«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Santos Laguna nada responderam, o que também é uma resposta.
Jogo16/09/2028
Não se vê o fim da espera do Santos Laguna por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Santos Laguna tem de arrancar um resultado de algum lado.
Franco Pardo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/09/2028
Palavras no treino do Santos Laguna sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jorge Berlanga está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 10 ações combinadas e uma nota de 6.70, e nenhuma delas entrará num resumo.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Santiago Trigos tem a sua resposta do Santos Laguna; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Foi preciso José Alvarado marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Atlas, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O banco18/09/2028
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Manuel Gutierrez não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Santos Laguna também ninguém o escondia.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Santos Laguna, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Pumas UNAM, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Santos Laguna coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Assinaram hoje, ninguém os vai ver durante anos, e um deles pode um dia ser a razão de o clube existir. É este todo o argumento a favor de uma formação, e é um bom argumento.
O Puebla aceitou o dinheiro. O que o Santos Laguna ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Zé Vitor e o Santos Laguna acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Santos Laguna coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O nome de Salvador Mariscal apareceu em conversas de que o Santos Laguna não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel05/06/2028
Palavras no treino do Santos Laguna sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Javier Güemez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Monterrey para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Carlos Acevedo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel22/05/2028
Palavras no treino do Santos Laguna sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Di Yorio está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Jorge Herrera apontou a data.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Santos Laguna, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
24 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Santos Laguna perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Santos Laguna pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Santos Laguna ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Di Yorio estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Simón Almeida esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e José Alvarado treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Zé Vitor quer futebol continental; se o Santos Laguna o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Franco Pardo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Di Yorio estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco24/04/2028
Esteban Lozano tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Santos Laguna dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Diego González pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Jorge Herrera apontou a data.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 58 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jorge Herrera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Veracruz as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Veracruz coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maxim Glushenkov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Veracruz perguntou e o Toluca disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 73 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do Pachuca por Miguel Guardado foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Verba acordada, salário acordado, e o Atlas à espera com uma camisola. No Veracruz ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Veracruz, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Corona estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Nahuel Mela tem a sua resposta do Veracruz; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Victor Lainez, e o treinador deixou.
96 dias de fora para André Castro depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Veracruz vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Veracruz ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
6 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Gabriel Reyes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Hugo Guardado é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Angel Lainez passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Veracruz sobre quem trabalha
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Veracruz, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Morelia, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jorge Herrera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Veracruz as despedidas começaram em silêncio.
A perseguição a Leonardo Vargas terminou com $710.0K a mudar de mãos e o Dorados sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel28/06/2027
Palavras no treino do Veracruz sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maxim Glushenkov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Gabriel Reyes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Pumas UNAM fica com o seu homem, e o Veracruz volta a uma lista com um nome riscado.
49 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Veracruz perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jorge Herrera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Veracruz as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Veracruz coisas que levam mais de uma semana a retirar.
24 jogos e 5 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Veracruz, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e André Castro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sebastian Edson, e o treinador deixou.
80 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Veracruz perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Veracruz falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jorge Herrera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Veracruz as despedidas começaram em silêncio.
113 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Veracruz perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel05/04/2027
45 dias de fora para Victor Lainez depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Veracruz vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Emi Ochoa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 33 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 76 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jogo06/03/2027
Não se vê o fim da espera do Veracruz por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Veracruz tem de arrancar um resultado de algum lado.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Veracruz já falam dele no passado.
Plantel08/03/2027
Maxim Glushenkov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jero e o Veracruz acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Veracruz coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Veracruz falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Veracruz, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Veracruz ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A série chega a 4 e as perguntas em torno do Veracruz já não são delicadas.
Mercado08/02/2027
Tão perto: a transferência de Ivan Ramirez morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Puebla seguiu em frente, Ivan Ramirez apresenta-se de volta no Veracruz, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Veracruz coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Pachuca fica com o seu homem, e o Veracruz volta a uma lista com um nome riscado.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Veracruz vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Toluca pode já não estar a vender.
Verba acordada, salário acordado, e o Puebla à espera com uma camisola. No Veracruz ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Puebla por Carlos Alberto Campos foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Carlos Lozano era uma das razões por que as pessoas vinham, e $15.6M não substitui isso sozinho.
A proposta seguiu esta semana para o Toluca, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Gabriel Reyes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Veracruz perguntou e o Cruz Azul disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
$440.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Toluca pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maxim Glushenkov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Veracruz coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Maxim Glushenkov. 3‑1 sobre o Club America, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jorge Herrera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Veracruz as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maxim Glushenkov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Luis Alfonso Rodríguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
O banco14/12/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Jesus Edson não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Veracruz também ninguém o escondia.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Veracruz ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Luis Alfonso Rodríguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jero estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luis Alfonso Rodríguez, e o treinador deixou.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Hedgardo Marín compromete-se com o Veracruz por mais 2 anos.
O banco16/11/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Victor Lainez
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.