Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Haladas beneficiou disso.
Barna Kesztyűs e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Norbert Dibusz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Balazs Bese treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Laszlo Lang, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrei Yevdokimov está nela.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haladas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ognjen Ugrešić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dominik Sallai assinar alguma coisa — um contrato no Haladas ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Haladas. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Daniel Sallai esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ognjen Ugrešić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco12/04/2027
Andras Fiola tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Haladas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Emprestados12/04/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Balazs Bese
8 golos em 22 jogos no Perth Glory — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Haladas alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Laszlo Lisztes. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Laszlo Lang treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Haladas a diferença vê-se da última fila.
Plantel12/04/2027
Os relatórios de treino sobre Mate Szalai não são bons
Um sábado mau perdoa-se; uma terça-feira má é uma escolha. O nível baixou, e numa casa onde toda a gente observa toda a gente, deu-se por isso.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Haladas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haladas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ágoston Bényei está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Roland Paku, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Norbert Dibusz está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Haladas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Andras Fiola
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Dinamo Minsk ninguém diz, e no Haladas ninguém gosta de estar a adivinhar.
Norbert Dibusz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ognjen Ugrešić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Teplice fica com o seu homem, e o Haladas volta a uma lista com um nome riscado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ognjen Ugrešić está nela.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Norbert Szélpál apontou a data.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Haladas admitiria. Nota-se aos sábados.
“Pela primeira vez em anos jogo porque alguém me quer na equipa.” O Perth Glory assenta-lhe bem; a conversa incómoda pertence ao Haladas, e o verão vai forçá-la.
Em resumo
O bancoJanos Lang pede uma conversa com o treinador
A proposta do Ferencvaros por Daniel Sallai foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Haladas estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Ognjen Ugrešić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel04/01/2027
Akim Bouheddi consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Akim Bouheddi acabou de assinar pelo Haladas e, por uma vez, a resposta importava.
O Haladas perguntou e o Vasas disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Haladas já telefonou ao Diosgyor. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O banco04/01/2027
Dominik Sallai tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Haladas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Andras Fiola não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
14 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Haladas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do Honved por Krisztian Dibusz foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Barna Kesztyűs e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 18 anos que sente como seu. Krisztian Dibusz tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.