Youssef El Omari esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Sardar Ebrahimi está a viver essa versão no Heart of Lions, e costuma notar-se no primeiro mês.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Sardar Ebrahimi tem 18 anos, e o Heart of Lions contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sardar Ebrahimi e o Heart of Lions acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Heart of Lions pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel24/04/2028
Isaac Frimpong desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Heart of Lions coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelRamahlwe Tau pede uma conversa com o treinador
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Heart of Lions podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Etse Dogli e o Heart of Lions acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel14/02/2028
Isaac Frimpong desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Heart of Lions coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Posição 1, 18 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Ishmael Addo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/11/2027
Ebenezer Abban desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kwadwo Obeng Junior, e o treinador deixou.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Heart of Lions disse a Nqobani Biyela que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Heart of Lions podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Heart of Lions coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel25/10/2027
Palavras no treino do Heart of Lions sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ramahlwe Tau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A raiva no Heart of Lions transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O Hearts of Oak segue em frente e o Heart of Lions vai para casa, com um 1‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Heart of Lions podem fingir não ter ouvido.
Ramahlwe Tau esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/10/2027
Palavras no treino do Heart of Lions sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ebenezer Abban está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ramahlwe Tau, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresAnthony Owusu em notas de excelência
Notas dos jogadoresSeedorf Asante jogou uma tarde diferente da de toda a gente
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Heart of Lions, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores04/10/2027
Ishmael Addo, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.84
Um 7.84 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ramahlwe Tau e o Heart of Lions acertam mais 1 anos.
Ishmael Addo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Ishmael Addo tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Aos 21 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Heart of Lions vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
A raiva no Heart of Lions transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Heart of Lions podem fingir não ter ouvido.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Heart of Lions coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 28 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 23 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Heart of Lions podem fingir não ter ouvido.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Posição 15 e 20 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 37 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Ishmael Addo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Alex Leyi e o Heart of Lions acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
MercadoExperiência a entrar pela porta do Heart of Lions
MercadoEbenezer Abban colocado na lista de transferências
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ramahlwe Tau será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Black Aces as despedidas começaram em silêncio.
Aden Dreyer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/07/2027
Palavras no treino do Black Aces sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dean Mokoena está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Thamsanqa Manyama assinar alguma coisa — um contrato no Black Aces ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Plantel26/07/2027
Kermit Manyama tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Black Aces dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O telefone voltou a tocar por causa de Hlompho Mothiba, e desta vez do outro lado está o JS Kabylie. No Black Aces ouvem com educação e não prometem nada.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Black Aces já falam dele no passado.
Plantel28/06/2027
Ibrahim Nura melhorou aos 25, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente deixou de fingir: o Enyimba vai fazer a chamada por Lebogang Ngcobo esta semana. O Black Aces tem um número em mente, e o número não é tímido.
Em resumo
PlantelThulani Mkhize desentende-se com um colega por causa das exigências
Lebogang Ngcobo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Golden Arrows vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Ntando Ngwenya pré-acordou a mudança para o Black Aces, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
28 jogos, 22 golos e uma opção de plantel que chegou sem verba associada. A pergunta interessante no Black Aces já não é se joga, mas quem desloca.
Plantel31/05/2027
Kermit Mokoena desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ramahlwe Tau será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Black Aces as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 29 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
20 golos em 25 jogos no Asante Kotoko — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Black Aces alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ronwen Jali e o Black Aces acertam mais 3 anos.
Luther Phiri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Black Aces sobre quem trabalha
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Morgan Tau, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Williams Vilakazi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Bloemfontein Celtic? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel21/09/2026
Palavras no treino do Black Aces sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kermit Mokoena está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um toque que não queria, um ressalto impossível de ler e o seu nome na coluna errada. Depois disto não há consolo, e no Black Aces não o vão tentar esta noite.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Agora pesa-se cada toque, nos jornais e fora deles. Há quem cresça com isso e há quem se parta em silêncio, e nunca se sabe qual antes de acontecer.
Plantel07/09/2026
Palavras no treino do Black Aces sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bongani Mphela está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Avaliado com 5.60. Nada do que tentou resultou e a partir da hora deixou de tentar grande coisa, que é a parte em que um treinador repara, mais do que nos erros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
As bancadas31/08/2026
O Black Aces gasta $230.0K na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $230.0K por Takalani Mazhamba, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ronwen Jali, e o treinador deixou.
Nota 8.00 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
Plantel31/08/2026
Kermit Mokoena desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Takalani Mazhamba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.