O Aswan vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Zamalek foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Juan Bezerra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel02/11/2026
Emad Soliman desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Zamalek foi explícito quanto à situação de Mahmoud Bentayg, o que é mais do que muitos recebem.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 4‑0, Shikabala Sobhi podia dar-se ao luxo de ser generoso.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Zamalek ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Bezerra está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zamalek coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um golo aos 88 minutos transformou três pontos num e uma boa tarde numa discussão sobre gestão de jogo que vai durar até sábado.
Plantel26/10/2026
7 caras novas e o Zamalek ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Amr Nasser será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Zamalek as despedidas começaram em silêncio.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emad Soliman estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 37 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Segue-se o Al Gaish, e há um homem no balneário do Zamalek que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Zamalek. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel05/10/2026
Juan Bezerra desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Emad Soliman esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohamed Ibrahim será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Zamalek as despedidas começaram em silêncio.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.85 para o resto.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Joseph Aidoo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Emad Soliman tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
O Military Production vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Zamalek foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Zamalek tem 4 vitórias seguidas dela.
Mercado21/09/2026
Tão perto: a transferência de Ahmed Khaled morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O ENPPI seguiu em frente, Ahmed Khaled apresenta-se de volta no Zamalek, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Juan Bezerra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Notas dos jogadores21/09/2026
Juan Bezerra jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.34. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Notas dos jogadores21/09/2026
Emad Soliman jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.28. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ahmed Said está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Zamalek ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O negócio que levaria Mohamed Abdelfattah para o Ghazl El Mahalla caiu na fase final e ele reapresenta-se no Zamalek com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Bezerra está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Zamalek perguntou e o Rosenborg disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Zamalek perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Direção07/09/2026
O prazo passa com 18 contratações e 6 saídas
Está feito o negócio no Zamalek até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
O relógio fez o que o Vélez não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Juan Bezerra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Henan FC fica com o seu homem, e o Zamalek volta a uma lista com um nome riscado.
O ENPPI queria mais do que $220.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Em resumo
PlantelHesham Fouad é melhor futebolista do que era
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Zamalek já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Zamalek, e não vai ser retirado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Aswan tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O Zamalek foi ao Vélez com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $227.5K — um clube que quer Ziad Kamal ao ponto de perguntar duas vezes.
O Zamalek foi ao ENPPI com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Zamalek perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Baron Ochieng não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Zamalek pagou $2.3M por Emad Soliman, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Zamalek, e não vai ser retirado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $22.8K — um clube que quer Ahmed El Armouty ao ponto de perguntar duas vezes.
A proposta seguiu esta semana para o El Masry, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O ENPPI queria mais do que $100.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Mahmoud Trezeguet não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Masr El Makasa podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
As bancadas24/08/2026
Os adeptos revoltam-se com a venda de Emad Soliman por $2.3M
Vai para o Zamalek, o clube tem $2.3M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $22.8K — um clube que quer Mahmoud Gehad ao ponto de perguntar duas vezes.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no ENPPI ninguém diz, e no Masr El Makasa ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Masr El Makasa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta seguiu esta semana para o Zamalek, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta do Arab Contractors por Juan Bezerra foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Zamalek ofereceu $7.6M; o Al-Hilal disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Zamalek fez a parte difícil com o Masr El Makasa, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $39.8K — um clube que quer Julius Ikechukwu ao ponto de perguntar duas vezes.
O Zamalek foi ao ENPPI com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Verba acordada, salário acordado, e o Zamalek à espera com uma camisola. No Masr El Makasa ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Emad Hamdi era uma das razões por que as pessoas vinham, e $630.0K não substitui isso sozinho.
A proposta do El Dakhleya por Yasser Tarek foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $22.8K — um clube que quer Omar Reda ao ponto de perguntar duas vezes.
O Masr El Makasa foi ao Petrojet com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Direção17/08/2026
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Masr El Makasa
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
A proposta ficou muito aquém e em Masr El Makasa não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Plantel10/08/2026
Hesham Adel consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Hesham Adel acabou de assinar pelo Masr El Makasa e, por uma vez, a resposta importava.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $22.8K — um clube que quer Omar Reda ao ponto de perguntar duas vezes.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mohamed Soliman e o Masr El Makasa acertam mais 3 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Masr El Makasa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Petrojet queria mais do que $21.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Plantel10/08/2026
Palavras no treino do Masr El Makasa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emad El Mohamady está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Walid Trezeguet, e o treinador deixou.
Emad Soliman esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/08/2026
Emad El Mohamady desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zamalek fica com o seu homem, e o Masr El Makasa volta a uma lista com um nome riscado.
Uma sondagem ao Mamelodi Sundowns para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mohamed Soliman treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Masr El Makasa sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Emad Soliman tem de reconquistar o que julgava seu. O Masr El Makasa não prometeu nada — nesta fase raramente promete.