A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Chiapas vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Chiapas lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Ulises Torres esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Chofis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Luis Donaldo Hernández treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Segue-se o Veracruz, e há um homem no balneário do Chiapas que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
96 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Chiapas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Chiapas foi ao Club America com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A verba é $230.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Club America negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chiapas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Chiapas ofereceu $60.0K; o Pachuca disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Chofis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Yonathan Del Valle e o Chiapas acertam mais 4 anos.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chiapas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O aperto de mão com o Pumas UNAM está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
A perseguição a Carlos Baltazar terminou com $710.0K a mudar de mãos e o Puebla sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Angel Salcedo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta seguiu esta semana para o Santos Laguna, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As bancadas21/06/2027
O Veracruz gasta $2.2M na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $2.2M por Juan Dinenno, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
O Veracruz já telefonou ao Melgar. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Plantel21/06/2027
Jorge Marquez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
104 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Chiapas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Chiapas foi ao Monterrey com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Chiapas e o Veracruz acertaram em $55.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Jorge Hernández e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A verba é $61.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Pumas UNAM negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
$83.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Morelia pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Chiapas perguntou e o Tigres disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Chiapas joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pablo López estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Veracruz já se começa a dizer o nome dele no passado.
Gerardo Jimenez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Veracruz vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
Plantel14/06/2027
Jorge Marquez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Angel Salcedo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Perguntou-se ao Club America se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Santiago Londoño sai dessa comparação dentro da equipa, e o Veracruz beneficiou de cada uma dessas tardes.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ángel Tecpanécatl, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Daniel Vega treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Iván Regules lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do Monterrey por Kevin Lozano foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 5, saíram 6, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O negócio que levaria Jonathan Salcedo para o Morelia caiu na fase final e ele reapresenta-se no Veracruz com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
O Puebla queria mais do que $92.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Deportes Tolima fica com o seu homem, e o Veracruz volta a uma lista com um nome riscado.
1‑3 frente ao Chiapas, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Veracruz ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
$1.2M era o máximo que o clube pagaria, e o Pachuca pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $96.7K — um clube que quer Carlos Baltazar ao ponto de perguntar duas vezes.
A proposta seguiu esta semana para o Atlas, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.