20 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Khaleej perdeu-o em tudo menos nos papéis.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Al-Shabab ninguém diz, e no Al-Khaleej ninguém gosta de estar a adivinhar.
Mais um nome na lista: o Al-Faisaly fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Mohammed Marran. A resposta do Al-Khaleej não mudou — para já.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $350.0K — um clube que quer Fethi Kessassi ao ponto de perguntar duas vezes.
O Al-Khaleej foi ao Al-Ettifaq com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Al-Khaleej foi ao Hajer com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Salem Al-Najdi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/08/2035
Palavras no treino do Al-Khaleej sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Haitham Asiri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al-Khaleej já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Faustin Ambassa será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Khaleej as despedidas começaram em silêncio.
Thamer Al-Khaibri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Al-Khaleej perguntou e o Al-Ahli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel23/07/2035
Palavras no treino do Al-Khaleej sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. André Cardoso está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
36 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Khaleej perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Musaed Al-Johani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Al-Khaleej perguntou e o Al-Ahli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel25/06/2035
Palavras no treino do Al-Khaleej sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. André Cardoso está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammed Marran, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoMaher Tawashi pede uma conversa com o treinador
Moteb Al-Harbi lesiona os ligamentos do joelho — 64 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 64 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Thamer Al-Khaibri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e André Cardoso estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al-Khaleej, mais uma semana sem a assinatura de Falah Al-Shamri.
O empréstimo devia dar-lhe jogos. 0 partidas e 0 golos depois, está de volta ao Al-Khaleej sem ter avançado, e todos os envolvidos vão explicar por que não foi obra sua.
O banco28/05/2035
Eyad Houssa tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Khaleej dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Moteb Al-Harbi lesiona os ligamentos do joelho — 92 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 92 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohammed Al-Yami será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Khaleej as despedidas começaram em silêncio.
Thamer Al-Khaibri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e André Cardoso estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Eyad Houssa está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hassan Al-Tambakti treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O acordo com o Al-Mojzel tem 15 dias restantes, com 24 utilizações para pesar. Três portas: ficar com ele, vendê-lo, emprestá-lo outra vez — e nenhuma fica aberta muito tempo.
120 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Khaleej perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Musaed Al-Johani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel02/04/2035
Palavras no treino do Al-Khaleej sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. André Cardoso está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Direção02/04/2035
A direção do Al-Khaleej arranja $1.1M para o treinador
Dinheiro, não palavras, e é a única resposta que um treinador quer alguma vez ouvir. Gastar bem $1.1M passa a ser inteiramente problema dele.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Al-Khaleej foi explícito quanto à situação de Suhrob Nurulloev, o que é mais do que muitos recebem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Falah Al-Shamri treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
O bancoEyad Houssa tornou-se um homem de confiança do treinador
A série sem derrotas chega aos 31 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
66 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Khaleej perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Eyad Houssa tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Al-Fayha deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
16 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jaloliddin Ismailov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Khaleej as despedidas começaram em silêncio.
Musaed Al-Johani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Al-Khaleej perguntou e o Al-Ittihad disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
108 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Khaleej perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Khaleej falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Khaleej podem fingir não ter ouvido.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Al-Khaleej beneficiou disso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Danyal Al-Habeeb será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Khaleej as despedidas começaram em silêncio.
Salem Al-Najdi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Khaleej ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Thamer Al-Khaibri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel16/10/2034
Palavras no treino do Al-Khaleej sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. André Cardoso está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel16/10/2034
O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Al-Khaleej
É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Aboubakkar Moussa foi o melhor de qualquer um deles.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco16/10/2034
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Godfrey Selchum
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Eyad Houssa está nela.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Mohammed Al-Dowaish: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Al-Khaleej a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
A bola do jogo é de Eyad Houssa, cujos 3 golos transformaram uma tarde difícil num passeio.
Notas dos jogadores18/09/2034
Uma estreia que Michael Weber não vai esquecer — 7.57
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 0 no marcador, 7.57 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fawaz Al-Hamad será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Khaleej as despedidas começaram em silêncio.
Musaed Al-Johani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
82 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Khaleej perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Khaleej podem fingir não ter ouvido.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Khaleej vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Thamer Al-Khaibri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
25 jogos e 8 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Khaleej ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O banco29/05/2034
Ramez Al-Attar tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Khaleej dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.