Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Saipa está a esgotar-se.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Saipa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yousef Mazrae está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alireza Amirkhani, e o treinador deixou.
Nota 7.45 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Saipa, o melhor em campo era deles.
O banco26/02/2029
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Kaveh Taremi escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Mohammad Reza Soleimani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nima Entezari estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Saipa vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Saipa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Saipa sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Shahriar Torabi acabou de assinar pelo Saipa e, por uma vez, a resposta importava.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.25 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
7 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Esteghlal Ahvaz. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.
Hossein Taremi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Três pontos para o Saipa: um 3‑1 diante do Esteghlal Ahvaz num duelo decidido por pormenores.
Plantel09/10/2028
Nima Entezari desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Mercado28/08/2028
Tão perto: a transferência de Majid Beiranvand morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Esteghlal Khuzestan seguiu em frente, Majid Beiranvand apresenta-se de volta no Rah Ahan, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rah Ahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$100.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Saipa pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel28/08/2028
Otabek Ahadov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não penso para lá de sábado, e não aconselharia ninguém a fazê-lo.” A primeira regra do interino é fingir que o trabalho é pequeno; Ramin Rezaeian recitou-a na perfeição.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rah Ahan, e não vai ser retirado.
Saeid Pouraliganji esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Direção07/08/2028
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Rah Ahan
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Saeid Pouraliganji e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O novo treinador do Rah Ahan já trabalhou com Parham Ghannad e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Plantel24/07/2028
Palavras no treino do Rah Ahan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shahriar Torabi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Rah Ahan daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Siah Jamegan segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Rah Ahan, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Saeid Pouraliganji assinar alguma coisa — um contrato no Rah Ahan ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O Persepolis chegou com $13.9M e saiu com o melhor jogador da casa. A direção chamará negócio; a fila da bilheteira usará outras palavras.
Plantel10/07/2028
Ali Karimi lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 14 e 20 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Ahmad Dejagah foi-se, as contas têm $13.9M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Rah Ahan fez a parte difícil com o Esteghlal Khuzestan, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O Rah Ahan ofereceu $67.0K; o Naft Tehran disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Posição 14 e 20 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Saeid Pouraliganji esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O novo treinador do Rah Ahan já trabalhou com Parham Ghannad e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Rah Ahan vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rah Ahan, e não vai ser retirado.
Saeid Pouraliganji e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Plantel29/05/2028
Palavras no treino do Rah Ahan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Otabek Ahadov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Saeid Pouraliganji assinar alguma coisa — um contrato no Rah Ahan ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Rah Ahan, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Otabek Ahadov pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Rah Ahan. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Direção24/04/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Rah Ahan
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Saeid Pouraliganji e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel24/04/2028
Otabek Ahadov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Shahriar Torabi, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ahmad Dejagah. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
O bancoOtabek Ahadov pede uma conversa com o treinador
MercadoOtabek Ahadov colocado na lista de transferências
Saeid Pouraliganji esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Otabek Ahadov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
11 golos em 28 jogos no Esteghlal Khuzestan — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Rah Ahan alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
O banco17/04/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Karim Cheshmi
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Otabek Ahadov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
18 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rah Ahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rah Ahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/04/2028
Palavras no treino do Rah Ahan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shayan Mosleh está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Rah Ahan, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ali Mohammadi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
25 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rah Ahan perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Saeid Pouraliganji e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Rah Ahan vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Plantel03/04/2028
Palavras no treino do Rah Ahan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Otabek Ahadov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Ali Mohammadi está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Rah Ahan, mais uma semana sem a assinatura de Shahriar Torabi.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Saeid Pouraliganji assinar alguma coisa — um contrato no Rah Ahan ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A raiva no Rah Ahan transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Saeid Pouraliganji e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel28/02/2028
Shahriar Torabi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um ponto arrancado aos 93 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Rah Ahan sabe dizer em que semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rah Ahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Rah Ahan perguntou e o Persepolis disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel14/02/2028
Palavras no treino do Rah Ahan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ali Nemati está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
O Rah Ahan perguntou e o Persepolis disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Otabek Ahadov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Zob Ahan levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel17/01/2028
Palavras no treino do Rah Ahan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abolfazl Mohammadi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco17/01/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Hossein Rezaeian a uma sala que já as tinha ouvido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Mirkomil Abdurazzoqov tem a sua resposta do Rah Ahan; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Persepolis continuou a vir porque nada o travou, e ao Rah Ahan vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Posição 14 e 11 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 34 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Rah Ahan é como lidar com um homem a quem deve muito.
Plantel29/11/2027
Shahriar Torabi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rah Ahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Vahid Dejagah
Saeid Pouraliganji esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Parham Ghannad, e o treinador deixou.
Plantel22/11/2027
Palavras no treino do Rah Ahan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shahriar Torabi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Saeid Pouraliganji e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 18. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel08/11/2027
Palavras no treino do Rah Ahan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shahriar Torabi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Disseram uma coisa a Majid Noorafkan e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
O banco08/11/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Hossein Rezaeian não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Rah Ahan também ninguém o escondia.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rah Ahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel01/11/2027
Shahriar Torabi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ahmad Dejagah e o Rah Ahan acertam mais 5 anos.
Saeid Pouraliganji esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ali Mohammadi, e o treinador deixou.
Plantel27/09/2027
Shahriar Torabi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Saeid Pouraliganji e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os reforços chegam com uma imagem do clube na cabeça, e a deste era maior do que o edifício. Vai jogar bem e vai-se embora, por essa ordem, e toda a gente o sabe.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Majid Noorafkan, e o treinador deixou.
10 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Vejo todos os jogos do Rah Ahan daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Esteghlal Khuzestan segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rah Ahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Rah Ahan está a esgotar-se.
A proposta seguiu esta semana para o Padideh, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Rah Ahan fez a parte difícil com o Zob Ahan, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $770.5K — um clube que quer Reza Dejagah ao ponto de perguntar duas vezes.
Saeid Pouraliganji e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Shahriar Torabi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Rah Ahan já se começa a dizer o nome dele no passado.
O aperto de mão com o Esteghlal Khuzestan está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Saeid Pouraliganji e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Tractor fica com o seu homem, e o Rah Ahan volta a uma lista com um nome riscado.
Toda a gente no Rah Ahan viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 34 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Plantel21/06/2027
5 caras novas e o Rah Ahan ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ahmad Dejagah assinar alguma coisa — um contrato no Rah Ahan ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
A proposta seguiu esta semana para o Sepahan, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Saeid Pouraliganji esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Sepahan queria mais do que $170.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Esteghlal fica com o seu homem, e o Rah Ahan volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rah Ahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ali Mohammadi assinar alguma coisa — um contrato no Rah Ahan ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Rah Ahan, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Saeid Pouraliganji esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel05/04/2027
Gastón Álvarez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 34 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Disseram uma coisa a Valentin Atangana e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Gastón Álvarez está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Ahmad Dejagah não desaparece