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.

Plantel

Tomás Álvarez Castillo: “Não sou um suplente”

“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Tocantinópolis terá de responder com minutos ou com uma transferência.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Tocantinópolis e Wilmar Mosquera

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Tocantinópolis, mais uma semana sem a assinatura de Wilmar Mosquera.

Em resumo

8 Edição

O Arauto de Tocantinópolis

21/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Cássio põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tocantinópolis, e não vai ser retirado.

Plantel

Jackson em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tocantinópolis coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Notas dos jogadores

Anderson Cordeiro encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 15. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

O banco

João Gomes sobre o ponto

“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” João Gomes depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.

Plantel

Marcelo Carvalho desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Gustavo Almeida fica de fora por razões táticas no Tocantinópolis

O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.

Jogo

Tocantinópolis fica em branco frente ao Manaus

As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Manaus defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.

Plantel

Nicolás Muñoz continua sem se adaptar

Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Tocantinópolis gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.

O banco

Danilo Saavedra bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Danilo Saavedra treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo