Bradley Modiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Black Aces sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Black Aces, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Williams Jali anda nisto há tempo suficiente para saber como se sente uma primavera que corre mal, e está a senti-lo. Um vestiário com medo joga como um vestiário com medo.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Sifiso Mothiba deixa o Black Aces pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Black Aces toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Bradley Modiba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Black Aces perguntou e o Ajax Cape Town disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Ninguém no Black Aces dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Williams Jali. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Sibusiso Tau foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
O mercado está aberto, e com ele o único mês do ano em que as esperanças de um adepto só são limitadas pela aritmética. A direção conhece a aritmética; os adeptos conhecem as esperanças.
Mbongeni Gumede anda nisto há tempo suficiente para saber como se sente uma primavera que corre mal, e está a senti-lo. Um vestiário com medo joga como um vestiário com medo.
O que era uma notícia de última página virou cântico, e o cântico não é simpático. O Black Aces preferia resolver isto em silêncio, e o silêncio acabou.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Black Aces está a esgotar-se.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Williams Jali está nela.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Black Aces
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Black Aces sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
Williams Jali e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Black Aces sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Bradley Modiba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ninguém no Black Aces dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Williams Jali. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
DireçãoA formação do Black Aces continua a produzir
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Black Aces está a esgotar-se.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Williams Jali está nela.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Black Aces
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Jogo22/04/2030
Para o Black Aces, cada ponto é agora uma discussão
Posição 15 e 12 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Bradley Modiba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Black Aces perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Bradley Modiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel15/04/2030
Palavras no treino do Black Aces sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Brian Buleti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Black Aces perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Bradley Modiba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Brian Buleti estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
31 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Black Aces perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Williams Jali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O treinador reorganizou as ideias e Jonas Mailula saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Williams Jali está nela.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Black Aces
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
38 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Black Aces perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Jogo25/03/2030
Para o Black Aces, cada ponto é agora uma discussão
Posição 15 e 12 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Black Aces, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Black Aces sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Black Aces terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Bradley Modiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Black Aces sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jonas Mailula e o Black Aces acertam mais 3 anos.
Bradley Modiba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Brian Buleti, e o treinador deixou.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Ninguém no Black Aces dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 12 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Black Aces está a esgotar-se.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jonas Mailula, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Jogo23/02/2030
Não se vê o fim da espera do Black Aces por uma vitória
Já são 10 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Black Aces tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Bradley Modiba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Não se vê o fim da espera do Black Aces por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Black Aces tem de arrancar um resultado de algum lado.
Bradley Modiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Morgan Williams compromete-se com o Black Aces por mais 3 anos.
O banco18/02/2030
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Evidence Mphela.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Thabelo Tshikweta regressa a Black Aces com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Williams Jali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O Black Aces sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ronwen Manyama, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Morgan Williams e o Black Aces acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco11/02/2030
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
0‑6 para o Kaizer Chiefs, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Jogo02/02/2030
Não se vê o fim da espera do Black Aces por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Black Aces tem de arrancar um resultado de algum lado.
Direção04/02/2030
O prazo passa com 0 contratações e 0 saídas
Está feito o negócio no Black Aces até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mbongeni Gumede e o Black Aces acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Williams Jali e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Jogo02/02/2030
Ninguém conseguiu parar de marcar
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Black Aces e do Kaizer Chiefs por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O Black Aces sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Black Aces
O bancoO veredicto do treinador
O bancoWilliams Jali tornou-se um homem de confiança do treinador
183Edição
O Arauto de Black Aces
28/01/2030
Do nosso correspondente de futebolCrise
As bancadas28/01/2030
A raiva no Black Aces transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Black Aces já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
Jogo26/01/2030
Não se vê o fim da espera do Black Aces por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Black Aces tem de arrancar um resultado de algum lado.
Bradley Modiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Verba acordada, salário acordado, e o University of Pretoria à espera com uma camisola. No Black Aces ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Bradley Modiba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um ponto arrancado aos 86 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Foi preciso Itumeleng Mphela marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Jomo Cosmos, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O banco21/01/2030
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Segue-se o Orlando Pirates, e há um homem no balneário do Black Aces que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Jogo12/01/2030
Não se vê o fim da espera do Black Aces por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Black Aces tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Black Aces vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
Plantel14/01/2030
Palavras no treino do Black Aces sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Brian Buleti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ronwen Manyama, e o treinador deixou.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Evidence Mphela chama-lhe outra coisa em privado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thabelo Tshikweta será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Black Aces as despedidas começaram em silêncio.
Bradley Modiba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
0‑1 para o Ajax Cape Town, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel07/01/2030
Brian Buleti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thabelo Tshikweta, e o treinador deixou.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Tshepo Mhlambi sai dessa comparação dentro da equipa, e o Black Aces beneficiou de cada uma dessas tardes.
O banco07/01/2030
Williams Jali tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Black Aces dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Evidence Mphela
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Bradley Modiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kermit Mahlangu e o Black Aces acertam mais 3 anos.
O banco31/12/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O banco31/12/2029
Kermit Jali tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Black Aces dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoA história de Williams Jali recusa-se a morrer
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 18. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
O banco24/12/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Plantel24/12/2029
Um jovem do Black Aces leva o prémio de melhor sub-21
Kermit Mahlangu tem 20 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Itumeleng Mphela. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Black Aces. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Não peço a ninguém que seja melhor do que é. Peço a todos que sejam tão bons como são, todas as semanas.” Dito em voz alta, à frente de todos, e o balneário do Black Aces ficou diferente depois.
Williams Jali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Kermit Mahlangu tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Bradley Modiba. 1‑0 sobre o Polokwane City, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Interim Coach sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Ninguém no Black Aces dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Black Aces ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo08/12/2029
Não se vê o fim da espera do Black Aces por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Black Aces tem de arrancar um resultado de algum lado.
Bradley Modiba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Black Aces e o Mamelodi Sundowns, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑6, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
O bancoWilliams Jali tornou-se um homem de confiança do treinador
Os adeptos organizam-se contra a direção do Black Aces
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Bradley Modiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 19 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Black Aces vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Bradley Modiba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Black Aces e do Bidvest Wits por igual; os restantes divertiram-se imenso.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 3‑4, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Em resumo
O bancoJonas Mailula pede uma conversa com o treinador
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 11 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Dribles concretizados: 31. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thabelo Tshikweta, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Itumeleng Mphela está nela.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
13 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Black Aces ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Bradley Modiba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco12/11/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Já ia em 23 jogos. Os jogadores não festejaram como quem ganhou um jogo; festejaram como quem acabou de ser libertado de alguma coisa.
As bancadas05/11/2029
A raiva no Black Aces transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Jogo05/11/2029
Para o Black Aces, cada ponto é agora uma discussão
Posição 15 e 6 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Williams Jali e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Teboho Furman tem 19 anos, e o Black Aces contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kermit Jali está nela.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thabelo Tshikweta, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ramahlwe Williams e o Black Aces acertam mais 3 anos.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Ninguém no Black Aces dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não se vê o fim da espera do Black Aces por uma vitória
Já são 21 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Black Aces tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Bradley Modiba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑5, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Williams Jali está nela.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Phila Dlamini e o Black Aces acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Bradley Modiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Tshepo Mhlambi sai dessa comparação dentro da equipa, e o Black Aces beneficiou de cada uma dessas tardes.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Bradley Modiba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um ponto arrancado aos 90 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
0‑4 para o Ajax Cape Town, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
O banco24/09/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑4, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Disseram uma coisa a Evidence Mphela e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Em resumo
O bancoItumeleng Mphela tornou-se um homem de confiança do treinador
17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Black Aces perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Black Aces ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Siyabonga Khune e o Black Aces acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
O bancoA vista do banco
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Thulani Mokotjo
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 17 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Já são 16 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
As bancadas10/09/2029
A raiva no Black Aces transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O Black Aces entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Interim Coach fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
Plantel10/09/2029
Sifiso Lorch lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Black Aces já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Mamelodi Sundowns fechou tudo por 1‑3. A época reduz-se ao campeonato, e no estádio já se sabia muito antes do apito final.
Mercado10/09/2029
Tão perto: a transferência de Kermit Jali morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O University of Pretoria seguiu em frente, Kermit Jali apresenta-se de volta no Black Aces, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Williams Jali e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
31 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Black Aces perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
0‑4 para o Polokwane City, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Black Aces podem fingir não ter ouvido.
7 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Black Aces sabe dizer em que semana.
Direção03/09/2029
O Black Aces fecha o mercado com um plantel feito por si
11 entradas e 12 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Bradley Modiba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thabelo Tshikweta, e o treinador deixou.
Já são 13 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Plantel27/08/2029
Sifiso Lorch lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
0‑6 para o Mamelodi Sundowns, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Black Aces perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 6 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jogo25/08/2029
Ninguém conseguiu parar de marcar
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Black Aces e do Mamelodi Sundowns por igual; os restantes divertiram-se imenso.
45 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Black Aces perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
0‑3 para o SuperSport United, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
A proposta do Platinum Stars por Thabelo Tshikweta foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Black Aces sabe dizer em que semana.
Bradley Modiba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Jogo11/08/2029
Não se vê o fim da espera do Black Aces por uma vitória
Já são 11 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Black Aces tem de arrancar um resultado de algum lado.
Plantel13/08/2029
Sifiso Lorch lesiona os ligamentos do joelho — 52 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 52 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Black Aces perdeu-o em tudo menos nos papéis.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Bradley Modiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Sibusiso Tau e o Black Aces acertam mais 3 anos.
O fim chegou numa terça-feira, como costuma acontecer: uma reunião curta, um comunicado mais curto, e Evidence Hlatshwayo a esvaziar o gabinete antes do meio-dia. O ritual mais cruel do futebol, cumprido a horas.
59 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Black Aces perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Black Aces já se começa a dizer o nome dele no passado.
Direção06/08/2029
O Black Aces não tem ninguém para dirigir os treinos
Não é uma nomeação interina — é uma instituição com o gabinete técnico vazio. Esta semana as sessões serão dirigidas por alguém desconhecido, e a pergunta de como um clube chega a este estado será feita à direção e ficará sem resposta.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
Bradley Modiba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Direção06/08/2029
7 jogadores da formação sobem à equipa principal do Black Aces
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
A formação existe exatamente para esta manhã. Dean Mabunda passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Evidence Mphela lesiona os ligamentos do joelho — 17 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Platinum Stars à espera com uma camisola. No Black Aces ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Williams Jali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Williams Jali está nela.
24 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Black Aces perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Direção23/07/2029
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Black Aces
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Black Aces, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Bradley Modiba assinar alguma coisa — um contrato no Black Aces ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Plantel16/07/2029
Evidence Mphela lesiona os ligamentos do joelho — 31 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Black Aces perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Bradley Modiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Williams Jali assinar alguma coisa — um contrato no Black Aces ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Ronwen Manyama apontou a data.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Black Aces, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
38 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Black Aces perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Black Aces já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mbongeni Gumede e o Black Aces acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Bradley Modiba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sifiso Manyama, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Itumeleng Mphela. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
O bancoBrian Buleti pede uma conversa com o treinador
45 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Black Aces perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Black Aces podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Black Aces ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mbongeni Gumede e o Black Aces acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
7 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
52 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Black Aces perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Platinum Stars à espera com uma camisola. No Black Aces ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Bradley Modiba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 17 anos e ninguém em Black Aces o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Black Aces
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Plantel18/06/2029
Evidence Mphela lesiona os ligamentos do joelho — 59 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 59 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Black Aces perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Williams Jali e o Black Aces acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Bradley Modiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luther Zungu, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Williams Jali assinar alguma coisa — um contrato no Black Aces ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Black Aces não tem uma boa resposta.
Evidence Mphela lesiona os ligamentos do joelho — 66 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 66 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ronwen Manyama, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Itumeleng Mphela. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Evidence Mphela lesiona os ligamentos do joelho — 73 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 73 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Black Aces toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
Tem 19 anos, média de 6.52, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Williams Jali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Morgan Furman estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Perguntou-se ao Mamelodi Sundowns se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Em resumo
O bancoWilliams Jali tornou-se um homem de confiança do treinador
80 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Black Aces perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jogo28/05/2029
Para o Black Aces, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 16 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Black Aces ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Bradley Modiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Rivaldo Modiba. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
87 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Black Aces perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Bradley Modiba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Bradley Modiba assinar alguma coisa — um contrato no Black Aces ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Evidence Mphela lesiona os ligamentos do joelho — 94 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 94 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
Williams Jali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Evidence Mphela lesiona os ligamentos do joelho — 101 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 101 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
Bradley Modiba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Itumeleng Mphela. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A tabela consulta-se antes de os resultados estarem fechados, o que é sempre o sinal. No Black Aces ninguém diz a palavra e todos os jogadores seniores da casa a pensam.
Em resumo
MercadoGift Mokotjo colocado na lista de transferências
Evidence Mphela lesiona os ligamentos do joelho — 108 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 108 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Black Aces ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Bradley Modiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Black Aces, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A raiva no Black Aces transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Black Aces podem fingir não ter ouvido.
Williams Jali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Black Aces sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Bradley Modiba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Itumeleng Mphela. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O Black Aces fez saber ao mercado que Gift Mokotjo está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Black Aces, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
Direção02/04/2029
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Black Aces
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mandla Phiri será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Black Aces as despedidas começaram em silêncio.
Bradley Modiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Kermit Jali pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
A raiva no Black Aces transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Bradley Modiba assinar alguma coisa — um contrato no Black Aces ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
PlantelOs relatórios de treino sobre Phila Dlamini não são bons
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Black Aces podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mandla Phiri treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Black Aces sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O que era uma notícia de última página virou cântico, e o cântico não é simpático. O Black Aces preferia resolver isto em silêncio, e o silêncio acabou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
Bradley Modiba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kermit Jali treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Itumeleng Mphela. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A tabela consulta-se antes de os resultados estarem fechados, o que é sempre o sinal. No Black Aces ninguém diz a palavra e todos os jogadores seniores da casa a pensam.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Jogo05/03/2029
Para o Black Aces, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 16 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Direção05/03/2029
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Black Aces
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mandla Phiri será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Black Aces as despedidas começaram em silêncio.
Williams Jali e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O treinador reorganizou as ideias e Kermit Jali saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Black Aces
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 16 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Black Aces sabe dizer em que semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco19/02/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑5, ditas por Evidence Hlatshwayo a uma sala que já as tinha ouvido.
5 defesas não encerram a discussão sobre de quem foi a culpa, e a discussão vai durar a semana toda. Os guarda-redes carregam estes resultados, cause-os quem os causar.
Não se vê o fim da espera do Black Aces por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Black Aces tem de arrancar um resultado de algum lado.
Bradley Modiba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
Jogo03/02/2029
Não se vê o fim da espera do Black Aces por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Black Aces tem de arrancar um resultado de algum lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mandla Phiri será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Black Aces as despedidas começaram em silêncio.
O Black Aces fecha o mercado com um plantel feito por si
1 entradas e 5 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Williams Jali e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gift Phiri e o Black Aces acertam mais 4 anos.
Em resumo
Notas dos jogadoresBradley Modiba jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Black Aces perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Houve 7 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
Jogo27/01/2029
Não se vê o fim da espera do Black Aces por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Black Aces tem de arrancar um resultado de algum lado.
Bradley Modiba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Hlompho Tau e o Black Aces acertam mais 3 anos.
27 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Black Aces perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Black Aces já se começa a dizer o nome dele no passado.
0‑3 para o Orlando Pirates, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Black Aces fez a parte difícil com o Platinum Stars, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tshepo Mhlambi e o Black Aces acertam mais 4 anos.
34 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Black Aces perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Black Aces podem fingir não ter ouvido.
Jogo13/01/2029
Não se vê o fim da espera do Black Aces por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Black Aces tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Black Aces vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
O banco15/01/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Evidence Hlatshwayo saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Mbongeni Gumede lesiona os ligamentos do joelho — 42 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 42 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jogo08/01/2029
Para o Black Aces, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 14 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
Williams Jali e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Keagan Mabunda e o Black Aces acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Kermit Jali.
Mbongeni Gumede lesiona os ligamentos do joelho — 50 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 50 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As bancadas01/01/2029
A raiva no Black Aces transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kermit Mahlangu e o Black Aces acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Evidence Hlatshwayo depois do 1‑4, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
58 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Black Aces perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Black Aces e o Maritzburg United, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
66 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Black Aces perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
10 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o University of Pretoria foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Bradley Modiba. 1‑0 sobre o University of Pretoria, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
74 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Black Aces perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Bradley Modiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Segue-se o University of Pretoria, e as duas equipas sabem fazer a conta. Ganhar, e a tabela fica com outro aspeto; perder, e fica com o aspeto que toda a gente temia.
81 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Black Aces perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As bancadas04/12/2028
Os adeptos organizam-se contra a direção do Black Aces
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Black Aces podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mbongeni Gumede e o Black Aces acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Bradley Modiba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
JogoNenhuma baliza a zero à vista para o Black Aces
88 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Black Aces perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
1‑5 frente ao SuperSport United, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.
Jogo25/11/2028
Não se vê o fim da espera do Black Aces por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Black Aces tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Williams Jali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ronwen Manyama, e o treinador deixou.
96 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Black Aces perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
0‑5 para o Bidvest Wits, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco20/11/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑5 Evidence Hlatshwayo saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
103 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Black Aces perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Bradley Modiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Minuto 91, frente ao Golden Arrows, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
110 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Black Aces perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
As bancadas06/11/2028
A raiva no Black Aces transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Não se vê o fim da espera do Black Aces por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Black Aces tem de arrancar um resultado de algum lado.
Bradley Modiba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mbongeni Gumede lesiona os ligamentos do joelho — 117 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 117 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jogo28/10/2028
Não se vê o fim da espera do Black Aces por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Black Aces tem de arrancar um resultado de algum lado.
Williams Jali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Rivaldo Modiba e o Black Aces acertam mais 5 anos.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.59 na ficha, e os adeptos do Black Aces saíram a repetir um nome.
Plantel30/10/2028
Palavras no treino do Black Aces sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Teboho Jali está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
124 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Black Aces perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Black Aces podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Bradley Modiba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Black Aces sabe dizer em que semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
131 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Black Aces perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
0‑3 para o Kaizer Chiefs, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Bradley Modiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kermit Manyama e o Black Aces acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco16/10/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑3 Evidence Hlatshwayo saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 16 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
138 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Black Aces perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
As bancadas09/10/2028
A raiva no Black Aces transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
0‑4 para o Orlando Pirates, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
147 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Black Aces perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Williams Jali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
154 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Black Aces perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 12 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Bradley Modiba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Empate aos 94 minutos, depois de uma tarde que o Black Aces tinha praticamente arrumada. O Bloemfontein Celtic vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Foi preciso Thabelo Tshikweta marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Bloemfontein Celtic, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
162 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Black Aces perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 11 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Jogo16/09/2028
Não se vê o fim da espera do Black Aces por uma vitória
Já são 10 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Black Aces tem de arrancar um resultado de algum lado.
Bradley Modiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A raiva no Black Aces transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
11 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
Jogo09/09/2028
Não se vê o fim da espera do Black Aces por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Black Aces tem de arrancar um resultado de algum lado.
O Mamelodi Sundowns segue em frente e o Black Aces vai para casa, com um 0‑6 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Williams Jali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Black Aces e o Mamelodi Sundowns, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Bradley Modiba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Williams Jali está nela.
1‑5 frente ao Polokwane City, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.
Jogo26/08/2028
Não se vê o fim da espera do Black Aces por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Black Aces tem de arrancar um resultado de algum lado.
Notas dos jogadores28/08/2028
Um golo de defesa dá a vitória ao Black Aces — 7.41
1 para Gift Mokotjo, avaliado com 7.41, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
Bradley Modiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
6 golos num jogo, Gift Mokotjo na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Black Aces nem ao Polokwane City.
Themba Furman lesiona os ligamentos do joelho — 19 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 19 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
0‑3 para o Mamelodi Sundowns, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
A proposta do Ghazl El Mahalla por Keagan Mabunda foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Notas dos jogadoresKeagan Mabunda mandou no meio-campo — 6.43
107Edição
O Arauto de Black Aces
14/08/2028
Do nosso correspondente de futebolInquietação
As bancadas14/08/2028
Os adeptos organizam-se contra a direção do Black Aces
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Black Aces perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Jogo12/08/2028
Não se vê o fim da espera do Black Aces por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Black Aces tem de arrancar um resultado de algum lado.
O telefone voltou a tocar por causa de Keagan Mabunda, e desta vez do outro lado está o ASO Chlef. No Black Aces ouvem com educação e não prometem nada.
Williams Jali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
33 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Black Aces perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 12 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Bradley Modiba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Direção07/08/2028
6 jogadores da formação sobem à equipa principal do Black Aces
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Bradley Mkhize é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Themba Mabunda está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Black Aces podem fingir não ter ouvido.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Bradley Modiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Williams Jali assinar alguma coisa — um contrato no Black Aces ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Williams Jali está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Black Aces sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dean Mokoena será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Black Aces as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.