Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 31 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Uma média de 7.00 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O AS DGSSIE sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Notas dos jogadores22/01/2029
Djibrine Adoum, 16 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.93
Um 7.93 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 16. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Gérard Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Foullah Edifice fica com o seu homem, e o AS DGSSIE volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ali Swaleh estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 38 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Oumar Bechir não precisou: 9.37, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
9 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o AS Algoy foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
O US Moursal queria mais do que $82.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Não se vê o fim da espera do AS DGSSIE por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AS DGSSIE tem de arrancar um resultado de algum lado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AS DGSSIE vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o AS DGSSIE e o CotonTchad, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Gérard Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel25/12/2028
Ali Swaleh desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
1‑4 para o AS PSI, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS DGSSIE podem fingir não ter ouvido.
Jogo16/12/2028
Não se vê o fim da espera do AS DGSSIE por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AS DGSSIE tem de arrancar um resultado de algum lado.
Gérard Diarra e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel18/12/2028
Ahmed Adepoju desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ahmat Oumar, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS DGSSIE, e não vai ser retirado.
Gérard Diarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/12/2028
Palavras no treino do AS DGSSIE sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ali Swaleh está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Isto não é rotação. Djibrine Adoum está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no AS DGSSIE finge o contrário.
O banco11/12/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Moussa Abakar saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
Notas dos jogadoresAhmed Adepoju encarou-os todo o jogo
MercadoA conversa sobre Gérard Diarra não desaparece
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS DGSSIE falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Isto não é rotação. Ahmat Oumar está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no AS DGSSIE finge o contrário.
Plantel20/11/2028
Ahmat Oumar desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS DGSSIE, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marius Abakar, e o treinador deixou.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Oumar Bechir: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o AS DGSSIE a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Moubarak Djibrine. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
Dois golos e um 9.54 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Notas dos jogadores30/10/2028
Oumar Bechir, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.89
Um 8.89 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Jogo28/10/2028
Ninguém quer jogar contra o AS DGSSIE neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Gérard Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Djibrine Adoum. 3‑1 sobre o Foullah Edifice, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
O Foullah Edifice segurou a vantagem 1 minutos, que não chega para a desfrutar. O AS DGSSIE respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Moussa Abakar sobre uma tarde de 3‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Gérard Diarra
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 89, e o Aiglons passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Notas dos jogadores23/10/2028
Oumar Bechir, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.72
Um 7.72 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ali Swaleh estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Três pontos para o AS DGSSIE: um 1‑0 diante do Aiglons num duelo decidido por pormenores.
O banco23/10/2028
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Moussa Abakar, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Adam Moustapha tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Isto não é rotação. Abdramane Ndoram está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no AS DGSSIE finge o contrário.
Plantel09/10/2028
Palavras no treino do AS DGSSIE sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ahmat Oumar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco09/10/2028
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Moussa Abakar, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS DGSSIE, e não vai ser retirado.
Gérard Diarra e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel25/09/2028
Palavras no treino do AS DGSSIE sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ali Swaleh está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mahamat Abakar e o AS DGSSIE acertam mais 3 anos.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS DGSSIE, e não vai ser retirado.
O negócio que levaria Oumar Bechir para o Stars Jeunes Talents caiu na fase final e ele reapresenta-se no AS DGSSIE com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $706.00 do que o AS DGSSIE pagou por Mahamat Ngaradoumbe é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Direção04/09/2028
O prazo passa com 2 contratações e 6 saídas
Está feito o negócio no AS DGSSIE até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS DGSSIE coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$82.0K era o máximo que o clube pagaria, e o US Moursal pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O AS DGSSIE perguntou e o Galactik disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel04/09/2028
Ahmed Adepoju desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O AS DGSSIE ficou sem tempo com o AS Etat Major. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Em resumo
PlantelNão há lugar para Ahmed Adepoju no desenho novo
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS DGSSIE podem fingir não ter ouvido.
O aperto de mão com o Stars Jeunes Talents está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Gérard Diarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O AS DGSSIE perguntou e o Elect Sport disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel28/08/2028
Ahmat Oumar desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Oumar Adoum e o AS DGSSIE acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os adeptos organizam-se contra a direção do AS DGSSIE
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS DGSSIE podem fingir não ter ouvido.
