Cafu

Ala Direito - Ferroviária
16 Nov 2027
Terça-feira
Processo

Marcado para Cafu

54 Edição

O Diário de Ferroviária

09/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Dênis Júnior

Houve 7 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

Mercado

Cai a transferência para São Paulo

Estava tudo acordado até deixar de estar, e Alencar regressa a Ferroviária com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.

Plantel

Ademir desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Ferroviária fica aquém diante do Novorizontino

O Novorizontino levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

Jogo

Ferroviária encontra maneira de passar pelo Paysandu

O Paysandu obrigou o Ferroviária a suar, mas no fim o marcador dizia 1‑0 e a tabela não pergunta como.

Notas dos jogadores

Ademir em notas de excelência

Uma exibição de 8.13 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Plantel

9 caras novas e o Ferroviária ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Marcos Pacheco saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

O banco

Quando importa, Emiliano Martínez joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

  • O banco Cafu ouve do treinador
  • O banco Everton Morelli pede uma conversa com o treinador
  • Plantel Ademir estreia-se finalmente a marcar
Edições anteriores
43 Edição

A Crónica de Horizonte

24/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Horizonte despede-se da taça

O CRB segue em frente e o Horizonte vai para casa, com um 0‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Lucas Stefanello

Dribles concretizados: 30. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Mercado

Pedrão entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Horizonte podem fingir não ter ouvido.

As bancadas

O Horizonte é desmontado pelo CRB — e a cidade quer respostas

Acabou 0-3. Uma eliminação na taça é uma desilusão; isto foi um desmantelamento público, e a diferença mede-se em quantas pessoas ainda falarão nisso em agosto.

Plantel

Erik Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Horizonte encontra maneira de passar pelo União

O União obrigou o Horizonte a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑1 e a tabela não pergunta como.

Plantel

Um desentendimento no Horizonte

Pedrão e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

As bancadas

Um dos seus: Mauricio Montilla

Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Danilo Pacheco no seu melhor

Avaliado com 8.26. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Horizonte.

Em resumo

  • Direção Ninguém saiu depressa do balneário de Horizonte
  • O banco Cristiano Moura diz de sua justiça
  • O banco O treinador faz de Cafu um exemplo
36 Edição

A Crónica de Horizonte

05/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

O Horizonte recusa-se a sair da corrida

Posição 3, 31 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.

Plantel

O salto de Mauricio Montilla é a sério

Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Plantel

Um desentendimento no Horizonte

Diego Aguilera e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Marcinho desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Mauricio Montilla quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Horizonte ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

O banco

O treinador faz de Cafu um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo