O Dibba foi ao Al Wasl com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Dibba ofereceu $42.0K; o Al Wasl disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrigo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sharjah fica com o seu homem, e o Dibba volta a uma lista com um nome riscado.
Evans Ampofo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma sondagem ao Al Ain para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mame Balla Gning assinar alguma coisa — um contrato no Dibba ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Charles Pickel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sharjah, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Erik esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Charles Pickel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Arshia Sarshogh está nela.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Sharjah essa pergunta é mais difícil de responder.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Pedro Malheiro
Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Charles Pickel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Charles Pickel, e o treinador deixou.
Ghaith Abdalla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Um amarelo de que ninguém precisava, numa noite em que o jogo já estava ganho. Sharjah perdem um jogador pelo motivo mais evitável que existe.
O banco21/02/2028
Neste momento há alguém melhor do que Majid Surour
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sharjah, e não vai ser retirado.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Erik esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel31/01/2028
Charles Pickel desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Sharjah perguntou e o Al Ahli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma média de 7.30 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A primeira derrota em 5 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Al Jazira; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sharjah, e não vai ser retirado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.89 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Charles Pickel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma sondagem ao Al Jazira para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Sharjah já telefonou ao Al Jazira. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sharjah a ouviu como outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Charles Pickel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Majed Hassan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adel Al-Hosani, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Rashed Mohamed e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco22/11/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑4 Faisal Al Bloushi saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Charles Pickel desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sharjah, e 6 jogos em 21 dizem que merece ser ouvido.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Charles Pickel está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Mats Bångsbo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sharjah, e 4 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
8 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Sharjah e do Al Wasl por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Charles Pickel está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Sharjah perguntou e o Al-Ra'ed disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Notas dos jogadores13/09/2027
Luan Pereira jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.33. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Batido 6 vezes, com 1 defesas por companhia. Os guarda-redes carregam estes resultados no currículo seja de quem for a culpa, e essa é a injustiça silenciosa do ofício.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mats Bångsbo, e o treinador deixou.
Os papéis estão assinados: Suhail Abdulla chega do Al Wasl num negócio de $780.0K. Agora vem a parte difícil.
Plantel16/08/2027
Charles Pickel desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sharjah sabem-no.
“Vejo todos os jogos do Sharjah daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Dibba segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Majed Al Suwaidi assinar alguma coisa — um contrato no Sharjah ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
O bancoLeandrinho pede uma conversa com o treinador
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sharjah, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al Jazira fica com o seu homem, e o Sharjah volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Charles Pickel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um clube do seu país fez a pergunta, e ele nunca fingiu que não queria que lha fizessem. O Sharjah tem pela frente uma conversa que não vai ganhar com dinheiro.
Rafael Pereira e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Vejo todos os jogos do Sharjah daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Dibba segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sharjah, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dibba, e não vai ser retirado.
O Dibba perguntou e o Al Ain disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dibba coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel14/06/2027
Gilmário Menezes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Álex Fernández e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sharjah, e não vai ser retirado.
Charles Pickel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Firas Ben Larbi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
3 jogos e 0 golos não são uma época fora, são um ano perdido. Está de volta ao Sharjah sem ter avançado um passo, e todos os envolvidos vão explicar por que razão a culpa não foi deles.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Plantel24/05/2027
Charles Pickel desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Majed Hassan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sharjah, e 3 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Majed Al Suwaidi assinar alguma coisa — um contrato no Sharjah ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco24/05/2027
Arshia Sarshogh tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sharjah dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
O bancoO treinador faz uma promessa a Malek Janeer
Majed Al Suwaidi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Charles Pickel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Sharjah daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al Shaab segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Majed Al Suwaidi assinar alguma coisa — um contrato no Sharjah ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Arshia Sarshogh está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Sharjah. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Sharjah a diferença vê-se da última fila.
Em resumo
PlantelNotícias do centro de treinos: Luan Pereira
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sharjah coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel29/03/2027
Firas Ben Larbi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Majid Rashid, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Sharjah daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al Shaab segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Khaled Ebraheim assinar alguma coisa — um contrato no Sharjah ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco29/03/2027
Arshia Sarshogh tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sharjah dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O aperto de mão com o Al Jazira está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.37 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Leandrinho não precisou: 7.61, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sharjah coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Charles Pickel está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al Jazira fica com o seu homem, e o Sharjah volta a uma lista com um nome riscado.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Igor Coronado esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/11/2026
Charles Pickel desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kodjo Laba, e o treinador deixou.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Khaled Ebraheim: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Sharjah a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Firas Ben Larbi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sharjah, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Rashed Humaid Al-Blooshi deixa o Sharjah pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Charles Pickel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O banco02/11/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Mohamed Nader não o escondia depois do 2‑2, e no balneário do Sharjah também ninguém o escondia.
O banco02/11/2026
Neste momento há alguém melhor do que Majid Rashid
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rashed Humaid Al-Blooshi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Al Nasr ninguém diz, e no Sharjah ninguém gosta de estar a adivinhar.
O Sharjah foi ao Al Nasr com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $6.9M — um clube que quer Majed Al Suwaidi ao ponto de perguntar duas vezes.
Kodjo Laba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al Nasr fica com o seu homem, e o Sharjah volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Firas Ben Larbi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ghaith Abdalla e o Sharjah acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.