O AS DGSSIE ofereceu $2.0K; o Stars Jeunes Talents disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ahmat Oumar estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS DGSSIE, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gérard Diarra assinar alguma coisa — um contrato no AS DGSSIE ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco14/08/2028
Adam Moustapha tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no AS DGSSIE dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS DGSSIE já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS DGSSIE, e não vai ser retirado.
Oumar Bechir esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O AS DGSSIE perguntou e o US Moursal disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel31/07/2028
Palavras no treino do AS DGSSIE sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ahmat Oumar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntou-se ao US Moursal se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdramane Ndoram, e o treinador deixou.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS DGSSIE podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS DGSSIE coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$82.0K era o máximo que o clube pagaria, e o US Moursal pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS DGSSIE perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Ahmat Oumar tem a sua resposta do AS DGSSIE; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Uma sondagem ao Kenya Police para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
Amr Shaaban tem 37 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
53 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS DGSSIE perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O AS DGSSIE foi ao US Moursal com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Gérard Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gérard Diarra assinar alguma coisa — um contrato no AS DGSSIE ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS DGSSIE, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
60 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS DGSSIE perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS DGSSIE coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nelson Djembe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 20 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No AS DGSSIE vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Donald Perrin Tchakounte treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Oumar Bechir não desaparece
Oumar Bechir e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdoulaye Adoum, e o treinador deixou.
Aos 20 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gérard Diarra assinar alguma coisa — um contrato no AS DGSSIE ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Adam Moustapha está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hassan Mbaiguedem treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um 8.21 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS DGSSIE coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Foi preciso Donald Perrin Tchakounte marcar para trazer alguma coisa para casa: 2‑2 com o AS Algoy, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O banco17/04/2028
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Moussa Abakar escolheu a versão do copo meio cheio do 2‑2; os adeptos saíram com a outra.
Nelson Djembe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Isto não é rotação. Abdramane Ndoram está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no AS DGSSIE finge o contrário.
Plantel10/04/2028
Palavras no treino do AS DGSSIE sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ahmat Oumar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Segue-se o AS Algoy, e há um homem no balneário do AS DGSSIE que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Oumar Bechir não desaparece
Não se vê o fim da espera do AS DGSSIE por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AS DGSSIE tem de arrancar um resultado de algum lado.
Gérard Diarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Isto não é rotação. Abdramane Ndoram está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no AS DGSSIE finge o contrário.
O banco13/03/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Moussa Abakar a uma sala que já as tinha ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Gérard Diarra: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o AS DGSSIE a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS DGSSIE sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Aos 20 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No AS DGSSIE vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Moubarak Djibrine. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nelson Djembe e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Oumar Bechir pôs o AS DGSSIE de novo em igualdade em 3 minutos, e o Stars Jeunes Talents nunca chegou a jogar com vantagem.
Foi preciso Oumar Bechir marcar para trazer alguma coisa para casa: 2‑2 com o Stars Jeunes Talents, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 2‑2, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Aos 20 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
Nota 8.10 aos 16 anos, numa equipa que não faz concessões à idade. Não precisou de nenhuma, e parecia o homem menos nervoso em campo.
Jogo12/02/2028
Ninguém quer jogar contra o AS DGSSIE neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Nelson Djembe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Nelson Djembe. 2‑1 sobre o Gazelle, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 16 anos que sente como seu. Abdoulaye Doungous tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Isto não é rotação. Abdramane Ndoram está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no AS DGSSIE finge o contrário.
Plantel14/02/2028
Ahmat Oumar desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco14/02/2028
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Moussa Abakar foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Aos 20 anos foi o melhor de todos da sua idade na divisão durante um fim de semana. Ninguém devia construir uma carreira em cima disso, e toda a gente o faz sem dizer.
Oumar Bechir esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
$200.00 era o máximo que o clube pagaria, e o US Moursal pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
6 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o AS Etat Major foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Tem 18 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Avaliado com 7.96. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS DGSSIE podem fingir não ter ouvido.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Idriss Haroun está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS DGSSIE coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nelson Djembe treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Aos 18 anos foi o melhor de todos da sua idade na divisão durante um fim de semana. Ninguém devia construir uma carreira em cima disso, e toda a gente o faz sem dizer.
A raiva no AS DGSSIE transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Gérard Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ahmat Oumar estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 87. O AS PSI tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
3‑3, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
O banco13/12/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Moussa Abakar não o escondia depois do 3‑3, e no balneário do AS DGSSIE também ninguém o escondia.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Donald Perrin Tchakounte treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Oumar Bechir não precisou: 8.45, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Oumar Bechir esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 2‑2, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de AS DGSSIE foi explícito quanto à situação de Oumar Tokindang, o que é mais do que muitos recebem.
Plantel29/11/2027
Um jovem do AS DGSSIE leva o prémio de melhor sub-21
Donald Perrin Tchakounte tem 18 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS DGSSIE sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Gérard Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Segue-se o US Moursal, e há um homem no balneário do AS DGSSIE que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gérard Diarra assinar alguma coisa — um contrato no AS DGSSIE ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS DGSSIE, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no AS DGSSIE a diferença vê-se da última fila.
Em resumo
AntevisãoConforto de casa à vista para o AS DGSSIE
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mahamat Ngaradoumbe produziu-o, e o 8.67 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Jogo06/11/2027
Não se vê o fim da espera do AS DGSSIE por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AS DGSSIE tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS DGSSIE podem fingir não ter ouvido.
6 golos num jogo, Mahamat Ngaradoumbe na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao AS DGSSIE nem ao Gazelle.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Oumar Bechir, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.86
Um 7.86 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Gérard Diarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Donald Perrin Tchakounte, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ahmat Oumar estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nelson Djembe treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS DGSSIE coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Isto não é rotação. Abdramane Ndoram está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no AS DGSSIE finge o contrário.
Plantel25/10/2027
Ahmat Oumar desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Antevisão25/10/2027
O AS DGSSIE mede-se com a equipa que todos perseguem
O Elect Sport chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS DGSSIE podem fingir não ter ouvido.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
Aos 18 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Gérard Diarra. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Moubarak Djibrine produziu-o, e o 7.97 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
11 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o AS Etat Major foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Gérard Diarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 18 anos que sente como seu. Oumar Bechir tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ahmat Oumar estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os adeptos organizam-se contra a direção do AS DGSSIE
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Gérard Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS DGSSIE, e não vai ser retirado.
Direção06/09/2027
Fecha o mercado: 14 entradas, 4 saídas no AS DGSSIE
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 14, saíram 4, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Gérard Diarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O treinador reorganizou as ideias e um jogador do plantel saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Donald Perrin Tchakounte treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Oumar Tokindang, e o treinador deixou.
A raiva no AS DGSSIE transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Oumar Bechir e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hassan Mbaiguedem treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Para o AS DGSSIE, cada ponto é agora uma discussão
Posição 13 e 10 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
O AS DGSSIE foi ao US Moursal com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O AS DGSSIE ofereceu $200.00; o US Moursal disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Foullah Edifice fica com o seu homem, e o AS DGSSIE volta a uma lista com um nome riscado.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hassan Mbaiguedem treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS DGSSIE coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O AS DGSSIE perguntou e o Stars Jeunes Talents disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O AS DGSSIE vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS DGSSIE coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O AS DGSSIE perguntou e o Stars Jeunes Talents disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O US Moursal perguntou e o AS PSI disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O US Moursal já telefonou ao AS Etat Major. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Saleh Oumar estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Oumar Doungous treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
A proposta do Foullah Edifice por Narcisse Allamine foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que US Moursal podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Moussa Moustapha estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Adam Moustapha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma sondagem ao Stars Jeunes Talents para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Djibrine Ndoram assinar alguma coisa — um contrato no US Moursal ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Direção07/06/2027
Aberto para negócios: o US Moursal entra no mercado
O período de inscrições está aberto e o telefone já começou. Daqui até ao fecho, este clube vai ser associado a quarenta jogadores e contratar três, que é a proporção do costume.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no US Moursal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em US Moursal, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O nome de Ahmat Mbaiguedem não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O US Moursal nada diz, o que já diz muito.
Emprestados24/05/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Ahmat Abakar
3 golos em 21 jogos no Elect Sport — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No US Moursal alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS DGSSIE perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Djibrine Mahamat e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Moussa Moustapha estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Adam Moustapha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O nome de Ahmat Mbaiguedem não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O US Moursal nada diz, o que já diz muito.
Emprestados26/04/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Ahmat Abakar
3 golos em 21 jogos no Elect Sport — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No US Moursal alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Emprestados26/04/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Oumar Bechir
3 golos em 23 jogos no AS DGSSIE — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No US Moursal alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Idriss Youssouf treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O US Moursal fez saber ao mercado que Idriss Youssouf está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.